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All Comments (19)

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  • sim, e o homem veio do barro e a mulher da costela do homem do barro

    Como que os cientistas não pensaram nisso ates!

  • lamentável é o seu comentário ignorante, isso sim.

    vai ler um livro.

  • Quanta DESINFORMAÇÃO esse vídeo... lamentável.

  • Richard Dawkins admite o Design Inteligente como Ciência autêntica!

    Link:

    watch?v=_LLWdSUccnU

    Richard Dawkins:

    ...nós animais somos as máquinas mais complicadas e perfeitamente planejadas do universo conhecido

    (DAWKINS, RICHARD - Prefacio do Livro O Gene Egoísta, Belo Horizonte/São Paulo: Itatiaia e Editora da Universidade de São Paulo, 1989, p. 18).

  • Putz que idiotice!

    A Teoria da Evolução já está provada falsa pela ciência honesta e lúcida.

    Que mulher retardada! (Risos).

  • @SeteAntigos7 Importa-se de citar-me o trabalho que desprova a teoria da seleção natural inicialmente descrita por Charles Darwin?

  • 1] A Caixa Preta de Darwin. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998

    2] The Edge of Evolution: The Search for the Limits of Darwinism

    3] In Signature in the Cell, DNA and Evidence for Intelligent Design, de Stephen C. Meyer [Diretor do Center for Science and Culture (CSC)]

    4] Evolution: A Theory in Crisis de Michael Denton, (Bethesda, Maryland: Adler and Adler Publishers)

  • @SeteAntigos7 O Zé Mané posta livros de Criacionistas e defensores do Design inteligente e acha que está abafando hauhauhauhauhau. Tente novamente XD

  • @SeteAntigos7 Stephen C. Meyer nem sabe do que está falando. A argumentação de Meyer é toda baseada em falácias e analogias tolas, como a do Bill Gates. Sem falar na desconsideração de décadas de dados biológicos e teorização em genética evolutiva e biologia molecular. Além disso, ele não define, de forma mínima, o que ele entende por "informação", usando este termo de forma vaga, aludindo à quantidade

  • @SeteAntigos7 de bases no genoma e sua a funcionalidade. Faz de conta que está falando de algo bem definido, mas de fato apenas joga com um conceito superficial e coloquial de informação, que podemos chamar de semântico, mas o tratando como se fosse consensualmente estabelecido e quantificável, quando não o é.

  • @SeteAntigos7 O pior é que quando vamos para as definições mais formais de informação e complexidade (àquelas que usam as abordagens e o formalismo de Shannon e Kolmogorov/Chaitin) o problema piora para os criacionistas, pois vários cientistas têm proposto métricas para quantificar a informação genética de forma rigorosa e tem publicado seus resultados e métodos em periódicos de grande

  • @SeteAntigos7 impacto, mostrando que os mecanismos evolutivos normais produzem o aumento de informação e complexidade em relação a estas métricas, que são cuidadosamente criadas para refletir as particularidades moleculares e os reais mecanismos evolutivos, além de usarem distribuições de probabilidade relevantes. Não são as caricaturas do pessoal do DI.

  • Os grupos de cientistas como os de Thomas D. Schneider, Christoph Adami, Jack Szostack e Larry Yaeger, e outros, desmentem, de forma cabal, os argumentos espúrios dos criacionistas do Design Inteligente e mostram que a evolução, através de mecanismos naturais não guiados, é perfeitamente capaz de promover o aumento do conteúdo informacional e da complexidade genética ou genômica, ao usarmos métricas apropriadas e rigorosas.

  • @SeteAntigos7 VÁ POSTAR SEU LIXO CRIACIONISTA EM OUTRO LUGAR!!

  • @SeteAntigos7 Quanto a Behe, vários cientistas e filósofos já apontaram para a inadequação dos argumentos de Behe que não passam de uma forma de argumento de ignorância (particularmente, de incredulidade pessoal por parte de Behe, i.e. "não sei como evolui, não quero saber também como pode ter evoluído, tenho raiva de que sabe, logo um Designer sobrenatural inescrutável projetou").

  • @SeteAntigos7 Além disso, tem sido demonstrado que muitos dos sistemas, usados como exemplo por Behe e outros, que exibiriam a tal complexidade irredutível de fato não a exibem e os que exibem - de acordo com o critério tradicional de Behe - poderiam ter evoluído perfeitamente a partir de várias 'rotas' evolutivas. Assim o argumento simplesmente é uma grande enganação, não tendo nenhum respaldo científico.

  • Por mais que eu goste da Susan Blackmore e do livro dela, achei a idéia de Teme um tanto forçada. Faz todo sentido se apresentada daquele ponto de vista, mas achei bastante impositiva. Enquanto os memes são coisas revolucionárias do ponto de vista do pensamento, os Temes são idéias conceituais, nomes diferentes para a Inteligência Artificial. O mais adequado, creio eu, seria manter o nome "memes", uma vez que apenas a máquina memética é que muda, não a informação.

  • a idéia é interessante, porém acho que ela atribuiu importância demais, a sua teoria, numa tentativa de criar uma especie de 'teoria do tudo' abandonou o método cientifico e atribuiu um grau secundário a teorias mais importantes. Destituiu o ser humano, como causa, colocando-o como efeito, um espécie de espectador de seus próprios atos. A terceira parte e final da segunda não vale a pena perder tempo vendo, mais acho importante a idéia, deveria ser melhor lapidada

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