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ALMIR SATER - QUINTAL DO VIZINHO (Orquestra RC com Maestro Eduardo Lages) 2010 - HD.

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Uploaded by on May 15, 2011

Almir Eduardo Melke Sater Nasceu em Campo Grande no dia 14 de novembro de 1956 é um violeiro, compositor, cantor e ator brasileiro.
Nascido em Mato Grosso do Sul, desde os doze anos já tocava viola. Aos vinte anos mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar Direito, mas desistiu da carreira de advogado, tornando-se um músico, motivado inicialmente por escutar no Largo do Machado uma dupla tocando viola caipira . Então dedicou-se ao seu estudo, tendo Tião Carreiro como mestre. Retornou à Campo Grande onde formou a dupla Lupe e Lampião com um amigo, adotando Lupe como nome artístico. Em 1979 foi para São Paulo, onde iniciou um trabalho com sua conterrânea Tetê Espíndola, acompanhando também a cantora Diana Pequeno.[1] Gravou seu primeiro disco em 1980, contando com a participação de Tetê Espíndola, Alzira Espíndola e Paulo Simões. Fez parte da geração Prata da Casa, no início dos anos 80, sendo uma das principais atrações do movimento que juntou os maiores expoentes da música sul-mato-grossense.
A série Emoções Sertanejas O show fez parte das comemorações pelos 50 anos de carreira de RC, O artista de hoje é nascido em Campo Grande MS, ALMIR SATER sempre foi apaixonado pelas modas de viola. Ainda no Mato Grosso do Sul, organizou de um grupo que tocava charanga, música e bandolim e participou de uma dupla sertaneja era o Lupe da dupla Lupe e Lampião, que em 1978 ficou em 4º lugar no Festival Sertanejo, exibido na TV Record.
No ano seguinte, Almir se mudou para São Paulo e fez parte do conjunto Lírio Selvagem, organizado pela cantora Tetê Espíndola. Além deste grupo, participou de um conjunto chamado Vozes e violas e acompanhou a cantora Diana Pequeno em alguns shows.
No ano de 1980, seu lado compositor foi conhecido, com a interpretação de Sérgio Reis para Sonhos guaranis. Seria o primeiro grande encontro musical destes grandes artistas do universo sertanejo. A partir de 1981, ficaria até os dias de hoje presente na programação da TV Globo: sua música Luzero é o tema de abertura do programa Globo rural.
Almir passou a compor também com outros artistas, caso de Tião Carreiro e, em especial, de Renato Teixeira (que, injustamente, não fez parte deste tributo a RC) e foi recebido muito bem pela mídia, que aprovou a novidade de um artista que mesclava guarânias e ritmos sertanejos vindo de Minas Gerais e de São Paulo. Seu segundo disco trouxe a música Peão, que teve sucesso quando fez parte da trilha da novela Fera radical, da TV Globo.
No ano de 1984, o cantor novamente mostrou seu trabalho de pesquisador, e com a Comitiva Esperança percorreu mais de mil quilômetros pelo Mato Grosso, para conhecer os costumes do interior do estado. Como fruto, veio um documentário intitulado Comitiva esperança, lançado dois anos depois e um disco instrumental só com os ritmos pesquisados.
Mas nem só de pesquisas é marcada a carreira de Almir Sater. Ele é responsável por belas músicas, como Um violeiro, Tocando em frente, Capim azul e Rasta bonito. Dentre seus intérpretes, há nomes como Sérgio Reis, Renato Teixeira e as irmãs Tetê e Alzira Espíndola (esta já teve disco produzido por Almir). Almir Sater também trabalhou como ator. No cinema, em filmes como As bellas da Billings, de Ozualdo Candeias. E sua participação na novela Pantanal aconteceu graças a Sérgio Reis. O diretor Jayme Monjardim convidou o cantor, mas ele recusou. Sérgio então disse que era fácil e "a gente recebe dinheiro pra ficar cantando e ainda dá uns beijos numas atrizes bonitas". Almir interpretou o personagem Trindade, que fazia pacto com o diabo. Sérgio Reis e Almir Sater se reencontraram na teledramaturgia na novela O rei do gado, em que os dois faziam a dupla Pirilampo e Saracura. O sucesso dos personagens foi tanto que o segundo volume da trilha da novela foi todo com canções interpretadas por eles. Almir e Sérgio fizeram ótimas leituras de músicas antigas, como Cabecinha no ombro, Casinha branca, Boiadeiro errante e Cortando estradão. Também estava incluída a música O rei do gado, moda de viola que os dois iriam cantar no Roberto Carlos Especial de 1996. A dupla teve a companhia de Roberto Carlos, cantando moda de viola, estilo que nunca tinha cantado antes. O encontro faz parte do disco e do DVDDuetos, que Roberto Carlos lançou no ano de 2006.
Almir Sater resgatou uma música menos conhecida da safra de Roberto Carlos. A segunda faixa do LP de 1975, uma canção bem otimista que, de fato, merece ser lembrada pelo público.

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Uploader Comments (ELMIRALMEIDA)

  • Caro Elmir ,quando conheci seu canal fiquei maravilhado com a beleza de seus videos,a delicadeza como são editados parabéns!!!!!!!!

  • @josechaparal Olá José; Obrigado pela sua avaliação e carinho, fique a vontade para assisti-los todos!!!

    Abraço

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All Comments (3)

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  • ola! Amei este canal,seu trabalho é lindo e emocionante

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