Vídeo documentário sobre o preconceito e a rejeição na hora de adotar uma criança fora dos padrões. Você vai conhecer um casal que adotou mais de 50 crianças.
@RobertoDallossi Colocar na mão de uma criança a responsabilidade de que ela proporcione a expectativa imaginada por um casal é de um egoísmo tamanho que é melhor que certas pessoas nunca sejam pais mesmo. Como disse a nobre mãe dos 53 filhos: esses não passaram no teste de qualidade idealizados por gente como o senhor.
@livinfast Garantir, não garante, mas então será obra do acaso, não uma decisão que poderiam toamr ou não, no caso da adoção. Como eu disse, o assunto é muito complexo, e existem razões até de natureza biológica (mesmo que não se tenha consciência disto) para que o casal tenda a "escolher a fruta mais bonita do mercado", para usar um termo que pode parecer cruel. Quanto a esse negócio de devolver, não funciona com essa simplicidade que as pessoas imaginam.
@RobertoDallossi nada garante que um filho natural do casal não tivesse os mesmos problemas ou problemas ainda maiores. o que o documentário expõe é que muito escolhem filhos para adotar como quem escolhe uma fruta mais bonita no supermercado. como dito na última parte, muitos devolvem a criança quando percebem que tem um problema específico, por menor que seja, abandonando-a duplamente.
deseja que a criança, mesmo não sendo filho natural, possa lhe proporcionar as expectativas imaginadas, idealizadas para um filho gerado pelo próprio casal. Como não podem, acabam sendo preteridas.
Este é um assunto extremamente complexo para se resumir em 500 toques, mas a rejeição à adoção de uma criança down, ou cega, ou surda, ou mais velha, ou de cor diferente, etc...não configura necessáriamente preconceito. Ocorre é que elas, por uma série de fatores, frustrarão expectativas de uma vida normal (normal, no sentido de ideal), intrínsecas a todo ser humano, a todo casal, quando da decisão de ter um filho natural. Ao decidir adotar, a imensa maioria (continua)
@dezdeoutubro Tadinho, não entendeu nada.
RobertoDallossi 8 months ago
@RobertoDallossi Colocar na mão de uma criança a responsabilidade de que ela proporcione a expectativa imaginada por um casal é de um egoísmo tamanho que é melhor que certas pessoas nunca sejam pais mesmo. Como disse a nobre mãe dos 53 filhos: esses não passaram no teste de qualidade idealizados por gente como o senhor.
dezdeoutubro 8 months ago
@livinfast Garantir, não garante, mas então será obra do acaso, não uma decisão que poderiam toamr ou não, no caso da adoção. Como eu disse, o assunto é muito complexo, e existem razões até de natureza biológica (mesmo que não se tenha consciência disto) para que o casal tenda a "escolher a fruta mais bonita do mercado", para usar um termo que pode parecer cruel. Quanto a esse negócio de devolver, não funciona com essa simplicidade que as pessoas imaginam.
RobertoDallossi 1 year ago
@RobertoDallossi nada garante que um filho natural do casal não tivesse os mesmos problemas ou problemas ainda maiores. o que o documentário expõe é que muito escolhem filhos para adotar como quem escolhe uma fruta mais bonita no supermercado. como dito na última parte, muitos devolvem a criança quando percebem que tem um problema específico, por menor que seja, abandonando-a duplamente.
livinfast 1 year ago
deseja que a criança, mesmo não sendo filho natural, possa lhe proporcionar as expectativas imaginadas, idealizadas para um filho gerado pelo próprio casal. Como não podem, acabam sendo preteridas.
RobertoDallossi 2 years ago
Este é um assunto extremamente complexo para se resumir em 500 toques, mas a rejeição à adoção de uma criança down, ou cega, ou surda, ou mais velha, ou de cor diferente, etc...não configura necessáriamente preconceito. Ocorre é que elas, por uma série de fatores, frustrarão expectativas de uma vida normal (normal, no sentido de ideal), intrínsecas a todo ser humano, a todo casal, quando da decisão de ter um filho natural. Ao decidir adotar, a imensa maioria (continua)
RobertoDallossi 2 years ago