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Música e interpretação: Benny Carvalho Letra: Soledade Martinho Costa Do C...
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Música e interpretação: Benny Carvalho Letra: Soledade Martinho Costa Do CD «Nunca é Tarde»
Canção de abertura do Campeonato Mundial de Karaté, realizado em Braga em 2009.
HÁ UMA ESTRELA
Há uma estrela Que brilha mais Lá no firmamento do teu olhar.
Há uma flor Por descobrir Em cada canto do teu sorrir.
Sempre que escutas Bate O teu coração Sempre que um verso canta Conta um segredo
Há uma estrela Que brilha mais Lá no firmamento do teu olhar.
Há uma flor Por descobrir Em cada canto do teu sorrir
Sempre que as aves Soltam do arvoredo O seu trinado Para calar o medo.
Sempre que pensas Sabes Que o mundo pode Deixar que o Sol Desperte Germine o grão.
Sempre que as aves Soltam do arvoredo O seu trinado Para calar o medo
Soledade Martinho Costa
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Música e interpretação: Luís Represas Poema: Soledade Martinho Costa Do C...
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Música e interpretação: Luís Represas Poema: Soledade Martinho Costa Do CD «Cumplicidades»
E FOI DEZEMBRO
E foi Dezembro Que as tuas mãos Colheram devagar.
E foi Dezembro Quando a sós Tudo disseste Quase sem falar.
Foi um palco vazio A acontecer No frio que se ergueu Dentro de nós.
Uma distância O mar que se estendeu A separar da minha A tua mão.
E foi Dezembro Inteiro a anunciar A solidão dos dias Por nascer.
E foi Dezembro À chuva a reviver As pedras e os rios E os luares.
Os nomes Que vestiam os lugares E os sonhos repartidos Que não fomos.
A coragem Nascida de aceitar A verdade de ser O que hoje somos.
E foi Dezembro Vivo na roseira Despida no silêncio Do jardim.
E foi Dezembro Ainda na cegueira Das asas de uma ave Que há em ti.
Foi um tempo De amantes a aprender Que não deve esquecer-se O verbo amar Ou um Inverno apenas A perder-se Da Primavera Do primeiro olhar.
Soledade Martinho Costa
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Música: José Cid Interpretação: José Cid e Vitor Sá Poema: Soledade Martin...
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Música: José Cid Interpretação: José Cid e Vitor Sá Poema: Soledade Martinho Costa Do trabalho CANTAR O AMOR Realizado para comemorar a passagem dos 650 anos sobre a morte de Inês de Castro (7 de Janeiro de 1350)
AMOR SUBLIME
Vestiram as estrelas No céu negros mantos Nos pinhais a dança Das sombras cessou E as ondas do mar Rolaram seus prantos No escuro da noite O frio gelou.
Coimbra tremeu E Pedro ficou Tão cego de dor Que logo a vingança Em seu peito ardeu A falar mais alto Que o temor a Deus.
À sua presença Vieram então Os homens que a vida A Inês roubaram E a pressa de Pedro Em fazer justiça Pela morte da amada Assim o ditou.
E verdade ou não No eco das vozes Assim se contou Em ambas as mãos Arrancado ao peito De um dos três algozes O seu coração Com raiva trincou.
E mais se contou Que mesmo já fria D. Pedro sentou Dona Inês no trono E nele a coroou Rainha e senhora E o reino com ele Sua mão beijou.
Soledade Martinho Costa
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(2 months ago)
Música: José Cid Interpretação: José Cid e Vitor Sá Poema: Soledade Martin...
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Música: José Cid Interpretação: José Cid e Vitor Sá Poema: Soledade Martinho Costa Do trabalho CANTAR O AMOR Realizado para comemorar a passagem dos 650 anos sobre a morte de Inês de Castro (7 de Janeiro de 1350)
AMOR SUBLIME
Vestiram as estrelas No céu negros mantos Nos pinhais a dança Das sombras cessou E as ondas do mar Rolaram seus prantos No escuro da noite O frio gelou.
Coimbra tremeu E Pedro ficou Tão cego de dor Que logo a vingança Em seu peito ardeu A falar mais alto Que o temor a Deus.
À sua presença Vieram então Os homens que a vida A Inês roubaram E a pressa de Pedro Em fazer justiça Pela morte da amada Assim o ditou.
E verdade ou não No eco das vozes Assim se contou Em ambas as mãos Arrancado ao peito De um dos três algozes O seu coração Com raiva trincou.
E mais se contou Que mesmo já fria D. Pedro sentou Dona Inês no trono E nele a coroou Rainha e senhora E o reino com ele Sua mão beijou.
Soledade Martinho Costa
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