O vídeo me parece bastante simbólico em vários aspectos: o primeiro, reafirma a certeza de que a internet representou também uma imensa revolução cultural - uma performance, que inicialmente poderia ser acompanhada apenas ao vivo ou atraves de um registro de difícil acesso, hoje pode ser acompanhada até mesmo em tempo real. O segundo, afasta a ideia de produção artística vinculada apenas à fatores subjetivos por sua imensa precisão técnica e complexidade projetual.
Adorei o vídeo e as observações acima! Talvez eu até sugerisse que a produção artística não deixa de estar vinculada à subjetividade do autor, mesmo em vista da precisão técnica e complexidade projetual de tantos trabalhos. Inúmeras formas de expressão estética possuem precisão técnica e complexidade projetual. Mas o artista continua livre para expressar sua subjetividade, sem as restrições objetivas de inúmeros aspectos funcionais dos projetos de design. Que acha você?
Acho que essa "liberdade" do artista é bastante discutível. Primeiro porque, a exemplo desse video, lida com restrições bastante grandes: há um calculo muito preciso e meticuloso de posição, luz, tempo e tantos outros aspectos não só objetivos como factuais que não podem ser ignorados. E a utilização de outros materiais e tecnicas para expressar esse mesmo conteudo talvez não atingisse o mesmo resultado, não informasse com tamanha precisão a mensagem proposta.
(continuação) Aqui, chegamos então ao segundo ponto. Me parece que o processo todo da produção artistica só faz sentido quando compreendido, independente do numero de pessoas que acessem esse código: sem fruição não há arte. E, partindo desse ponto de vista, a arte adquire uma FUNÇÃO bastante objetiva muito proxima do design gráfico: há um compromisso com a comunicação, independente do nível em que esta comunicação opera - sensorial, emocional ou racional.
(ultima parte, prometo!) Por último, me atreveria a questionar se o design, ainda que tão fortuitamente comprometido com a função, consegue ( e deve) ser tão asseptico e distante de qualquer subjetividade, uma vez que é também produzido por um sujeito - o designer.
Hi Kathy
Its Pam Knight. I like your work.
pamklive 11 months ago
Breathless watching ... Breathless wonder
DeavomSee 1 year ago
O vídeo me parece bastante simbólico em vários aspectos: o primeiro, reafirma a certeza de que a internet representou também uma imensa revolução cultural - uma performance, que inicialmente poderia ser acompanhada apenas ao vivo ou atraves de um registro de difícil acesso, hoje pode ser acompanhada até mesmo em tempo real. O segundo, afasta a ideia de produção artística vinculada apenas à fatores subjetivos por sua imensa precisão técnica e complexidade projetual.
luorvat 3 years ago 4
Adorei o vídeo e as observações acima! Talvez eu até sugerisse que a produção artística não deixa de estar vinculada à subjetividade do autor, mesmo em vista da precisão técnica e complexidade projetual de tantos trabalhos. Inúmeras formas de expressão estética possuem precisão técnica e complexidade projetual. Mas o artista continua livre para expressar sua subjetividade, sem as restrições objetivas de inúmeros aspectos funcionais dos projetos de design. Que acha você?
claudiopnascimento 2 years ago
Acho que essa "liberdade" do artista é bastante discutível. Primeiro porque, a exemplo desse video, lida com restrições bastante grandes: há um calculo muito preciso e meticuloso de posição, luz, tempo e tantos outros aspectos não só objetivos como factuais que não podem ser ignorados. E a utilização de outros materiais e tecnicas para expressar esse mesmo conteudo talvez não atingisse o mesmo resultado, não informasse com tamanha precisão a mensagem proposta.
luorvat 2 years ago 3
(continuação) Aqui, chegamos então ao segundo ponto. Me parece que o processo todo da produção artistica só faz sentido quando compreendido, independente do numero de pessoas que acessem esse código: sem fruição não há arte. E, partindo desse ponto de vista, a arte adquire uma FUNÇÃO bastante objetiva muito proxima do design gráfico: há um compromisso com a comunicação, independente do nível em que esta comunicação opera - sensorial, emocional ou racional.
luorvat 2 years ago 3
(ultima parte, prometo!) Por último, me atreveria a questionar se o design, ainda que tão fortuitamente comprometido com a função, consegue ( e deve) ser tão asseptico e distante de qualquer subjetividade, uma vez que é também produzido por um sujeito - o designer.
luorvat 2 years ago 3
Adorei! Vamos continuar pensando a respeito. Que tal?
claudiopnascimento 2 years ago
Sempre! Conte comigo!
:-)
luorvat 2 years ago 2
Incredible, I make similar work and this very inspiring
bethan418 3 years ago
Thanks! And thank you for showing me Paper Landscape -
Kathy Rose
cerise6644 3 years ago
Kathy, This is very beautiful! Sally
laughingsal 4 years ago
This is inspiring!
dannylava 4 years ago
Thank you!
cerise6644 4 years ago