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A Juventude Socialista de Fafe organizou na sexta-feira passada, dia 8 de Maio, às 21:30h no auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, uma conferência, aberta a toda a população fafense, e particularmente direccionada para os jovens, subordinada ao tema: (Des) Emprego Jovem e Novos Modelos de Desenvolvimento Económico. Num auditório repleto de população, marcaram presença na sessão, muitos jovens, o Director do Centro de Emprego de Fafe, a responsável pela UNIVA-Fafe (Unidade de Inserção na Vida Activa), vários Presidentes de Junta, Empresários, e dirigentes de Associações e Instituições do concelho de Fafe. O painel da conferência foi constituído pelo Delegado Regional do Norte do IEFP (Instituto de Emprego de Formação Profissional), Dr. Avelino Leite, e pelo Secretário-Geral da UGT, Eng. João Proença, tendo a sessão sido moderada pelo Coordenador do Grupo de Estudos da JS Fafe Economia, Empreendedorismo e (Des)Emprego Jovem, Ricardo Fernandes. O Delegado Regional do Norte do IEFP), Dr. Avelino Leite, após analisar a conjuntura económica mundial que causou um forte impacto na Europa, condicionando o crescimento e desenvolvimento de Portugal, acentuando a taxa de desemprego dos jovens, apresentou resumidamente as principais medidas governamentais de apoio ao (des) emprego jovem e ao empreendedorismo, como o programa FINICIA JOVEM que disponibiliza apoio técnico especializado aos jovens empreendedores que pretendam implementar uma ideia ou projecto de negócio inovador e facilita o acesso ao financiamento para a criação de empresas.
O Delegado Regional do IEFP destacou a importância de uma estratégia nacional assente numa aposta decidida na educação e na qualificação profissional que invista e forme jovens proactivos e qualifique desempregados, salientando que embora o número de desempregados licenciados inscritos nos centros de emprego tenha crescido, os licenciados demoram em média 8 meses a encontrar emprego, menos do que os 18 a 20 meses dos cidadãos com ensino básico, sinal da mudança que se está a operar a nível económico, isto é, a economia está a criar empregos que exigem cada vez mais qualificação.
O Secretário-Geral da UGT, Eng. João Proença, após abordar o quadro socioeconómico nacional pós 25 de Abril e reforçar a importância e o papel de Portugal na União Europeia, referiu que o actual cenário de crise global, uma crise de consumo e falta de confiança, colocou a descoberto as fragilidades da economia portuguesa que se baseou durante largos anos em trabalho pouco qualificado e com baixas remunerações.
Para João Proença a formação e qualificação profissional é essencial no mercado de trabalho, pelo que é necessário continuar a aprofundar as medidas que promovem a melhoria da qualidade do emprego, e reforcem os níveis de educação e de qualificação profissional dos trabalhadores no activo e dos jovens. Neste ponto, destacou a importância dos estágios profissionais, defendendo que os jovens estiverem em estágios seis, nove meses ou um ano devem ter direito ao subsídio de desemprego. O líder da UGT reiterou a necessidade de aumentar o investimento público e privado, como factor fundamental para combater a crise e promover o crescimento, admitindo que os sindicatos possam negociar aumentos salariais ou adaptabilidade de horários em troca da garantia da manutenção dos postos de trabalho mas nunca através de cortes salariais. O Secretário-Geral da UGT assinalou como positivas várias medidas do Governo no combate à crise, designadamente os aumentos do abono de família, as medidas de acção social escolar e as alterações no IRS e no IMI, assim como a melhoria da situação financeira da Segurança Social, e o aumento dos salário mínimo nacional, defendendo a necessidade de criar condições para uma rápida execução destas e de outras medidas que têm sido anunciadas pelo Governo para combater a crise económica. A sessão compreendeu um período de debate que acolheu experiências e ideias dos jovens fafenses que participaram na conferência, onde foi defendida a necessidade de um novo modelo económico assente num desenvolvimento justo, solidário e sustentável, sendo que para o líder da JS-Fafe, Daniel Bastos, com esta iniciativa a Juventude Socialista de Fafe assume a problemática do (des) emprego jovem, como assunto prioritário da agenda política local, distrital e nacional, envolvendo e acolhendo os contributos de toda a sociedade fafense num debate alargado e gerador de soluções. Para mais informações e acederes aos nossos canais de divulgação:
www.jsfafe.blogspot.com
www.youtube.com/jsfafe
http://hi5.com/fr...
