O homem, que se identificou como Paulo Sérgio Ferreira, de 38 anos, escalou o mastro de 100 m de altura pela escada interna no final da manhã. Durante o protesto, ele queimou parte do tecido, enquanto dizia frases desconexas e se dizia perseguido. Três horas depois e os homens do Corpo de Bombeiros continuavam negociando para que o homem descesse e se entregasse. Ele falou por telefone com amigos e gritou palavras de ordem, chamou por políticos e reclamou de preconceito racial.
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