O cineasta Theo Van Gogh foi assassinado por causa desse filme, por um mulçumano, que em seguida o degolou e lhe cravou no peito uma carta em que anunciava sua próxima vítima: Ayaan Hirsi Ali, que fizera ao lado de Theo o filme Submissão. Ela vem sofrendo mais ameaças de outros membros da sua ex-religião, o islã. È a autora de um livro onde relata a sua história: Infiel - O livro está disponível para download e em português aqui nesse link.
http://www.4shared.com/file/75122021/57a3be91/Ayaan_Hirsi... O curta-metragem fala sobre a violência exercida contra as mulheres muçulmanas, que são tratadas como inferiores pelos seguidores do islamismo, que tem Alá como o seu Deus. Em uma vida de horrores, marcada pela circuncisão feminina Elas são impedidas de trabalhar e de andar pelas ruas sozinhas. Milhares de viúvas que, sem poder ganhar seu sustento, dependem de esmolas ou simplesmente passam fome. Mulheres com os dedos decepados por pintar as unhas. apedrejadas por que cometeram adultério Casadas, solteiras, velhas ou moças e até crianças, suspeitas de transgressões - e tudo o que compõe a vida normal é visto como transgressão - são espancadas, ou executadas. E por toda parte aquelas imagens que já se tornaram um símbolo: grupos de figuras idênticas, sem forma e sem rosto, cobertas da cabeça aos pés nas suas túnicas - as burqas.
Não a liberdade nos países islâmicos {teocracia}, as mulheres são doutrinadas {homens também} desde de criança. Quando adultos perdem o discernimento, ficam submissos por coerção e medo das leis, junto com uma espécie de lavarem cerebral. Porque não conhecem outra realidade {portanto é a única possível}, vivem isolados na ditadura cultural, religiosa e estatal em que estão presos. Se uma mulher ocidental tivesse o azar de nascer em um desses países e passasse por todo esse possesso, certamente diria que ela aceita por que quer e seria submissa, poderia até achar que esse é o modo de vida ideal. Orando para o seu Deus, como uma vitima da Síndrome de Estocolmo, onde a sua esperança está nas mãos do seu algoz. Os homens e a sociedade islâmica justificam as atrocidades cometidas contra as mulheres em nome do seu bode expiatório: Alá {que teve como pombo correio divino: Maomé}. Se alguma mulçumana transgredir essa lógica e se expressar ou infligir alguma regra, será condenada a todo tipo de barbárie e até a morte.
Sem um estado laico e democrático que garanta ao seu povo as liberdades necessárias, onde se possa pensar livremente sem as amarras da tradição, com leis justas, direitos humanos... Como alguém pode dizer que o que está seguindo é apenas uma escolha pessoal? Se não teve acesso ou direito a outras alternativas... Essa escolha é apenas uma ilusão distópica.
Informações sobre Theo Van Gogh
http://pt.wikipedia.org/wiki/Theo_van_Gogh_(realizador)
Informações sobre o seu assasino: Bouyeri
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2005/07...Informações sobre a Ayaan Hirsi Ali
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ayaan_Hirsi_Ali.
(less info)
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FBI