Added: 6 years ago
From: tvbarbante
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All Comments (24)

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  • Porque a verdade é que, não existe apenas algumas coisas interessantes em ser Caipira, existe todos os motivos de orgulho, os Estados que eles pisaram depois de SP, todos juntos hoje formam o maior complexo industrial e agropecuário da América Latina, como já foi dito.

    Um abraço e meus humildes respeitos.

  • A mídia, infelizmente se aproveitou pra sujar o termo Caipira e condená-lo de forma pejorativa, pra vender algo "novo", perdendo-se a essência no imaginário popular. Nos dias atuais, é mais interassante limparmos isso.

  • Respeito sua crônica, seu trabalho, você e é orgulho pra mim ter um conterrâneo como tal, ainda mais uma autoridade intelectual que se declara Caipira assim de forma tão espontânea. O problema é na maior parte, as pessoas tratam tudo sem discernimento e irão levar tudo ao pé da letra... até mesmo um bom humor inteligente.

  • Ou seja, o folclore Caipira, Boiadeiro, tropeiro de séculos de história, não é uma coisa que se moderniza sendo substituido por cultura americana de consumo como a "countrypatia", isso é até uma coisa de mal gosto perto da arte genuinamente daqui. A cultura Caipira, Pantaneira se sofistica, evolui através de seu próprio folclore, vejamos o caso de Renato Teixeira, que é excelência nesse assunto.

  • O Paulistano na sua essência, é tão Caipira quanto nós do interior. Caipira não é uma condição intelectual, mas sim patrimônio folclórico e cultural do centro-sul, assim como os gaúchos preservam suas tradições de seus antepassados lá, e até mesmo os nordestinos.

  • òtimo parabens eu sou do interior e me orgulho de ser caipira eu ficava um pouco constrangido de falar em publico mas eu consegui me adpitar com isso e conseguia fazer com q as pessoas c senticem mais avontade comigo e fazia elas prestar mais atençao

    muito boa a palestra parabens

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  • O que você viu foi uma crônica em vídeo, não um tratado sobre cultura. Crônicas são imagens do cotidiano, geralmente mescladas de humor e que representam o senso comum. Embora eu seja caipira do interior, as percepções que passo são sim as usuais, independente se estão certas ou erradas. Daí o sarcasmo, o exagero, o humor, todos estes elementos do estilo "crônica".

  • Mas como o estilo sertanejo, ou seja o que veio pra vender, foi sendo influenciado até chegarmos no pop country que vemos hoje, quando pronunciamos essa palavra, vem todo um arsenal de imagem errada e preconceito por muita gente, da música raiz, a qual o sertanejo, se distanciou há muito tempo. Por isso, descarto esse termo também, completamente...

  • E estudioso sobre o assunto que sou, discordo do Mario sobre o 'upgrade'.

    O termo sertanejo veio com a inclusão da música caipira, através de Cornélio Pires, para o grande público... pelo contrário, nunca precisou do termo e estilo 'country' pra parecer sofisticado, Almir Sater e outros são a prova disso.

  • E esse sotaque, não trás algumas vantagens, trás todas as vantagens...

    E eu não fiz "upgrade" nenhum, e descarto completamente "countrys e cowboys" da vida... porque a minha ideintidade cultural, é de violeiro, PEÃO, tropeiro, catireiro... e essa cultura toda é muito rica e linda, e fez parte do crescimento de muitos. Não interessa o que desenharam criminosamente sobre ela... é o bem mais valioso que carrego, minha identidade própria.

  • E ele toca em outro ponto importantíssimo... vejamos a região de tradições caipiras, SP, parte do PR, Centro-Oeste e parte de Minas... região com alto pontencial industrial e agropecuário... eu conheço de tudo, estudei muito, e hoje o que mais tenho orgulho, é preservar toda essa cultura, que me identifica com o interior de SP e parte desses outros estados, que são nossos irmãos de cultura...

  • Mas são justamente esses últimos, que estão desenhando a imagem brega deles mesmos, com uma panela na cintura, calça apertada e letras musicais fúteis, diferente do sofisticado com essência genuína, como Almir Sater(que veste tipicamente) Renato e outros... talvez seja a resposta da cultura natural em resposta ao comércio e ambição do homem.

  • Mas é compreensível... jogo de comércio, mídia... estrangeirismos "country, cowboy", e nos dias de hoje, música de corno, tudo isso contribuiu pra se formar uma imagem distorcida sobre nossa cultura. Embora ela em sí, seja completamente diferente do que vemos hoje... o engraçado é que o Persona fala em sofisticação etc, usando o country, estrangeirismo...

  • O sotaque caipira, é uma das maiores riquezas que nós temos... ele representa toda a cultura, Bandeirante antiga, à medida que iam desbravando terras, compartilhado com o sul de minas, norte do paraná, centro-oeste.

    Iniciado lá na metrópole de SP e Serra da Mantiqueira... responsável por consagrar nomes como Renato Teixeira e Almir Sater.

    Toda uma cultura riquíssima... que infelizmente sofreu um descaracterização, com o passar do tempo, o que é um absurdo.

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  • Este homem tem a capacidade de mudar a vida das pessoas

  • Sou de Londrina - Paraná e, moro em BH atualmente há 3 anos. Você pega as gírias do povo, pq a convivência é inevitável, mas, o sotaque, vc não perrrrrrrrde nunca. Pelo menos até hoje nada perdi. Falo porrrrrrta do mesmo jeitinho que aprendi. O povo pega no meu pé todo santo dia. De onde vc é? Aí ninguém aqui em BH sugere Paraná, pq pra eles, Paraná é neutro. Logo me perguntam se sou do Estado de SP. Ótimo, excelente vídeo. Obrigado. Sou um capira.

  • sou do Vale Paraíba e aqui por sinal em várias cidades existem música de raíz não ouve upgrade...só não entendi o final saindo pelas portas do fundo???abraços

  • otimo video....eu sou de americana eu nunca tinha pensando sobre meu sotaque..sempre achei que eu não tinha sotaque caipira... até eu ser filmado em video com os amigos e me ouvir falando....na hora quase tive um treco. mas hoje tenho orgulho do meu sotaque!

  • É isso aí, a gente só percebe quando estamos fora de nós mesmos (vendo um vídeo ou gravação). Até a tonalidade da voz é diferente, porque quando ouvimos o que falamos estamos, na verdade, ouvindo a reverberação de nossa caixa craniana. É por isso que estranhamos nossa voz quando ouvimos uma gravação.

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