Conclusão brilhante!! Francês burro! Acabem com os bancos privados e fiquem só com os bancos centrais! Depois acontece o mesmo que aconteceu em muitos países de África na década de 60-70 ou em 2000 no Zimbábue...
@claudiopercheiro O «Francês» autor do videoclip não é burro. Faz uma demonstração matemática de que o sistema financeiro «mundial» (aliás, ocidental e cristão... há bancos islâmicos sem cobrança de juros) rebentou porque está já numa fase em que a espiral de dívida impagável é demasiado notória. Não está em causa a nacionalização da banca privada num qualquer jardim à beira-mar plantado, como o Zimbabué ou Portugal, mas o colapso de um sistema financeiro absurdo e... BURRO.
@claudiopercheiro Ou melhor, tu mal viste que ele era contra a tua "visao politica", nem te preocupaste em ver os pontos fortes e fracos da teoria dele. Apenas te preocupaste em reduzi-lo ao absurdo hiperbolizando tudo o que ele disse. Ele nunca disse que os bancos privados tem de acabar. Apenas disse que falta um banco central capaz de imprimir moeda
Portanto resumindo. Antes do tratado de Lisboa, os estados da zona euro podiam pedir emprestado ao ECB directamente à taxa de juro EURIBOR. Com o artigo 123 do tratado de Lisboa, os estados perderam a capacidade de se poderem financiar junto do banco central e tiveram de recorrer à banca privada e aos mercados financeiros (treasury bonds)... "Porreiro pá" dizia o Sócrates... Não vejo onde isto é porreiro. Meteu os estados a saque de instituições privadas, perdendo assim a soberania. Faz sentido.
@T0B0KKE Para não falar que o EURIBOR é 1 e tal % e as taxas de juro que os bancos praticam têm o Spread em cima. Depois os treasury bonds tem juros altíssimos... Isto foi o plano "all along"... Só um burro não percebe isto.
Por exemplo, os bancos pedem dinheiro emprestado à taxa fixada pelo BCE (1,25%) e depois emprestam aos governos a 7%, chegando mesmo o BCE a comprar dívida a esse juro aos governos! Usura, é outro nome para este escândalo. O sistema monetário serve para escravizar os povos, sendo os governos instrumentos dessa escravatura a favor dos bancos e seus donos.
Uma coisa que aqui não é referida é a constituição dos ditos bancos centrais. O Fed, por exemplo, é uma instituição que pertence aos bancos privados americanos, e mesmo alguns estrangeiros. O mesmo se passa com outros bancos centrais. São eles que regulam a taxa base, a qual serve para emprestarem dinheiro aos bancos comerciais, seus proprietários. A taxa de desconto é a taxa de empréstimo aos bancos proprietários, os quais depois emprestam (através da compra de títulos) a taxas exorbitantes!
O francês entendeu que a França não pode monetizar a dívida pública via banco central: mesmo porque, a França jogou o velho franco pela janela. Quem controla a política monetária da França é o BCE. Um ponto questionável nesta análise: ele disse que quando dos reembolsos a banheira seca. Por quê? Ao que consta quando uns pagam ao banco outros pegam emprestado: não há razão de ser nessa hipotética deflação de crédito. Se houver o Estado deverá se comprometer com saneamentos, do contrário tá frito!
A minha dúvida de a taxa de juro dever ser inferior à do crescimento do PIB para que o endividamento seja saudável resultava de ver que esta última tinha de não só pagar o juro como o reembolso da dívida. Ora talvez tudo se esclareça em macro-contabilidade pelo facto de o Produto Nacional Bruto incluir a amortização técnica que, em si, equivale ao reembolso do mútuo, pelo que a comparação entre as duas taxas é completa.
O erro, ao meu ver, não é o sistema de reservas fracionárias.
O erro é haver monopólio na emissão da moeda pelo estado e, além disso, a ajuda estatal quando bancos que não sabem quanto deveriam ter emprestado acabam quebrando.
