Ter mira é um dos requisitos para encarar o dia-a-dia na Papuda. Para trabalhar no presídio, onde estão mais de seis mil detentos, os técnicos penitenciários passam por um rígido curso de formação. O gás lacrimogênio traz uma situação de risco. É preciso ser rápido no gatilho e ter disciplina. "Sou forte e sou guerreiro e respeito o treinamento", dizem os técnicos penitenciários em coro. Técnicas de imobilização, escolta e tiro. Tudo para controlar uma possível rebelião ou ataques de presos. A gente vai lidar com situações de risco, muitas vezes sob pressão, estresse. Temos que estar preparados pra tudo na área de segurança publica, fala a técnica penitenciária Auricélia Lima. São cinco semanas de treinamento e durante o curso, os técnicos penitenciários disparam mais de 300 mil tiros de cinco tipos de armamento. Até hoje nunca houve um incidente. Eles vão aprender não só a atirar como se consegue evitar o erro se você treinar, preparar e investir no homem. Eles vão aprender não só a atirar, como usar o armamento. Em qual situação ele vai usar o armamento? Sempre respeitando a vida do outro lado. Só se consegue evitar o erro se você treinar, preparar e investir no homem, explica o diretor de Operações Especiais, Luís Mauro Albuquerque.
@lobofederal ressocializaçao com o sistema penitenciario falido desse!!!kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk isso nao existe fica ate dificil os servidores trabalharem nesses locais!!!!!!!!!!
posydon777 7 months ago
Use reintegração, pois, ressocialização não é o vernáculo adequado.
nelson2204 1 year ago
Esse curso é o bicho. Uma pena que só mostra o lado policial dos servidores penitenciários. Deveriam mostrar também o lado da ressocialização.
lobofederal 2 years ago