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Leitura: Paulo Autran
Vinícius de Moraes, "Antologia Poética", Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1960, pág. 96. "Soneto de Fidelidade" De tudo ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama Eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure.
da tristeza ,nos barte forte passamos tempo mal e saudade da felicida pra nos devemos esta feliz por nos mesmo nao responsabilia outra pessoa as pessoa poderia ser conhece melhor para saber lidar com divercidade da vida e so olha natureza ,inverno,verao e natureza so devermos aprende pra ser melhor pra nos mesmo fantazia e bom mas atrapalha muito
gabrielabrasil1000 1 week ago