Em suas lembranças de Belém, Fabrício junto com Gladir, tecem numa gostosa melodia a vida no dia-a-dia deste personagem tão presente e frequente no contexto da Amazônia.
Velho Ribeirinho
Todo o dia cedo
Feito um menino
Que aos doze anos
Quer se aventurar
Desconhece o medo
Aprendeu tão cedo
Desbravar as águas
Deste Guajará
Velho ribeirinho
Sorte e destino
Nos fios da rede de pescar
Velho ribeirinho
Desejo antigo
Poder viver como seus pais
Ah, se o açaizeiro
Pudesse contar
Todas as histórias
Que já viu passar.
Fabrício Matheus e Gladir Cabral
Vila Isabel | Criciúma
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