Há duas semanas, uma jovem de 20 anos, moradora de Campo Grande, conseguíu na justiça, o direito de fazer um aborto. O pedido foi feito por que o "feto", de 16 semanas, não tinha cavidade craniana e a mãe corria risco de morte se levasse a gravidez adiante. O procedimento foi feito em um hospital de Campo Grande e a jovem não teve complicações. Mas, infelizmente, o que nós da imprensa temos noticiado ultimamente, são casos de fetos encontrados em locais públicos e até lixões, frutos de abortos provocados. Veja na reportagem de Carlos Arakaki e Wilson Melgarejo, quais os riscos que uma mulher corre, ao interromper uma gravidez sem acompanhamento médico.
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