@munerethdenise Pois, tem muita razão!... «O erro é haver monopólio na emissão de moeda pelo Estado...» Eu estou a combater isso como posso. Fabriquei umas notas lindas de 25 euros, que estou a oferecer no mercado ao preço promocional de 15 euros. Quantas caixas de 1000 quer que eu reserve para si?
@vmmcb A razão de associar a taxa de crescimento com a taxa de juro é que em caso contrário implicará decrescimento, o que é ilegal segundo as regras do comércio internacional. Segundo as regras internacionais, um estado, em primeira instância tem obrigação para com os seus cidadãos e só depois com os credores estrangeiros. Até o próprio FMI afirma isso nos seus estatutos. O facto é que como a dívida se torna muito onerosa, então pede-se novo empréstimo que englobe o valor em dívida...
@santosalcides Parece-me que o crescimento do produto tem de recuperar o juro e o capital. Se o investimento for reprodutivo - e não um esbanjamento ou um consumo - é natural que proporcione o reembolso normal do principal, mas tem de ser mais útil do que isso e superar a taxa de juro para ter valido a pena preferir fazê-lo em vez de outro qualquer investimento alternativo.
@santosalcides Concordo. Um governo tem de dar prioridade à sua população sobre os estados estrangeiros. No caso da União na Europa, a soberania está partilhada e essa prioridade fica algo mitigada. No entanto, parece-me que a própria União aceita alguma derrogação à normalidade das regras do comércio externo, no caso de grandes desequilíbrios... E é o nosso caso!
(continuação) O problema de pagar dívida coloca-se especialmente quanto à devida a outras nações, e requer uma ordem internacional que regule o comércio externo.
Um país devedor só tem como pagar o que deve pelo que exporta e, para o conseguir, os países credores têm de se interessar em comprar o que os devedores tenham para vender; ou, então, os credores têm de ir investir, e trabalhar para o país devedor e nele produzir o que queiram comprar e assim o devedor exportar e pagar o que deve.
Todas as regras que o sistema financeiro tem foram definidas pelos homens, não são leis da Natureza. Por exemplo, porque razão o BCE não há-de emprestar directamente a um estado?
Em todo caso... tou a ver que há muitas duvidas sobre as taxas de juros...
1º é necessario compreender que todo dinheiro existente é criado através de credito. (se não chegarem a esta conclusão então tb nunca irão compreende o problema dos juros)
2º Cada vez que alguem contrai um emprestimo (1000€ por ex), esse € entra em circulação, qd se paga um emprestimo (1000€), esse € sai de circulação.
3º Sendo que o banco só põe 1000€ em circulação, como é que eu pago 1300€ (300€ dos juros)?
a solução é pedir novo emprestimo, (ou o banco fica com os meus bens materiais!)... ou então vou buscar ao credito de outra pessoa... ;) é um circulo que só funciona havendo criação de credito continua! Mas a economia real dos bens, produtos e serviços não consegue crescer a esse ritmo frenetico... o planeta tem limites! o sistema economico não! Logo, temos aqui um grande problema logo na raiz de tudo: O sistema economico!
Mas vejam o The Money Fix que explica muito bem com desenhos
@vmmcb : pessoalmente penso que se deve ao facto de a taxa de juros ser superior ao do crescimento. Se a taxa de juro for inferior à do crescimento, será possível pagar; Se a taxa de juro for igual à do crescimento, a dívida permanece igual por tempo indeterminado, logo não desce (ou antes, só desce se se empobrecer); Se a taxa de juro for superior à do crescimento, a dívida é impossível de pagar. Penso que é isso que se pretende dizer.
Ai ai... a taxa de juro não tem nada a ver... não são os paises que "definem" a taxa... são os interesses dos bancos centrais, bancos comerciais e empresas d rating... quer se queira quer não, eles arranjam sempre uma maneira de levar a agua ao moinho deles!
