Francisco Louçã interveio no debate do Estado da Nação com um balanço dos três anos do governo e disse que o aumento do desemprego, da precariedade e das dificuldades dos portugueses contraria todas as promessas eleitorais. Louçã considerou "vergonhoso que a Caixa Geral de Depósitos leve um crédito até aos 80 anos de uma pessoa" e exigiu a bonificação dos juros para os desempregados. Quanto à política fiscal, Louçã criticou a "taxa Robin dos Bosques", que tira um quarto do lucro especulativo das petrolíferas, mantendo o restante na mão das companhias e o preço igual para o consumidor.
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