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G1 Em fábrica do Brasil no Paraguai, mistura de 3 idiomas é 'língua oficial'

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Uploaded by on Nov 19, 2011

G1 visitou fábrica de empresa do Brasil inaugurada na fronteira com MS.
Brasileiros relatam como é a comunicação na rotina com paraguaios.

07/11/2011 10h48 - Atualizado em 07/11/2011 10h48


O paulista Cláudio Artale, 53 anos, mudou-se em janeiro de 2009 para Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia na fronteira com Ponta Porã, Mato Grosso do Sul. Foi de São Paulo para ajudar na coordenação das obras da fábrica de seringas da SR Productos para la Salud S.A, que hoje emprega 70 paraguaios e 10 brasileiros.

"Trabalhei muitos anos em uma construtora em São Paulo. Depois fui para Minas e acabei vindo para cá trabalhar nas compras para a construção da fábrica, coordenar as obras", diz. O plano era voltar ao Brasil assim que terminassem as obras. Quase 3 anos depois, firmou residência e casou-se em outubro com uma paraguaia, com quem espera o primeiro filho.

Pela proximidade da fronteira com o Brasil, acostumou-se a continuar falando português, idioma compreendido quase que completamente pelos paraguaios. Como é responsável pelo treinamento de muitos dos jovens funcionários locais, acaba ouvindo grande parte das conversas em espanhol - que compreende, mas não domina - e guarani - em que arrisca algumas palavras.

"Minha esposa fala espanhol e guarani. Estou pedindo para ela falar comigo em casa, para eu treinar", diz Artale, que passou a fazer aulas de espanhol na própria fábrica incentivado por seu chefe, que providencia a presença de um professor na empresa.

"A fronteira fala três línguas. O brasileiro aprende a falar guarani e espanhol, e o paraguaio aprende a falar português. E o portunhol é a língua oficial do fronteiriço. Na fábrica, como o nosso equipamento é importado, aprendemos ainda o inglês", conta Luiz Antonio Saldanha Rodrigues, diretor da SR.

O próprio empresário, que se divide entre as residências em Pedro Juan, Manaus, Ourinhos (SP) e São Paulo, esforça-se para superar completamente a barreira dos idiomas. "Não falava espanhol nem guarani. Agora já me comunico em espanhol e já falo algumas coisas em guarani. É bom cumprimentar as pessoas em guarani: abre portas, sorrisos", ensina. "É uma língua onomatopeica, encanta a gente".

Para a brasileira Aline Souza, 28 anos e que está há 7 meses em Pedro Juan, depois de trabalhar 5 anos na fábrica de Manaus, acha que aprender o idioma é a parte mais difícil da adaptação. "Tenho o privilégio de algumas pessoas entenderem o português, mas a gente tem que aprender a falar o espanhol. Já sei um portunhol, dá para enrolar um pouquinho", diz.

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Education

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