Aqui vai um excelente documentario que explica com muita clareza o porque nunca será possivel de pagar as dividas a longo prazo (entre outros, vale a pena ver). Procura no youtube (The Money Fix) Minuto 26:20
@santosalcides Sempre ouvi essa condição: só com a taxa de juro inferior à do crescimento da produção é possível o reembolso. É uma asserção que também não compreendo no detalhe.
O valor a pagar é o reembolso do capital e o pagamento do juro. Ora, aquele não é uma mera devolução de algo recebido tal como não o é o juro. Ambos implicam produção para serem pagos ou então mera alienação de património. (continua)
@santosalcides A Federal Reserve pratica taxas de juro 0%. Os States não estão (ainda) em recessão e estão com o pescoço na forca também... Das duas uma: ou os States estão em recessão e andam a enganar tudo e todos com estatísticas duvidosas ou então essa sua teoria não é assim tão linear.
Eu estou mais inclinado para o facto que eles estão a manipular as estatísticas: nomeadamente no calculo do GDP, do CPI e da inflação.
Não percebo porque se diz que os juros impedem a dívida de diminuir! O que a impede de diminuir é não ser paga. Quanto aos bancos comerciais, o dinheiro que obtêm de empréstimo do banco emissor deveria ser mais caro de modo a que melhor seleccionassem quais os projectos de investimento que realmente são úteis, rentáveis (i.e., reembolsáveis!) e prioritários.
É relativamente facil de perceber, e acredita... assim que se compreender a mecanica do processo da criação do dinheiro.
Mas acredita, o sistema monetário como funciona neste momento, torna o pagamento de qq divida (a longo prazo) impossivel matematicamente! Senão vejamos... analisa os niveis de divida de todos os paises "industrializados" desde 1950 por exemplo... todos a subir exponencialmente... serão todos os governos incompetentes? Acho que não, o senso comum é suficiente.
Pois, e nós que paguemos a especulação e ganância da banca! Nós que tapemos os "buracos" com o dinheiro que deveria servir para termos acessos a bens e serviços essenciais (saúde, educação). Neoliberalismo no seu melhor, independentemente de termos governos um pouquinho mais para a esquerda ou para a direita!
A questão não são só os lucros da banca mas todo um sistema que é desnecessariamente causador de assimetrias e conflitos- seja pela concessão exagerada de crédito ou depois pelo estrangulamento causado pelos aumentos de juros, como nos aconteceu. Se existisse uma dívida e orçamento europeu e um BCE interventivo aquilo que vivemos hoje nunca aconteceria.
@IOIOIOIOIOIOIOIOIOIO "um sistema que é desnecessariamente causador de assimetrias e conflitos"
podias ter ficado por aí... por favor compreendam que o que nós tomamos por problemas, são na realidade apenas consequencias do sistema monetario que utilizamos (esse é o problema)... bons orçamentos podem funcionar hoje, BCE interventivos podem funcionar hoje... todas as medidas para minimizar a divida podem funcionar hoje... mas a longo prazo... Não!
strong... isso acredito que seja verdade... mas, na realidade é irrelevante para a excelente (a mais facil para qualquer um compreender que encontrei) apresentação... mesmo que seja o Banco Central Europeu seja privado e que o racio das reservas fraccionarias seja 1/23...
Na realidade o resultado é tambem o mesmo: uma divida impossivel de se pagar (matematicamente). A unica coisa que muda é quanto tempo se demora a chegar a uma bancarota inevitavel... mais depressa... mais devagar...
@FPVGF Este sistema está muito bem desenhado... infelizmente esse excelente desenho causa com que quem tem dinheiro consiga gerar mais dinheiro... e quem não tem fique cada vez com menos.
Eu pessoalmente não gosto do sistema. Porque eu não faço para dos 1% que o sistema beneficia... a nós os outros 99% peço coragem... vamos viver tempo dificeis mas somos preveligiados por poder lutar AGORA, por uma mudança que vai afectar a sociedade de uma forma imprecedente!
ele apenas esqueceu-se de dizer que o que banco central que é uma entidade PRIVADO, detida por certos bancos comerciais(e de investimento privados, e que por isso unica e exclusivamente actua em seu beneficio, cria dinheiro do nada, do ar, para depois cobrar juros.