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A Juventude Socialista de Fafe organizou na sexta-feira passada, dia 8 de Maio, às 21:30h no auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, uma conferência, aberta a toda a população fafense, e particularmente direccionada para os jovens, subordinada ao tema: (Des) Emprego Jovem e Novos Modelos de Desenvolvimento Económico. Num auditório repleto de população, marcaram presença na sessão, muitos jovens, o Director do Centro de Emprego de Fafe, a responsável pela UNIVA-Fafe (Unidade de Inserção na Vida Activa), vários Presidentes de Junta, Empresários, e dirigentes de Associações e Instituições do concelho de Fafe. O painel da conferência foi constituído pelo Delegado Regional do Norte do IEFP (Instituto de Emprego de Formação Profissional), Dr. Avelino Leite, e pelo Secretário-Geral da UGT, Eng. João Proença, tendo a sessão sido moderada pelo Coordenador do Grupo de Estudos da JS Fafe Economia, Empreendedorismo e (Des)Emprego Jovem, Ricardo Fernandes. O Delegado Regional do Norte do IEFP), Dr. Avelino Leite, após analisar a conjuntura económica mundial que causou um forte impacto na Europa, condicionando o crescimento e desenvolvimento de Portugal, acentuando a taxa de desemprego dos jovens, apresentou resumidamente as principais medidas governamentais de apoio ao (des) emprego jovem e ao empreendedorismo, como o programa FINICIA JOVEM que disponibiliza apoio técnico especializado aos jovens empreendedores que pretendam implementar uma ideia ou projecto de negócio inovador e facilita o acesso ao financiamento para a criação de empresas.
O Delegado Regional do IEFP destacou a importância de uma estratégia nacional assente numa aposta decidida na educação e na qualificação profissional que invista e forme jovens proactivos e qualifique desempregados, salientando que embora o número de desempregados licenciados inscritos nos centros de emprego tenha crescido, os licenciados demoram em média 8 meses a encontrar emprego, menos do que os 18 a 20 meses dos cidadãos com ensino básico, sinal da mudança que se está a operar a nível económico, isto é, a economia está a criar empregos que exigem cada vez mais qualificação.
O Secretário-Geral da UGT, Eng. João Proença, após abordar o quadro socioeconómico nacional pós 25 de Abril e reforçar a importância e o papel de Portugal na União Europeia, referiu que o actual cenário de crise global, uma crise de consumo e falta de confiança, colocou a descoberto as fragilidades da economia portuguesa que se baseou durante largos anos em trabalho pouco qualificado e com baixas remunerações.
