-
3 weeks ago
Dance das melhores épocas
LACERDADIAS
added to a playlist
-
3 weeks ago
ZR1 Vette vs Jet! - Chevrolet Corvette ZR1 Races A U.S. Navy Fighter Jet
MT Editor at Large Arthur St. Antoine pits Chevy's awesome "Blue Devil" -- the Corvette ZR1 -- against its toughest adversary yet: a Blue Angels F/...
MotorTrend • 5,706,399 views
-
3 weeks ago
LACERDADIAS
liked
-
4 months ago
LACERDADIAS
favorited
-
-
3 weeks ago
Especial para minha esposa
LACERDADIAS
added to a playlist
-
-
2 months ago
Ray J "SEXY CAN I" Uncensored ft. Yung Berg
Top Videos ... click: http://youtube.com/nogoodflix
BUZZ ... must see: http://flix.bz .... NEW today: http://cieon.me
From the DMV channel on NO G...
nogoodtv • 22,459,236 views
LACERDADIAS
liked
-
3 months ago
CATEDRAL - LEANDRO
CATEDRAL
O deserto que atravessei
Ninguém me viu passar
Estranha e só
Nem pude ver que o céu é maior
Tentei dizer
Mas vi você
Tão longe de chega...
mkelly1263 • 708,135 views
LACERDADIAS
liked
-
-
3 months ago
-
-
3 months ago
-
3 months ago
-
3 months ago
musicas
LACERDADIAS
added to a playlist
-
Akon - I Wanna Love You ft. Snoop Dogg
-
Akon - Lonely
-
Akon - Smack That ft. Eminem
-
David Guetta - Sexy Chick (Featuring Akon)
-
DJ KHALED, AKON & TI "We Takin' Over"
-
Edward Maya & Vika Jigulina - Stereo Love (Official Music Video)
-
Inna - Deja Vu (feat. Bob Taylor) [Official Music Video]
-
Kardinal Offishall - Dangerous ft. Akon
-
-
-
-
4 months ago
LACERDADIAS
liked
-
-
-
4 months ago
LACERDADIAS
liked
-
-
4 months ago
♪♥♫Rosana-O amor e o Poder♪♥♫
varias imagens e uma pequena parte do filme Titanic com fundo O amor e o poder com Rosana.
seuMadrugaaaa • 700,830 views
-
4 months ago
LACERDADIAS
liked
-
-
6 months ago
Cascão em: Um cenário para os meus bonequinhos
Cascão em: um cenário para os meus bonequinhos
nineevon • 1,812,422 views
LACERDADIAS
favorited
-
6 months ago
About Carlos Lacerda
Created by
LACERDADIASLatest Activity
Feb 7, 2012Date Joined
Jan 29, 2009About this user
Todos os sofrimentos do mundo moderno se originam de um só defeito da grande máquina: a falta de disciplina.O conceito da liberdade excessiva, o predomínio do individualismo mais desenfreado que determinou o desequilíbrio social que perturba o ritmo da vida do nosso século.
Desde a Revolução Francesa, outro não tem sido o grito da humanidade senão aquele atroou todos os recantos do mundo e do século:
- Liberdade! Liberdade!
E foi a liberdade que espalhou sobre as nações as doutrinas mais contraditórias, as afirmativas mais absurdas, os brados mais lancinantes de angústia do pensamento e do coração.
Liberdade! Clamava o homem e, clamando, tratava de conquistar os meios com que pudesse exercer, com forte base econômica, a faculdade de ser livre.
Foi assim que se transformaram os primeiros capitais da avareza.
Liberdade! Clamavam os banqueiros, e foi assim clamando que dominaram as nações, escravizaram as indústrias e o comércio, humilharam os produtores.
Liberdade! Clamavam os industriais e comerciantes e, entregues às leis da concorrência, livraram-se da disciplina do Estado, mas caíram no cativeiro dos agiotas.
Liberdade! Clamavam os patrões e, em nome da liberdade de contrato, passaram a explorar os pobres, e o trabalho humano transformou-se em mercadoria sujeita às leis da oferta e da procura.
Liberdade! Clamavam, por sua vez, os proletários, os quais, assistindo ao espetáculo de luxo e paganismo de seus chefes, endureceram o coração e lançaram-se nas tremendas lutas de classe, feitas de ódio e de revolta.
Liberdade! Clamavam os pais, os esposos, os filhos, e ruiu a estrutura dos velhos lares felizes e tranqüilos.
Liberdade! Clamava a imprensa, e na livre concorrência comercializou-se, ao gosto depravado das turbas que precisou agradar, e dos argentários, aos quais precisou vender-se.
E, em nome da liberdade, o gênero humano caminha para a ruína total, destruindo o ritmo de sua existência com a morte da disciplina.
A indisciplina destrona a modéstia e erige em ídolo a vaidade e o orgulho; transforma o amor em puro instinto sexual; reduz a amizade a uma questão de oportunidade; considera a honra como um ponto de vista; examina os costumes como relatividade de convenientes; semeia o ódio sobre a Terra; cria uma civilização de rebelados.
Já o homem não sabe defender-se dos vícios. Libertando-se da disciplina do espírito, cai na escravidão dos instintos.
O homem, agora, é livre. Livre de todos os preconceitos. Não tem sentimento nem religioso nem cívico. A Pátria, que é a Pátria, depois que lhe deram a significação meramente política de vontade geral? A Pátria é uma convenção.
Assim a julga a mentalidade capitalista. Assim também a imagina a classe operária.
É que a Pátria, ela mesma, é uma expressão de disciplina. E, tendo desaparecido a disciplina, desaparece a Pátria.
Dessa forma a humanidade marcha até a Grande Guerra. Culmina no seu delírio e desce, agora, a encosta dolorosa da desilusão, da tristeza surda, da insatisfação.
Essa insatisfação não se aplacará em qualquer regimen, seja ele qual for.
O próprio comunismo é uma ilusão. Pois, devendo impor uma atroz disciplina, virá contrariar o individualismo, que atualmente busca nele o derivativo máximo.
Liberdade! Liberdade!
Nunca o gênero humano foi mais infeliz! Nunca foi tão prisioneiro... Nem mais escravo.
E a liberdade é o supremo dom do Homem. É a dignidade da nossa Espécie. É a alegria dos nossos movimentos. É a nossa honra e a nossa glória, nossa aspiração superior.
Quem a degradou assim? Quem a tornou uma enfermidade e um opróbrio?
O liberalismo. Como salvaremos a liberdade?
Pela disciplina.
("O Sofrimento Universal", José Olympio Editora, 1934 - São Paulo, pags. 217 a 220).