Featured Playlists
Expand Your Mind: Getting a Grasp on Consciousness
SPEAKERS:
Alexander Shulgin: Pharmacologist and Chemist
Christof Koch: Lois and Victor Troendle Professor of Cognitive and Behavioral Biology, California Institute of Technology
Koch at Cal Tech
Patricia Churchland: Professor of Philosophy, University of California, San Diego
Ira Flatow, MODERATOR: Host/Executive Producer, Talk of the Nation: Science Friday
Flatow's NPR profile
ABOUT THE LECTURE:
At some point, these panelists suggest, the issue of defining consciousness may just disappear. Suggests Christof Koch: "Let's treat consciousness as an empirical problem to be tackled by the biological sciences."
Koch makes distinctions between different kinds of consciousness: sleep and its varied stages; awareness of sounds, sights and smells; levels of arousal. All these different states are properties "of complex adaptive networks with massive feedback shaped by natural selection." And there are many behaviors that occur without consciousness. "When we talk, we don't know what we're going to say," says Koch. His research has focused on finding "neural correlates of consciousness." In one experiment with patients whose brains were implanted with 100 electrodes, he flashed pictures of Jennifer Aniston and the Sydney Opera House. While the patients could not remember what they'd seen, neurons responded selectively to these images. Studies like this, with even more sensitive tools, may some day help develop an information-based theory of consciousness, Koch says.
Mental phenomena are nothing but phenomena of the physical brain, says Patricia Churchland. It's "an illusion of the brain" to think that we have a "nonphysical soul that does our feeling." But how the brain creates constructs of itself and things in the world remains a major puzzle. For instance, how does a brain "habitually represent goals, plans and projects -- things that don't yet exist?" And what about the huge amount of spontaneous activity in the brain that occurs while we're resting? We don't understand how the "organization of a motor response is achieved," nor how these responses are integrated across sensory systems together with memory. Churchland anticipates a fundamental shift in looking at the brain that will merge philosophical and neurobiological issues.
In his day, Alexander Shulgin explored consciousness through "the art of chemistry." He synthesized a version of mescaline and invented other psychedelic drugs, experimenting on himself, before the era of government and university regulations. "Each material had to be learned, as a new meeting.... The beauty of the final results, finding out what the effects were, was that you couldn't be wrong." If he reported visual enhancements, and recall of memories, his data was "always a winner," because it was mostly a matter of subjective experience. Shulgin rues the laws and propaganda against psychedelic drugs, because he believes these drugs would serve as a useful "probe to look at the function of mind."
NOTES ON THE VIDEO (Time Index):
Video length is 1:44:28.
Ira Flatow introduces the session and Alexander Shulgin.
At 2:26, Shulgin begins.
At 28:31, Flatow introduces Christof Koch.
At 29:21, Koch begins.
At 1:00:22, Flatow introduces Patricia Smith Churchland.
At 1:23:44, Flatow takes questions from the audience.
At 1:37:09, Flatow thanks panelists, and invites participants to the closing ceremony.
At 1:40:07, Susumu Tonegawa unveils a portrait of Barbara and Jeffrey Picower, and a dedicatory plaque.
http://mitworld.mit.edu/video/<wbr>342/
Entheogenic Explorations: Getting the Most from Psychedelics
Presentation: Entheogenic Explorations: Getting the Most from Psychedelics. (Q&A session)
Ann Shulgin, Sasha Shulgin, Myron Staroff
These experts will briefly discuss their interest in entheogen studies and take questions from the audience.
Link: http://www.assacon.com/2004/pr<wbr>esentations.html#ashulginpreso
Luiz Pacheco - O Libertino
Luiz José Gomes Machado Guerreiro Pacheco[1] (Lisboa, 7 de Maio de 1925 — Montijo, 5 de Janeiro de 2008) foi um escritor, editor, polemista, epistológrafo e crítico de literatura português.
Nasceu em 1925, na freguesia de São Sebastião da Pedreira, numa velha casa da Rua da Estefânia, filho único, no seio de uma família da classe média, de origem alentejana, com alguns antepassados militares. O pai era funcionário público e músico amador. Na juventude, Luiz Pacheco teve alguns envolvimentos amorosos com raparigas menores como ele, que haveriam de o levar por duas vezes à prisão [2].
