A Alienação Parental é descrita como uma situação na qual um genitor procura deliberadamente alienar isto é, afastar o seu filho, ou filha, do outro genitor, deturpando a sua mente, tendo normalmente êxito em seus intentos.
Sua manifestação consiste na campanha de difamação, de forma deturpada, como uma lavagem cerebral. Fato esse, que leva a criança a colaborar de maneira simbiótica a essa implantação de falsa memória, promovendo até mesmo o rompimento completo do vínculo. Milhares de pessoas são vítimas desse tipo de violência e ignoram fazer parte dessa estatística, desconhecendo por completo esta perturbação, que pode levar a sérias conseqüências.
Visando transpor o desconhecimento da Alienação Parental, a Caraminhola Produções Artísticas de Alan Minas e Daniela Vitorino produz atualmente dois documentários sobre o assunto, intitulados A morte inventada. Com a realização dos vídeos, a produtora pretende levar às pautas da sociedade a discussão sobre o assunto entre psicólogos, juízes, promotores, advogados, assistentes sociais, pedagogos e pediatras, no intuito de chamar a atenção para essa prática que está cada vez mais freqüente em famílias que, por quaisquer motivos, optam pela separação.
No site www.amorteinventada.com.br, é possível conhecer o projeto da Caraminhola Produções Artísticas, ler a sinopse e assistir ao trailler do filme. Quem quiser, também pode através do site, relatar algum caso sobre Alienação Parental.
Lins e Silva, devolva Sean a seu pai biológico, seu único pai!
fakn78 2 years ago
Me identifiquei atraves do meu marido, que tem um filho de 5 anos que sofre a alienação. Fatos como dizer o nome errado (excluindo o sobrenome do pai do seu nome), frases do tipo ´entenda bem uma coisa, não quero ir com voce´ obrigadas a falar, segredos com a mãe, estão se manifestando e temos percebido o início de dupla personalidade nele, mentiras, inclusive vomitos provocados após certas pressões, numa criança de 5 anos.
liananakahodo 3 years ago
Uau!!Acabei de me identificar com tudo o que assisti. Sofri muito com isso na infância;eu e meus irmãos.Que bom que alguém começa a falar sobre essa violência. Iara Caldwell.
Fazsujeira 3 years ago 2