Oi cristiane sou de Goiania vivo na Suiça fiz minha operaçao e realmente a nossa vida tem uma melhora de 1000% e olha que antes do procedimento temos tanto medo porque o povo fala tanta coisa ruim... Mais a verdade e que somos felizes...
. De como comecei a gostar mais de mim. Da confiança de agora saber que sou de fato a Cristyane que construí e que sempre fui... Peço de público, já antecipadamente desculpas a todos (as) transexuais que assistirem a esse vídeo e sentirem-se incomodamos com algumas dessas colocações do vídeo ou minhas.
Pena que na edição, deixam apenas o que a eles interessa. Porque não incluíram o trecho sobre o resgate da cidadania, após a cirurgia? Apenas a parte sobre sensualidade, sexualidade, como se após a readequação nos tornássemos apenas corpo, objeto de desejo!
Pois nessa parte, após a edição não entende-se que falava sobre a auto-estima.
Eles recortam muito mal a matéria. Vulgariza a pessoa, tira a dignidade. Deixaram a fala final da Paula sobre a necessidade da dignidade, respeito por parte de outras pessoas, mas parece que só ela quer isso, e não todas as pessoas transsexuais.
Falei muito sobre a luta do Movimento Trans pelo respeito, sobretudo quanto ao gênero. Que as transexuais gostam de serem tratadas por mulheres transexuais, ou somente transexuais. E os homens transexuais, da mesma forma; homens transexuais ou apenas transexuais. De acordo com seus respectivos gêneros construídos.
Pena a mídia, formadora de opinião, tendo uma ferramenta e um material tão rico como esta matéria, não aproveitá-lo para esclarecer e desmistificar o assunto com clareza, seriedade e respeito merecido, principalmente pelas pessoas que se prontificaram a se expor, mostrar a cara e falar de suas vivencias, buscando uma visibilidade positiva e até mesmo ajudar a outras pessoas que estivessem passando pelas mesmas situações e incertezas que vivenciamos agora, ou no passado.
Tanto que o primeiro desconforto é sempre com o gênero, geralmente ainda na infância, quando ainda não sabemos as diferenças entre as genitálias. Não nos sentimos de acordo com o gênero e não sabemos que ele está atrelado ao SEXO biológico... Daí que surge a necessidade de readequar o Sexo!
Tanto que o primeiro desconforto é sempre com o gênero, geralmente ainda na infância, quando ainda não sabemos as diferenças entre as genitálias. Não nos sentimos de acordo com o gênero e não sabemos que ele está atrelado ao SEXO biológico... Daí que surge a necessidade de readequar o Sexo!
Não somos homens querendo trocar de sexo. Nunca fui homem. Nem creio que se nasce homem ou mulher. Do sexo masculino ou feminino sim. Mas homem ou mulher é uma construção; é gênero! E até chegar ao momento da cirurgia, as e os transexuais já estão com a identidade de gênero totalmente construída de acordo com o sexo desejado, preparados para a readequação, que apenas afirmará a realidade que a muito vivenciam.
Apesar do meu respeito pelo Dr. Valter Koff, devo sugerir, que ao referir-se a seus pacientes diga apenas pacientes do sexo feminino (ou masculino), pois pela mídia, a narrativa desta reportagem, e suas próprias palavras, estão operando homens para o sexo masculino, e mulheres para o feminino. E realmente me entristeço de participar desta matéria, pois sei que não é assim!
Reportagem que foi ao ar dia 10 de dezembro de 2009, no Band Cidade, para todo o Rio Grande do sul, pela afiliada local da Rede Bandeirantes. É lamentável ver alguém que foi apresentado como o Coordenador do Grupo e médico responsável por realizar a cirurgia, se referindo aos seus pacientes como homens ou mulheres que querem mudar de sexo.
Oi cristiane sou de Goiania vivo na Suiça fiz minha operaçao e realmente a nossa vida tem uma melhora de 1000% e olha que antes do procedimento temos tanto medo porque o povo fala tanta coisa ruim... Mais a verdade e que somos felizes...
