Quando o documentarista David Attenborough nasceu éramos pouco menos de 2 bilhões de pessoas em todo o planeta. Atualmente a população mundial aproxima-se rapidamente de 7 bilhões de pessoas, e isso com um aumento de pouco mais de 2 pessoas por segundo (já descontadas as mortes).
A vida de Attenborough foi em boa parte dedicada ao acompanhamento da vida selvagem, e lamentavelmente esta situação de vida intocável está cada dia mais difícil de ser encontrada. Esta preocupação com o impacto populacional o fez ingressar na organização Optimum Population Trust, que tem como meta avaliar este cenário.
Por volta de 1800 éramos não mais que 1 bilhão de pessoas. O acesso ao controle de doenças, diminuição de mortalidade e melhor qualidade de vida causaram uma violenta explosão populacional. Mas a Terra certamente possui um limite físico de produção de recursos.
O primeiro alarme que soa vem da escassez de água em diversos países. Não só este alarme toca, mas outro começa a ser ouvido, o da falta de áreas propícias para a agricultura economicamente viável. E o sinal vem de um fluxo investidores de países desenvolvidos que compram terras em países mais pobres para uma produção exclusivamente voltada para a exportação, sem benefícios desejados para a população local.
Algumas iniciativas de controle populacional infelizmente foram feitas de maneira truculenta e autoritária, criando um fantasma ainda mais assustador de um assunto que incomoda muitos. Poucos gostam de ter alguém palpitando em sua vida pessoal e em quantos filhos devem ter. Iniciativas mais inteligentes e planejadas demonstraram, de maneira quase óbvia, que a educação é o fator que mais influencia na decisão de uma família em optar por ter menos filhos. As mulheres saem na dianteira neste poder de decisão, com uma visível tendência em planejar melhor a vida antes de ter o primeiro filho.
David Attenborough encerra o documentário "How Many People Can Live on Planet Earth?" comentando que os dados fornecidos podem ser desanimadores e neste caso a melhor maneira de encarar a situação é com o máximo de planejamento feito de maneira racional.
Problema real: 70% da riqueza produzida em nosso planeta está nas mãos de menos de 10% de pessoas bem teimosas.
abellhinhafly 4 months ago
Eles é que poluem e destroem o planeta com esse capitalismo especulativo q está destruindo a economia das nações e não querem mudar isso. Problema criado: superpopulação. É óbvio q existem muitos seres humanos na Terra e q se continuarmos com essa cultura (criada e alimentada pelos mais ricos) consumista os recursos irão terminar de qualquer jeito.
abellhinhafly 4 months ago
Solução real: mudanças na produção de riquezas e melhor distribuição da mesma (enquanto promulgar a cultura atual basta 6/5/4 bilhões de pessoas para assassinar o planeta com tempo cronometrado). Solução inventada: Educar mulheres na África e países pobres para planejarem suas famílias (é nos países ricos q são criados os mecanismos predadores do meio ambiente e não estão nenhum pouco preocupados em mudar isso). "Obs.: Quando todas as
abellhinhafly 4 months ago
"Obs.: Quando todas as mulheres pobres do mundo estiverem esterilizadas, vão inventar que temos que matar o vizinho (tomara q não seja mulçumano) para conseguir garantir o nosso pão e água e manter os iates da minoria privilegiada... E não está longe de acontecer. Quem viver, verá!"
abellhinhafly 4 months ago