Descalço - a poesia brinca (descalço, aquele que se move/ sem calço... aquele que se ergue/ do nada) com o vazio do Tao e a necessidade ocidental de se firmar (por que não se firmar com o Tao?). segue pelo lago Paranoá e pela cidade do Paranoá com personagens anônimos, mas cheios de vida (pescava no paranoá/ o rap do paranoá)... a música acompanha numa mistura de rap, reggae, dum'n'bass...
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