O conceito de visualidade discutido nos processos contemporâneos de arte, sejam eles no âmbito da produção individual ou nas relações educacionais, abarcam a idéia do artista como operador de espaços de diálos de criação que não contemplem apenas a idéia de enquadramento da imagem, mas sim a sua dissolução.
Diluir uma imagem não é negá-la como objeto de fruição, mas integrá-la a um processo dinâmico de percepção, onde qualquer sujeito possa ser o centro criador de algo.
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