Eu, Augusto dos Anjos, marca a trajetória do poeta em seu ultimo momento de vida em plena criação artística, caminhando para a plenitude da morte, tema constante em suas obras, revelando o surpreendente universo de suas poesias.
O solo surgiu do espetáculo Visões da Morte, dirigido por Jerônimo Vieira tendo como coreógrafo e intérprete Marcos Brandão. O coreógrafo, em sua pesquisa corporal no curso de licenciatura em teatro da UFPB junto à Técnica Butoh seu mais novo referencial artístico, investiga uma nova roupagem na estética e na direção cênica.
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