Tambem que a a taxa de alavancagem dos bancos privados é muito menor que que a relação 1/6, deve andar ai pelos 1/23 ou 1/33.
divida publica = tirar dinheiro do tabuleiro = controlo sobre massas = revolução
MrTumba1 3 weeks ago
pagar juros é ilegal. parabéns. Devemos proibir os juros. e agora quem empresta dinheiro???
sae177 2 months ago
a different approach:
1) eliminate private banking (they're just redundant middlemen between the central banks and the public)
2) the public borrow directly from central banks
3) eliminate state borrowing in all forms. The state must have taxation as the only form of revenue
britoca 2 months ago
Conclusão brilhante!! Francês burro! Acabem com os bancos privados e fiquem só com os bancos centrais! Depois acontece o mesmo que aconteceu em muitos países de África na década de 60-70 ou em 2000 no Zimbábue...
claudiopercheiro 3 months ago
@claudiopercheiro O «Francês» autor do videoclip não é burro. Faz uma demonstração matemática de que o sistema financeiro «mundial» (aliás, ocidental e cristão... há bancos islâmicos sem cobrança de juros) rebentou porque está já numa fase em que a espiral de dívida impagável é demasiado notória. Não está em causa a nacionalização da banca privada num qualquer jardim à beira-mar plantado, como o Zimbabué ou Portugal, mas o colapso de um sistema financeiro absurdo e... BURRO.
agraf74 2 months ago
@claudiopercheiro Onde é que ele diz que os bancos privados têm de acabar?
franklouuu 1 month ago
@claudiopercheiro Ou melhor, tu mal viste que ele era contra a tua "visao politica", nem te preocupaste em ver os pontos fortes e fracos da teoria dele. Apenas te preocupaste em reduzi-lo ao absurdo hiperbolizando tudo o que ele disse. Ele nunca disse que os bancos privados tem de acabar. Apenas disse que falta um banco central capaz de imprimir moeda
franklouuu 1 month ago
há que divulgar este video, fazem falta estas abordagens em relação à economia actual.. mais lógicas e directas!
gusbakker 3 months ago
Portanto resumindo. Antes do tratado de Lisboa, os estados da zona euro podiam pedir emprestado ao ECB directamente à taxa de juro EURIBOR. Com o artigo 123 do tratado de Lisboa, os estados perderam a capacidade de se poderem financiar junto do banco central e tiveram de recorrer à banca privada e aos mercados financeiros (treasury bonds)... "Porreiro pá" dizia o Sócrates... Não vejo onde isto é porreiro. Meteu os estados a saque de instituições privadas, perdendo assim a soberania. Faz sentido.
T0B0KKE 3 months ago
@T0B0KKE Para não falar que o EURIBOR é 1 e tal % e as taxas de juro que os bancos praticam têm o Spread em cima. Depois os treasury bonds tem juros altíssimos... Isto foi o plano "all along"... Só um burro não percebe isto.
T0B0KKE 3 months ago
@T0B0KKE
Porreiro pá!! hehe
Trocar taxas de juro de 2% para 7%. Faz todo o sentido! Mas só para ele. Ou enganou-se a si próprio
jasmimarley 3 months ago
Por exemplo, os bancos pedem dinheiro emprestado à taxa fixada pelo BCE (1,25%) e depois emprestam aos governos a 7%, chegando mesmo o BCE a comprar dívida a esse juro aos governos! Usura, é outro nome para este escândalo. O sistema monetário serve para escravizar os povos, sendo os governos instrumentos dessa escravatura a favor dos bancos e seus donos.
