ÜM dos trechos SUPRIMIDOS: "Diz-me muito mal de Deus. Diz que ele é um velho estúpido e doente, Sempre a escarrar para o chão E a dizer indecências. A Virgem Maria leva as tardes da eternidade a fazer meia. E o Espírito Santo coça-se com o bico E empoleira-se nas cadeiras e suja-as. Tudo no céu é estúpido como a Igreja Católica. Diz-me que Deus não percebe nada Das coisas que criou - "Se é que ele as criou, do que duvido." -
Bastante curioso o comentário que o colega logo acima fez, dizendo que a Bethânia recita esses versos desde a década de 70... e eu pergunto: Por acaso temos muitas opções melhores nos dias de hoje? Por acaso terá sido melhor termos ouvido por anos a fio, a mediocridade das letras das lambadas, axés e coisas afins?!!!
Por favor não destruam a obra de Fernando Pessoa!
MultiEverton1000 3 months ago
Pmoraesgarcia 1 year ago
LINDOOOO,EMOCIONANTE!
OBRIGADO AMIGO!
FELIZ NATAL!!!BJS
deorquidea 1 year ago
Lindo, poema na voz de matia Bethania ficou excelente....
thaisfmoraes 1 year ago
E o resto??
A parte mais importante do poema??
É que assim até parece que o FP era um devoto... muito mal, muito mal mesmo!!
filipecampos10 2 years ago
Excelente quanto à forma, substância e interpretação !!! DC
DarioCruz33 2 years ago
maravilhoso
ranchoboyeros 2 years ago
Bastante curioso o comentário que o colega logo acima fez, dizendo que a Bethânia recita esses versos desde a década de 70... e eu pergunto: Por acaso temos muitas opções melhores nos dias de hoje? Por acaso terá sido melhor termos ouvido por anos a fio, a mediocridade das letras das lambadas, axés e coisas afins?!!!
lilian8303 2 years ago
lindooooo maravilhoso
espavo77 2 years ago
muito bom! kkkkkkkkkkk
mcuf1 2 years ago
Lindo, mas faltam alguns versos.
Quadratic77 3 years ago
Deixa de querer dar uma de entendido e saiba que essa é uma adaptação recitada por Maria Bethânia desde a década de 70!!
Gente chata
plwfl 3 years ago
Um dos mais belos e profundos poemas de Pessoa, sem palavras.
victoradcolen 3 years ago 2
não é exatamente de Pessoa, mas do seu heterônimo, Alberto Caeiro. Trata-se do oitavo poema de O Guardador de Rebanhos.
teotonyo 2 years ago 2