Desde cedo teve a biblioteca do seu pai à sua inteira disposição e depressa manifestou enorme talento para a escrita. Estudou no Liceu Camões e chegou a frequentar o primeiro ano do curso de Filologia Românica da Faculdade de Letras de Lisboa, onde foi óptimo aluno,[3] mas optou por abandonar os estudos. A partir de 1946 trabalhou como agente fiscal da Inspecção Geral dos Espectáculos, acabando um dia por se demitir dessas funções, por se ter fartado do emprego. Desde então teve uma vida atribulada, sem meio de subsistência regular e seguro para sustentar a família crescente (oito filhos de três mães adolescentes), chegando por vezes a viver na maior das misérias, à custa de esmolas e donativos, hospedando-se em quartos alugados e albergues, indo à Sopa dos Pobres. Esse período difícil da vida inspirou-lhe o conto Comunidade, considerado por muitos a sua obra-prima. Nos anos 60 e 70, por vezes viveu fora de Lisboa, nas Caldas da Rainha e em Setúbal.
Começa a publicar a partir de 1945 diversos artigos em vários jornais e revistas, como O Globo, Bloco, Afinidades, O Volante, Diário Ilustrado, Diário Popular e Seara Nova. Em 1950, funda a editora Contraponto, onde publica escritores como Raul Leal, Vergílio Ferreira, José Cardoso Pires, Mário Cesariny, António Maria Lisboa, Natália Correia, Herberto Hélder, etc., tendo sido amigo de muitos deles [4] . Dedicou-se à crítica literária e cultural, tornando-se famoso (e temido) pelas suas críticas sarcásticas, irreverentes e polémicas. Denunciou a desonestidade intelectual e a censura imposta pelo regime salazarista [5] Denunciou, de igual modo, plágios, entre os quais o cometido por Fernando Namora em Domingo à Tarde sobre o romance Aparição de Vergílio Ferreira.
A sua obra literária, constituída por pequenas narrativas e relatos (nunca se dedicou ao romance ou ao conto) tem um forte pendor autobiográfico e libertino, inserindo-se naquilo a que ele próprio chamou de corrente "neo-abjeccionista". Em O Libertino Passeia por Braga, a Idolátrica, o Seu Esplendor (escrito em 1961), texto emblemático dessa corrente e que muito escândalo causou na época da sua publicação (1970), narra um dia passado numa Braga fantasmática e lúbrica, e a sua libertinagem mais imaginária do que carnal, que termina de modo frustrantemente solitário.
Alto [6] , magro e escanzelado, calvo, usando óculos com lentes muito grossas devido a uma forte miopia, vestindo roupas usadas (por vezes andrajosas e abaixo do seu tamanho), hipersensível ao álcool (gostava de vinho tinto e de cerveja), hipocondríaco sempre à beira da morte (devido à asma e a um coração fraco), impenitentemente cínico e honesto, paradoxal e desconcertante, é sem dúvida, como pícaro personagem literário, um digno herdeiro de Luís de Camões, Bocage, Gomes Leal ou Fernando Pessoa.
Debilitado fisicamente e quase cego devido às cataratas[7], mas ainda a dar entrevistas aos jornais, nos últimos anos passou por três lares de idosos, tendo mudado em 2006 para casa do seu filho João Miguel Pacheco, no Montijo e daí para um lar, na mesma cidade.
Um ano após a morte de Mário Cesariny, a 26 de Novembro de 2007, em jeito de homenagem ao poeta, Comunidade foi editada em serigrafia/texto com pinturas de Artur do Cruzeiro Seixas pela Galeria Perve. Nessa efeméride, Luiz Pacheco foi entrevistado pela RTP, no seu quarto e último lar de idosos.
Morreria algumas semanas depois, a 5 de Janeiro de 2008, de doença súbita, a caminho do Hospital do Montijo, onde declararam o óbito às 22h17.
Fonte: Wikipedia
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