Para João Proença a formação e qualificação profissional é essencial no mercado de trabalho, pelo que é necessário continuar a aprofundar as medidas que promovem a melhoria da qualidade do emprego, e reforcem os níveis de educação e de qualificação profissional dos trabalhadores no activo e dos jovens. Neste ponto, destacou a importância dos estágios profissionais, defendendo que os jovens estiverem em estágios seis, nove meses ou um ano devem ter direito ao subsídio de desemprego. O líder da UGT reiterou a necessidade de aumentar o investimento público e privado, como factor fundamental para combater a crise e promover o crescimento, admitindo que os sindicatos possam negociar aumentos salariais ou adaptabilidade de horários em troca da garantia da manutenção dos postos de trabalho mas nunca através de cortes salariais. O Secretário-Geral da UGT assinalou como positivas várias medidas do Governo no combate à crise, designadamente os aumentos do abono de família, as medidas de acção social escolar e as alterações no IRS e no IMI, assim como a melhoria da situação financeira da Segurança Social, e o aumento dos salário mínimo nacional, defendendo a necessidade de criar condições para uma rápida execução destas e de outras medidas que têm sido anunciadas pelo Governo para combater a crise económica. A sessão compreendeu um período de debate que acolheu experiências e ideias dos jovens fafenses que participaram na conferência, onde foi defendida a necessidade de um novo modelo económico assente num desenvolvimento justo, solidário e sustentável, sendo que para o líder da JS-Fafe, Daniel Bastos, com esta iniciativa a Juventude Socialista de Fafe assume a problemática do (des) emprego jovem, como assunto prioritário da agenda política local, distrital e nacional, envolvendo e acolhendo os contributos de toda a sociedade fafense num debate alargado e gerador de soluções. Para mais informações e acederes aos nossos canais de divulgação:
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A Juventude Socialista de Fafe organizou no dia 21 de Fevereiro, às 15:30h no auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, uma sessão de esclarecimento sobre violência doméstica e violência no namoro, aberta a toda a população fafense. Num auditório repleto de jovens, o painel da sessão foi constituído por Dra. Maria Augusta, da Amnistia Internacional; Dra. Teresa Sofia Silva, Gestora do Gabinete de Apoio à Vítima de Braga APAV; Dra. Cristiana Silva da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género CIG; dois agentes do Núcleo de Investigação e Apoio ás Vítimas (NIAVE GNR); e pela Dra. Sylvie Oliveira do Núcleo de Braga da Associação União de Mulheres Alternativa Resposta. A Dra. Maria Augusta, da Amnistia Internacional, explanou o cenário internacional e europeu da violência sobre as mulheres, evidenciando que a violência sobre as mulheres é das mais vastas e persistentes violações de Direitos Humanos, e manifesta-se em diversos contextos, na família, na comunidade, nas instituições estatais, em situações de conflito e pós conflito armado. A Dra. Teresa Sofia Silva, Gestora do Gabinete de Apoio à Vítima de Braga APAV, que focou as formas de violência doméstica, suas causas e consequências, mencionou que em 2008 o Gabinete de apoio à vítima de Braga atendeu dez mil mulheres, salientando que 15 mulheres de Fafe recorreram a esta instituição particular de solidariedade social de apoio à vítima de crime. A Dra. Cristiana Silva da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género CIG, por sua vez, abordou a problemática da violência no namoro, acentuando que estudos recentes indicam que um em cada quatro jovens é vítima de violência nas relações de namoro, sendo que a maioria, não entende esta forma de violência como desajustada, para muitos jovens as manifestações de ciúme ainda são confundidas com provas de amor. Os agentes do Núcleo de Investigação e Apoio ás Vítimas (NIAVE GNR), que visa a prevenção, acompanhamento e investigação das situações de violência exercida sobre as mulheres, sobre as crianças e sobre outros grupos específicos de vítimas, salientaram a dualidade desta realidade em Fafe um concelho em que as vitimas de violência doméstica estão a denunciar mais os agressores, sendo que mais queixas não significa um agravamento do problema, realçando que as vítimas começam a deixar de ter vergonha e medo de denunciar o agressor. A Dra. Sylvie Oliveira do Núcleo de Braga da Associação União de Mulheres Alternativa Resposta, uma associação de mulheres constituída em 1976 que visa incrementar uma mudança nas sociedades contemporâneas, reivindicando um processo de feministização dos domínios político, económico e sociocultural, falou sobre o feminismo e a sua relação no contexto da violência doméstica, alertando para a realidade trágica de no final do ano de 2008, quarenta e quatro mulheres terem morrido em Portugal vítimas de violência doméstica No final da sessão o líder da JS Fafe, Daniel Bastos, referiu que numa época em que os casos de violência doméstica, e de violência no namoro, têm aumentado na sociedade portuguesa, a Juventude Socialista de Fafe não podia ficar indiferente a esta realidade, sendo que a JS Fafe uma vez mais contribuiu para derrubar barreiras e preconceitos sociais, alertando e sensibilizando a população em geral, e os jovens fafenses em particular, para este drama social.