ODiariodeBrunna 3 weeks ago
. De como comecei a gostar mais de mim. Da confiança de agora saber que sou de fato a Cristyane que construí e que sempre fui... Peço de público, já antecipadamente desculpas a todos (as) transexuais que assistirem a esse vídeo e sentirem-se incomodamos com algumas dessas colocações do vídeo ou minhas.
CristyaneOliveira 2 years ago
Pena que na edição, deixam apenas o que a eles interessa. Porque não incluíram o trecho sobre o resgate da cidadania, após a cirurgia? Apenas a parte sobre sensualidade, sexualidade, como se após a readequação nos tornássemos apenas corpo, objeto de desejo!
Pois nessa parte, após a edição não entende-se que falava sobre a auto-estima.
CristyaneOliveira 2 years ago
Eles recortam muito mal a matéria. Vulgariza a pessoa, tira a dignidade. Deixaram a fala final da Paula sobre a necessidade da dignidade, respeito por parte de outras pessoas, mas parece que só ela quer isso, e não todas as pessoas transsexuais.
ileksum 2 years ago
Falei muito sobre a luta do Movimento Trans pelo respeito, sobretudo quanto ao gênero. Que as transexuais gostam de serem tratadas por mulheres transexuais, ou somente transexuais. E os homens transexuais, da mesma forma; homens transexuais ou apenas transexuais. De acordo com seus respectivos gêneros construídos.
CristyaneOliveira 2 years ago
Pena a mídia, formadora de opinião, tendo uma ferramenta e um material tão rico como esta matéria, não aproveitá-lo para esclarecer e desmistificar o assunto com clareza, seriedade e respeito merecido, principalmente pelas pessoas que se prontificaram a se expor, mostrar a cara e falar de suas vivencias, buscando uma visibilidade positiva e até mesmo ajudar a outras pessoas que estivessem passando pelas mesmas situações e incertezas que vivenciamos agora, ou no passado.
CristyaneOliveira 2 years ago
Tanto que o primeiro desconforto é sempre com o gênero, geralmente ainda na infância, quando ainda não sabemos as diferenças entre as genitálias. Não nos sentimos de acordo com o gênero e não sabemos que ele está atrelado ao SEXO biológico... Daí que surge a necessidade de readequar o Sexo!
CristyaneOliveira 2 years ago
Tanto que o primeiro desconforto é sempre com o gênero, geralmente ainda na infância, quando ainda não sabemos as diferenças entre as genitálias. Não nos sentimos de acordo com o gênero e não sabemos que ele está atrelado ao SEXO biológico... Daí que surge a necessidade de readequar o Sexo!
CristyaneOliveira 2 years ago
Não somos homens querendo trocar de sexo. Nunca fui homem. Nem creio que se nasce homem ou mulher. Do sexo masculino ou feminino sim. Mas homem ou mulher é uma construção; é gênero! E até chegar ao momento da cirurgia, as e os transexuais já estão com a identidade de gênero totalmente construída de acordo com o sexo desejado, preparados para a readequação, que apenas afirmará a realidade que a muito vivenciam.
CristyaneOliveira 2 years ago
Apesar do meu respeito pelo Dr. Valter Koff, devo sugerir, que ao referir-se a seus pacientes diga apenas pacientes do sexo feminino (ou masculino), pois pela mídia, a narrativa desta reportagem, e suas próprias palavras, estão operando homens para o sexo masculino, e mulheres para o feminino. E realmente me entristeço de participar desta matéria, pois sei que não é assim!
CristyaneOliveira 2 years ago
Reportagem que foi ao ar dia 10 de dezembro de 2009, no Band Cidade, para todo o Rio Grande do sul, pela afiliada local da Rede Bandeirantes. É lamentável ver alguém que foi apresentado como o Coordenador do Grupo e médico responsável por realizar a cirurgia, se referindo aos seus pacientes como homens ou mulheres que querem mudar de sexo.
CristyaneOliveira 2 years ago