Eu quero ser mais um menino de pé no chão.
Não subestime sou capoeira, sou da vila meu irmão.
Venha que eu vou lhes contar
O que se passa de janeiro a janeiro,
Num bar de esquina é que vamos cantar
A Vila Pereira Carneiro.
Quando moleque vivia
A soltar balão, marimba e cortadeira.
Hoje mais moço, encontrei minha família:
Amigos da amendoeira
Veja só que magistral
Quanto foguete, confete e serpentina.
Que maravilha os moradores do pombal
No carnaval da praçinha,
Chegue mais perto de Deus
Os anjos cantam a vila entoa o cordel
Mas para entrar só o mercado de São Pedro
Que tem as chaves deste céu.
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