BisucasVar 3 months ago
Comment removed
BisucasVar 3 months ago
Uma coisa que aqui não é referida é a constituição dos ditos bancos centrais. O Fed, por exemplo, é uma instituição que pertence aos bancos privados americanos, e mesmo alguns estrangeiros. O mesmo se passa com outros bancos centrais. São eles que regulam a taxa base, a qual serve para emprestarem dinheiro aos bancos comerciais, seus proprietários. A taxa de desconto é a taxa de empréstimo aos bancos proprietários, os quais depois emprestam (através da compra de títulos) a taxas exorbitantes!
BisucasVar 3 months ago
O francês entendeu que a França não pode monetizar a dívida pública via banco central: mesmo porque, a França jogou o velho franco pela janela. Quem controla a política monetária da França é o BCE. Um ponto questionável nesta análise: ele disse que quando dos reembolsos a banheira seca. Por quê? Ao que consta quando uns pagam ao banco outros pegam emprestado: não há razão de ser nessa hipotética deflação de crédito. Se houver o Estado deverá se comprometer com saneamentos, do contrário tá frito!
Leo2CBH 3 months ago
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A minha dúvida de a taxa de juro dever ser inferior à do crescimento do PIB para que o endividamento seja saudável resultava de ver que esta última tinha de não só pagar o juro como o reembolso da dívida. Ora talvez tudo se esclareça em macro-contabilidade pelo facto de o Produto Nacional Bruto incluir a amortização técnica que, em si, equivale ao reembolso do mútuo, pelo que a comparação entre as duas taxas é completa.
vmmcb 4 months ago
Comment removed
vmmcb 4 months ago
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vmmcb 4 months ago
@vmmcb
exactamente
santosalcides 4 months ago
@santosalcides E se a lei disser que é legal?
Gente, tem tanta baboseira nesse vídeo... Pior que tem nego que acredita. Pior ainda é que tem outros que espalham...
munerethdenise 3 months ago
O erro, ao meu ver, não é o sistema de reservas fracionárias.
O erro é haver monopólio na emissão da moeda pelo estado e, além disso, a ajuda estatal quando bancos que não sabem quanto deveriam ter emprestado acabam quebrando.
munerethdenise 3 months ago
@munerethdenise Pois, tem muita razão!... «O erro é haver monopólio na emissão de moeda pelo Estado...» Eu estou a combater isso como posso. Fabriquei umas notas lindas de 25 euros, que estou a oferecer no mercado ao preço promocional de 15 euros. Quantas caixas de 1000 quer que eu reserve para si?
agraf74 2 months ago
@vmmcb ... incluindo os juros. Ora pagar juros sobre juros é ilegal.
santosalcides 4 months ago
@vmmcb A razão de associar a taxa de crescimento com a taxa de juro é que em caso contrário implicará decrescimento, o que é ilegal segundo as regras do comércio internacional. Segundo as regras internacionais, um estado, em primeira instância tem obrigação para com os seus cidadãos e só depois com os credores estrangeiros. Até o próprio FMI afirma isso nos seus estatutos. O facto é que como a dívida se torna muito onerosa, então pede-se novo empréstimo que englobe o valor em dívida...
santosalcides 4 months ago
@santosalcides Parece-me que o crescimento do produto tem de recuperar o juro e o capital. Se o investimento for reprodutivo - e não um esbanjamento ou um consumo - é natural que proporcione o reembolso normal do principal, mas tem de ser mais útil do que isso e superar a taxa de juro para ter valido a pena preferir fazê-lo em vez de outro qualquer investimento alternativo.
vmmcb 4 months ago
@santosalcides Concordo. Um governo tem de dar prioridade à sua população sobre os estados estrangeiros. No caso da União na Europa, a soberania está partilhada e essa prioridade fica algo mitigada. No entanto, parece-me que a própria União aceita alguma derrogação à normalidade das regras do comércio externo, no caso de grandes desequilíbrios... E é o nosso caso!
vmmcb 4 months ago
Não percebo como se escrve mensagens aqui!
Há limite de palavras? Qual?
