O deputado bloquista diz que no caso BPN, como noutros bancos e empresas, quem foi ao casino e afundou as contas deve prestar responsabilidades. "Mas em Portugal os responsáveis desaparecem logo", afimou Louçã. O primeiro-ministro respondeu dizendo que os responsáveis irão responder perante a justiça e repete que a intervenção do Estado não pesará no erário público. Louçã diz que o governo devia ter nacionalizado todo o grupo SLN, de forma a que os accionistas pagassem de facto o prejuízo do banco e acusou também o governo de assistir impávido ao cortejo de falências de empresas a quem o Estado deu ajudas generosas, como a corticeira do homem mais rico do país, Américo Amorim.
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