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De um homem do leme,
Aponto do navio afundar,
Treme, treme, treme.
O homem a cantar,
A sua última esperança,
De ver a sua linda criança,
Crescer e se casar.
E não afunda o navio,
O homem pegou o seu barco,
E fez um desafio.
E ajuda pedirei,
Pensou o homem,
Orar, orei.
Pensar, pensei, chorar chorei,
Lutar lutei,
Mas nada de desistir naveguei.
Dentro de um navio aponto de afundar,
O seu barco só dava pra sei,
Era preciso os demais logo salvar.
Em alto mar pensou,
Chegar em terra a salvo,
Nesse meio tempo chegou.
Voltou para o nalto mar,
A onde o seu navio,
Estava aponto de afundar.
Que se encontrava,
No navio que afundava,
Com as obras dos inimigos.
Que só um poeta podia contar,
E esse triste momento,
Em poesia pude transformar.
Do poeta: Paulo de Andrade
Bom fim de semana.
Tudo de bom também.
Ana