Não posso continuar numa segunda, adicional, mensagem?
vmmcb 4 months ago
@vmmcb há um limite de 500 caracteres. Tente ser sintético(a). Pode fazer um "reply" à mensagem se quiser continuar, mas não será vista em sequência.
zeroinfinit 3 months ago
@zeroinfinit Obrigado! :)
vmmcb 3 months ago
(continuação) O problema de pagar dívida coloca-se especialmente quanto à devida a outras nações, e requer uma ordem internacional que regule o comércio externo.
Um país devedor só tem como pagar o que deve pelo que exporta e, para o conseguir, os países credores têm de se interessar em comprar o que os devedores tenham para vender; ou, então, os credores têm de ir investir, e trabalhar para o país devedor e nele produzir o que queiram comprar e assim o devedor exportar e pagar o que deve.
vmmcb 4 months ago
Todas as regras que o sistema financeiro tem foram definidas pelos homens, não são leis da Natureza. Por exemplo, porque razão o BCE não há-de emprestar directamente a um estado?
santosalcides 4 months ago
@santosalcides inflação :\ o que não quer dizer que não o devia fazer... Mas apenas de forma moderada
JoaoDiasAmaro 1 month ago
Em todo caso... tou a ver que há muitas duvidas sobre as taxas de juros...
1º é necessario compreender que todo dinheiro existente é criado através de credito. (se não chegarem a esta conclusão então tb nunca irão compreende o problema dos juros)
2º Cada vez que alguem contrai um emprestimo (1000€ por ex), esse € entra em circulação, qd se paga um emprestimo (1000€), esse € sai de circulação.
3º Sendo que o banco só põe 1000€ em circulação, como é que eu pago 1300€ (300€ dos juros)?
rialrovia 4 months ago
@rialrovia
a solução é pedir novo emprestimo, (ou o banco fica com os meus bens materiais!)... ou então vou buscar ao credito de outra pessoa... ;) é um circulo que só funciona havendo criação de credito continua! Mas a economia real dos bens, produtos e serviços não consegue crescer a esse ritmo frenetico... o planeta tem limites! o sistema economico não! Logo, temos aqui um grande problema logo na raiz de tudo: O sistema economico!
Mas vejam o The Money Fix que explica muito bem com desenhos
rialrovia 4 months ago
@vmmcb : pessoalmente penso que se deve ao facto de a taxa de juros ser superior ao do crescimento. Se a taxa de juro for inferior à do crescimento, será possível pagar; Se a taxa de juro for igual à do crescimento, a dívida permanece igual por tempo indeterminado, logo não desce (ou antes, só desce se se empobrecer); Se a taxa de juro for superior à do crescimento, a dívida é impossível de pagar. Penso que é isso que se pretende dizer.
santosalcides 4 months ago
Comment removed
rialrovia 4 months ago
@santosalcides @santosalcides
Ai ai... a taxa de juro não tem nada a ver... não são os paises que "definem" a taxa... são os interesses dos bancos centrais, bancos comerciais e empresas d rating... quer se queira quer não, eles arranjam sempre uma maneira de levar a agua ao moinho deles!
Aqui vai um excelente documentario que explica com muita clareza o porque nunca será possivel de pagar as dividas a longo prazo (entre outros, vale a pena ver). Procura no youtube (The Money Fix) Minuto 26:20
rialrovia 4 months ago
@santosalcides Sempre ouvi essa condição: só com a taxa de juro inferior à do crescimento da produção é possível o reembolso. É uma asserção que também não compreendo no detalhe.
O valor a pagar é o reembolso do capital e o pagamento do juro. Ora, aquele não é uma mera devolução de algo recebido tal como não o é o juro. Ambos implicam produção para serem pagos ou então mera alienação de património. (continua)
vmmcb 4 months ago
@santosalcides A Federal Reserve pratica taxas de juro 0%. Os States não estão (ainda) em recessão e estão com o pescoço na forca também... Das duas uma: ou os States estão em recessão e andam a enganar tudo e todos com estatísticas duvidosas ou então essa sua teoria não é assim tão linear.
