A propósito dos incidentes no bairro da Bela Vista, em Setúbal, Francisco Louçã desafiou Sócrates a aprovar um programa de emergência para acabar com os guettos no país inteiro. Sócrates assumiu uma divergência com o Bloco, ao dizer que os habitantes da Bela Vista estão sequestrados pela violência de alguns, e não pela pobreza e o desemprego e insinuou que o Bloco estaria a desculpar os actos de violência. Louçã disse que Sócrates quer fazer de Paulo Portas e que despreza as palavras do bispo emérito de Setúbal. Em seguida, perguntou a Sócrates o que acha do inquérito a Lopes da Mota, que está por indicação do governo no Eurojust, e se algum dos seus ministros tentasse pressionar a Justiça, se Sócrates o demitiria.
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