O mundo, hoje, conhece e reverencia o patrimônio musical brasileiro.
Em 2009, o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga chega a sua vigésima edição, fechando um ciclo de intensa atividade que refletiu na divulgação, mas principalmente, no conceito de que hoje desfruta a música colonial brasileira no cenário mundial. O efeito de cada uma das edições realizadas anualmente em Juiz de Fora (Minas Gerais) multiplicou-se planetariamente por meio de 17 CDS, um DVD e oito livros sete destes publicando os trabalhos acadêmicos dos Encontros de Musicologia Histórica, evento bienal realizado pelo Festival. Os registros da música colonial, iniciados como discos de estudo com a participação de alunos e professores passaram, nos últimos dez anos, a serem feitos pela Orquestra Barroca do Festival. Formação orquestral que reúne nomes de destaque na cena da música antiga mundial, a orquestra e seu regente, Luís Otávio Santos, têm continuamente ampliado as fronteiras para nossa música colonial e para a interpretação brasileira da música antiga com instrumentos de época.
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