Eu estou mais inclinado para o facto que eles estão a manipular as estatísticas: nomeadamente no calculo do GDP, do CPI e da inflação.
T0B0KKE 3 months ago
Não percebo porque se diz que os juros impedem a dívida de diminuir! O que a impede de diminuir é não ser paga. Quanto aos bancos comerciais, o dinheiro que obtêm de empréstimo do banco emissor deveria ser mais caro de modo a que melhor seleccionassem quais os projectos de investimento que realmente são úteis, rentáveis (i.e., reembolsáveis!) e prioritários.
vmmcb 4 months ago
@vmmcb
É relativamente facil de perceber, e acredita... assim que se compreender a mecanica do processo da criação do dinheiro.
Mas acredita, o sistema monetário como funciona neste momento, torna o pagamento de qq divida (a longo prazo) impossivel matematicamente! Senão vejamos... analisa os niveis de divida de todos os paises "industrializados" desde 1950 por exemplo... todos a subir exponencialmente... serão todos os governos incompetentes? Acho que não, o senso comum é suficiente.
rialrovia 4 months ago
Pois, e nós que paguemos a especulação e ganância da banca! Nós que tapemos os "buracos" com o dinheiro que deveria servir para termos acessos a bens e serviços essenciais (saúde, educação). Neoliberalismo no seu melhor, independentemente de termos governos um pouquinho mais para a esquerda ou para a direita!
pjpsarda 4 months ago
A questão não são só os lucros da banca mas todo um sistema que é desnecessariamente causador de assimetrias e conflitos- seja pela concessão exagerada de crédito ou depois pelo estrangulamento causado pelos aumentos de juros, como nos aconteceu. Se existisse uma dívida e orçamento europeu e um BCE interventivo aquilo que vivemos hoje nunca aconteceria.
IOIOIOIOIOIOIOIOIOIO 4 months ago
@IOIOIOIOIOIOIOIOIOIO "um sistema que é desnecessariamente causador de assimetrias e conflitos"
podias ter ficado por aí... por favor compreendam que o que nós tomamos por problemas, são na realidade apenas consequencias do sistema monetario que utilizamos (esse é o problema)... bons orçamentos podem funcionar hoje, BCE interventivos podem funcionar hoje... todas as medidas para minimizar a divida podem funcionar hoje... mas a longo prazo... Não!
rialrovia 4 months ago
strong... isso acredito que seja verdade... mas, na realidade é irrelevante para a excelente (a mais facil para qualquer um compreender que encontrei) apresentação... mesmo que seja o Banco Central Europeu seja privado e que o racio das reservas fraccionarias seja 1/23...
Na realidade o resultado é tambem o mesmo: uma divida impossivel de se pagar (matematicamente). A unica coisa que muda é quanto tempo se demora a chegar a uma bancarota inevitavel... mais depressa... mais devagar...
rialrovia 4 months ago
@rialrovia Problema está no Sistema então :)... sistema Bancário, que alimenta também o Sistema Capitalista ...
FPVGF 4 months ago
@FPVGF Este sistema está muito bem desenhado... infelizmente esse excelente desenho causa com que quem tem dinheiro consiga gerar mais dinheiro... e quem não tem fique cada vez com menos.
Eu pessoalmente não gosto do sistema. Porque eu não faço para dos 1% que o sistema beneficia... a nós os outros 99% peço coragem... vamos viver tempo dificeis mas somos preveligiados por poder lutar AGORA, por uma mudança que vai afectar a sociedade de uma forma imprecedente!
rialrovia 4 months ago
ele apenas esqueceu-se de dizer que o que banco central que é uma entidade PRIVADO, detida por certos bancos comerciais(e de investimento privados, e que por isso unica e exclusivamente actua em seu beneficio, cria dinheiro do nada, do ar, para depois cobrar juros.
Tambem que a a taxa de alavancagem dos bancos privados é muito menor que que a relação 1/6, deve andar ai pelos 1/23 ou 1/33.
stronghold10a 4 months ago