Mais uma vez as Corporações atacam a natureza em sua maldita sanha por lucros. Desta vez investem contra o Rio Madeira, principal afluente do Amazonas e um dos últimos santuários naturais do mundo.
Os grandes interessados pelos projetos no Rio Madeira são os bancos e as corporações multinacionais (na sua maioria de fora do Brasil). A privatização do Rio Madeira significa 43 bilhões de reais de dinheiro público e bilhões de lucro com a venda da energia durante 30 anos. Tudo isso em favor das grandes empresas. Para o povo sobrará a conta para pagar e os problemas causados em conseqüência das hidrelétricas. É um plano que vem sendo pensado desde o ano 2000 no chamado "Projeto IIRSA". No Rio Madeira o plano prevê a construção de quatro grandes hidrelétricas (Santo Antônio; Jirau; Guajará e Cachoera Esperança); a construção de eclusas, hidrovias e uma grande linha de transmissão de energia elétrica que vai de Porto Velho até São Paulo.
Na verdade é um plano de interesse das corporações multinacionais, dos grandes bancos financiadores e dos governos, pensados para garantir grandes lucros para suas empresas, as custas das riquezas e da exploração do povo brasileiro. Os estudos realizados pelas empresas prevêem que serão necessários em torno de R$ 43 bilhões. Somente as duas hidrelétricas(Santo Antônio e Jirau) mais as eclusas custarão R$ 28 bilhões. Para se ter uma idéia, Rondônia possui uma população em torno de um milhão e quinhentas mil pessoas, significa que se pegássemos somente os R$ 28 bilhões destinados a construção das duas hidrelétricas e comparássemos com cada rondoniense, isso equivale a um investimento de R$ 18.500,00 (dezoito mil e quinhentos) por habitante de Rondônia.
gente eo desenvolvimento con certeza eles vao ser indenizado
CardosoAntony 2 years ago
muito Bom msm, coitado desses ribeirinhos
GuiBessaBianchi 2 years ago
Parabéns pelo documentário. Tudo muito bem realizado. A locução é impecável. É sem dúvida mais um grito, como tantos outros, sufocado pelos interesses de uma minoria de empresários "indigentes" económicos sociais. A questão energética é mais profunda que apenas contruír usinas e naufragar a humanidade. Com o mesmo dinheiro que se produz novas hidrelétricas poder-se-ia educar a população para o consumo com responsabilidade, com o mesmo resultado.
MBRRossi 3 years ago