Injustiça contra ocupação em Uberlândia (MG)

Loading...

Sign in or sign up now!
Alert icon
Upgrade to the latest Flash Player for improved playback performance. Upgrade now or more info.
1,145
Loading...
Alert icon
Sign in or sign up now!
Alert icon

Uploaded by on Aug 4, 2011

Conferimos mais uma vez várias atrocidades por parte das autoridades de Uberlândia, sem falar no desespero das pessoas que lá estavam. Foi verificada a retirada compulsória dos ocupantes através de tratores, caminhões e, claro, muita pressão, ou melhor, repressão àqueles que lá ainda estão.Segundos as famílias e conforme presenciado, os barracos encontrados vazios, mesmo com os pertences dos ocupantes, estão sendo derrubados. Há famílias com cinco, seis ou sete crianças que não têm pra onde irem.
Segundo autoridades presente no local, policiais militares e oficiais de justiça, afirmaram que estão cumprindo ordem judicial, perguntado sobre quem era o dono da área, as autoridades disseram que não sabiam.
O clima é de tensão e impasse no despejo das 3 mil famílias acampadas . Na ordem expedida pelo juiz Walner Barbosa Milward de Azevedo não consta demarcada a área a ser despejada, conforme exigido por lei. Ocorre que não se tem como identificar o local para o cumprimento das decisões judiciais. E ainda mais a individualização da área e sua perfeita identificação é obrigação dos autores nas iniciais das Ações de Reintegração. Isso não foi feito e não é função dos oficiais de justiça. Existem áreas que não são objeto do despejo onde as famílias podem permanecer. Os Oficiais de Justiça não conseguindo identificar estas áreas estão se valendo do serviço de um topógrafo contratado pelos supostos proprietários. Os advogados das famílias entraram com um recurso alegando que a ação que está sendo cumprida é de reintegração de posse e não uma ação demarcatória de propriedade. Portanto, esse serviço ilegal de demarcação de glebas para efetivação de liminar de despejo atinge as famílias acampadas, e é prova clara do que temos denunciado: a superposição de matrículas sobre o mesmo imóvel e as fraudes cartorárias.
Inclusive o espólio de Irany Anecy de Souza, um dos pretensos proprietários, é réu em processo em curso na 2ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias de Uberlândia, motivado pela inexistência de demarcação da gleba de terra da qual ele se diz proprietário.

  • likes, 1 dislikes

Link to this comment:

Share to:
see all

All Comments (0)

Sign In or Sign Up now to post a comment!
Loading...

Alert icon
0 / 00Unsaved Playlist Return to active list
    1. Your queue is empty. Add videos to your queue using this button:
      or sign in to load a different list.
    Loading...Loading...Saving...
    • Clear all videos from this list
    • Learn more