Otávio Mesquita visita a fábrica de Discos de Vinil Polysom - Parte 2

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Uploaded by on May 29, 2010

Na segunda metade de 2008, os proprietários da Deckdisc, informados do volumoso crescimento na venda de vinis nos Estados Unidos e na Europa, depararam-se com a possibilidade de adquirir o maquinário da antiga fábrica e reativá-la[1]. Em setembro do mesmo ano, começaram as diligências e os estudos que resultaram na aquisição oficial, em abril de 2009. No final de novembro de 2009, depois de meses de restauração, a fábrica finalmente fica pronta, sendo feitos os primeiros testes com os LPs produzidos. A fábrica tem capacidade para produzir 28 mil LPs e 14 mil Compactos por mês[2]. Estabeleceu-se como única fábrica de vinis de toda a América Latina, condição que mantém até hoje.

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  • É POR ISSO QUE CUIDO DAS MINHAS MKII, E AS USO ATÉ HOJE.

  • DALHE VINIL, DALHE FITA K7 ... GRAÇAS POR VOLTAREM A FABRICAR VINIL E FITAS K7..... TOMARA QUE ACABEM DE UMA VEZ E PRA SEMPRE COM O CD

  • Caro edusdnb, a informação sobre os impostos do vinil está no site da Polysom. Os maiores interessados em vender mais discos são eles, então creio que a informação deva estar correta. Obrigado pela mensagem.

  • @aritape Acho que não é devido a impostos. Como o processo é artezanal é provável que seja a justificativa para o preço.

  • Existe um verniz apropriado para armazenamento das matrizes metálicas. Trabalhei em uma fábrica de CD onde o processo era similar e as matrizes ficavam guardadas por anos.

    Vcs poderiam usar este verniz?

  • pq o video não continua até o fim??

  • Só faltou dizer q o preço dos discos custa mais caro q os gringos por causa dos impostos cobrados por aqui. R$ 70,00 a R$ 80,00 por unidade faz muita gente continuar comprando nos sebos. Pena.

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