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Marcelo Camelo - entrevista RTP / ANTENA3

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Uploaded by on Jan 7, 2009

Gonçalo Castro da Antena3 entrevista Marcelo Camelo por alturas da saída do seu disco sou/nós

http://www.rtp.pt/antena3

Category:

Music

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Top Comments

  • Aquele que as pessoas usam quando tem um problema de visão, sabe?

  • Esse cara é o melhor!!!

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All Comments (78)

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  • vey... deixa pra lá

  • Há um artigo é interessante que fala sobre a retroalimentação entre música erudita e música popular. Procure por 'full of noises' em stevenpoole ponto net.

  • Quando falo do acaso me refiro à contribuição em termos de insight. Ele mesmo fala no vídeo que algumas músicas ficam no forno por até dois ou três anos, ou seja, como que sendo apuradas por esparsos e iluminados momentos de percepções simbólicas.

  • Que bom que pode ler mentes.

  • @openharms. Sabe o que é mais engraçado? Você começou a discussão me falando que algo não precisa ser complexo para ser belo, mas em seguida trouxe uma música com 30 acordes como exemplo... Essa é a contradição! O sujeito simples quer fazer uma música, mas esconde seus complexos debaixo de uma camada de complexidade harmônica e malabarismo "pirotécnicos", forçando um exotismo que não existe. "Anna Júlia é uma merda", então eu vou mostrar como eu posso ser complexo e colocar 30 acordes nessa!

  • Again... eu não estou falando em termos de execução, de um exame técnico da piece, mas de uma impressão intuitiva. Malcomparando é como o ipod, complexidade travestida na simplicidade interfacial.

  • @openharms. Se fosse só em "Dois Barcos" eu poderia concordar que não são propositadamente rebuscados, mas não, é generalizado em Los Hermanos, raras exceções. Não existe ali, OBJETIVAMENTE, qualquer traço de simplicidade e você é prova disso, pois não trás nenhuma demonstração objetiva de simplicidade! Você vê uma verdade que não está ali! Essa "simplicidade" vem da voz suave, frágil, convalescente, do visual "grilado" e das banalidades de um "intelectual" que se relaciona com uma criança.

  • @openharms. O seu testemunho atesta o que eu falo. Pergunte a qualquer músico honesto qual a possibilidade da harmonia de "Dois Barcos" ter dado espaço ao acaso, por favor, PERGUNTE! Essa possibilidade não existe, ninguém combina 30 acordes em 3 minutos recorrendo ao acaso, nem Mozart! Além disso, quem visa a simplicidade NÃO coloca 30 acordes em uma música, é como colocar 30 cores (!) em um quadro buscando ser simples, é contraditório! A sensação de simplicidade vem de outro lugar...

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