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A Juventude Socialista de Fafe organizou no dia 21 de Fevereiro, às 15:3...
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A Juventude Socialista de Fafe organizou no dia 21 de Fevereiro, às 15:30h no auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, uma sessão de esclarecimento sobre violência doméstica e violência no namoro, aberta a toda a população fafense.
Num auditório repleto de jovens, o painel da sessão foi constituído por Dra. Maria Augusta, da Amnistia Internacional; Dra. Teresa Sofia Silva, Gestora do Gabinete de Apoio à Vítima de Braga APAV; Dra. Cristiana Silva da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género CIG; dois agentes do Núcleo de Investigação e Apoio ás Vítimas (NIAVE GNR); e pela Dra. Sylvie Oliveira do Núcleo de Braga da Associação União de Mulheres Alternativa Resposta.
A Dra. Maria Augusta, da Amnistia Internacional, explanou o cenário internacional e europeu da violência sobre as mulheres, evidenciando que a violência sobre as mulheres é das mais vastas e persistentes violações de Direitos Humanos, e manifesta-se em diversos contextos, na família, na comunidade, nas instituições estatais, em situações de conflito e pós conflito armado. A Dra. Teresa Sofia Silva, Gestora do Gabinete de Apoio à Vítima de Braga APAV, que focou as formas de violência doméstica, suas causas e consequências, mencionou que em 2008 o Gabinete de apoio à vítima de Braga atendeu dez mil mulheres, salientando que 15 mulheres de Fafe recorreram a esta instituição particular de solidariedade social de apoio à vítima de crime.
A Dra. Cristiana Silva da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género CIG, por sua vez, abordou a problemática da violência no namoro, acentuando que estudos recentes indicam que um em cada quatro jovens é vítima de violência nas relações de namoro, sendo que a maioria, não entende esta forma de violência como desajustada, para muitos jovens as manifestações de ciúme ainda são confundidas com provas de amor. Os agentes do Núcleo de Investigação e Apoio ás Vítimas (NIAVE GNR), que visa a prevenção, acompanhamento e investigação das situações de violência exercida sobre as mulheres, sobre as crianças e sobre outros grupos específicos de vítimas, salientaram a dualidade desta realidade em Fafe um concelho em que as vitimas de violência doméstica estão a denunciar mais os agressores, sendo que mais queixas não significa um agravamento do problema, realçando que as vítimas começam a deixar de ter vergonha e medo de denunciar o agressor. A Dra. Sylvie Oliveira do Núcleo de Braga da Associação União de Mulheres Alternativa Resposta, uma associação de mulheres constituída em 1976 que visa incrementar uma mudança nas sociedades contemporâneas, reivindicando um processo de feministização dos domínios político, económico e sociocultural, falou sobre o feminismo e a sua relação no contexto da violência doméstica, alertando para a realidade trágica de no final do ano de 2008, quarenta e quatro mulheres terem morrido em Portugal vítimas de violência doméstica
No final da sessão o líder da JS Fafe, Daniel Bastos, referiu que numa época em que os casos de violência doméstica, e de violência no namoro, têm aumentado na sociedade portuguesa, a Juventude Socialista de Fafe não podia ficar indiferente a esta realidade, sendo que a JS Fafe uma vez mais contribuiu para derrubar barreiras e preconceitos sociais, alertando e sensibilizando a população em geral, e os jovens fafenses em particular, para este drama social.
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