A performance se insere no contexto da arte pública, transformando a raia de uma piscina em espaço para a realização de uma coreografia "anfíbia". A obra se materializa de forma efêmera e busca fazer com que o público se surpreenda pela possibilidade de participar de forma ativa. A apresentação dialoga com o balé de repertório O Lago dos Cisnes e tem como trilha original uma versão contemporânea da composição de Tchaikovsky.
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