Na segunda parte do debate quinzenal, Francisco Louçã confrontou Sócrates com o email interno do governo às empresas públicas, pedindo a lista de inaugurações previstas com um mês de antecedência. "A vertigem Alberto João Jardim está a tomar conta do governo". Sócrates respondeu com o anúncio de que os ajustes directos facilitados afinal só se farão nas escolas e na eficiência energética. No capítulo da Saúde, Louçã lembrou o fecho de 30 SAP's, mais 46 no futuro, e 13 mil profissionais que saíram do Estado, propondo que "todos os estudantes que concluam o internato da especialidade possam ter um contrato de dez anos nos hospitais públicos", evitando ter de ir buscar médicos ou mandar doentes ao estrangeiro.
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