ONDINA Silenciosamente flutuando de mansinho eternamente… sobre a água delicada vai na vida, perdida quase triste, enamorada lentamente viver desamparada. Mágoas despidas nas águas não as tem. Sombras incertas entrando nas frestas mistério do amanhã é o que resta na folha amorosa que espera ansiosa o encanto do vento nas águas agitadas as mãos afagadas docemente… o momento a rigor de repente… com fervor o deus do amor! Luanda, Abril de 1962 Joaquim Coelho Serás aquela?
sousasmister 1 month ago
Obrigada. Eu não sou só a autora do video..sou a autora do texto..e sou eu que o digo...enfim..produção caseira.
Chama-se Ai que saudades eu tenho de ti...Angola....já editado em Livro.
Ondina Teixeira.
flordomato 2 months ago