O filme, assim como o Teatro Mágico original, é para raros ou para loucos...
Apesar de trazer uma narração em off do protagonista, o que ajuda em muitos momentos, não há uma linearidade fácil.
O que há é uma explosão de ideias e técnicas: uma parte da história se passa em desenhos; outro momento usa animação de fotos; imagens se congelam durante a ação; céus verdes e árvores cor de laranja; efeitos especiais pululam por todo canto. Parte das cenas são gravadas em videoteipe. Usam-se muitos efeitos especiais de vídeo, como o de cromaqui no qual o ator contracena num fundo azul, no qual mais tarde é aplicado outro fundo.
Mas essas cenas se tornam um tanto simplórias quando vistas hoje. Sumiços e aparições de surpresa, muitas acompanhados por ruídos ridículos fazem lembrar episódios televisivos de "Os Trapalhões". É preciso, portanto, dar algum desconto ao diretor e à década à qual o filme pertence.
Tudo contribui para dar uma cara lisérgica, surreal, claustrofóbica, estranha, ao mesmo tempo em que é underground, caseira, de fundo de quintal.
não tem legenda :/
Cegaderal 1 week ago
não consigo acompanhar essa legenda muito rápida
rollingstolzes 2 weeks ago