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From: RestauranteChines
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  • 04:25 - Gráfico em Matlab. Assim é que é! Excel é para meninos

  • Só quando nos preocuparmos mais com educação dos nossos jovens e menos com estatíticas é que isto anda para a frente. Falta inovação, falta capacidade de resposta, falta conhecimento a este povo! Mas pelos vistos ainda são poucos que percebem a relação existente entre formação e produtividade...

  • A raíz de todos os problemas do nosso país reside principalmente na falta de patriotismo. Enquanto não houver patriotismo não adianta apontar qualquer outro defeito.

  • Patriotismo? Mas o que é isso? O que tem de haver é seriedade. Com seriedade vem a vontade de proporcionar uma existência justa e equilibrada para os 10 ou 11 milhões de seres humanos que vivem nesta região do mundo chamada Portugal. O patriotismo que se dane. O que interessa são as pessoas que constituem a nação e não a nação em si. Com seriedade vem também a possibilidade de levar esse projecto a bom porto.

  • Discordo. Sou patriota e percebo perfeitamente que qualquer pessoa, quando ciente que o seu trabalho contribui para a construção e desenvolvimento do país, seja mais empenhada. Contudo, volto a realçar o problema da falta de formação que afecta este pedacinho de terra à beira-mar plantado. O que nos falta é competitividade, e não é com salários baixos que vamos lá,..

  • É com empreendedorismo, com inovação, com trabalhadores capazes de fazer aos desafios desta 'nova economia' globalizada. Só identificando os problemas estruturantes da sociedade é que poderemos melhorar o rumo deste país.

  • fazer face*

  • Concordo absolutamente com o que disseste, mas volto a dizer que o patriotismo não deve ser chamado para qualquer questão minimamente séria. Ao contributo individual para a construção de um país chamo de bom senso e responsabilidade. É o mínimo que se pode exigir de seres pensantes que vivem em sociedade. O patriotismo é um sentimento irracional de amor à pátria (seja lá o que isso for, a pátria). Devemos ser humanos, responsáveis e sóbrios. O resto é conversa.

  • Bem, não fui eu que "chamei" o patriotismo para a questão. Mas aproveito para lhe perguntar porque que razão acha o patriotismo um "sentimento irracional". Aguardo resposta.

  • É verdade. Eu enganei-me porque pensei que o reply fosse para mim. É o que dá deixar isto ligado e fazer refresh sem verificar a inbox. Acontece. Quanto ao patriotismo: acho-o irracional na medida em que exclui a razão para dar lugar à emoção. Há que analisar friamente as coisas e decidir se nos agradam ou não. Só porque nos "calhou na rifa", não temos de gostar. Nasci em Portugal mas antes disso nasci no Planeta Terra. Essa é a minha pátria.

  • Discordo. Não é preciso ser-se um irracional, um Salazar ou até mesmo um Hitler para se ser patriota.

    Quanto à seriedade, é bastante relativa. Considero o Belmiro de Azevedo uma pessoa bastante séria, no entanto destruiu grande parte da concorrência interna do país ao obter vários monopólios do mercado. Seriedade sim, mas boas intenções também, e as boas intenções não vêm só por acaso.

  • Eu nem sequer estava a pensar nesses indivíduos. Aí trata-se de nacionalismo levado ao extremo, o que é manifestamente negativo. Talvez "irracional" seja uma palavra demasiado forte, mas usei-a para contrastar com um uso frio e desapaixonado da razão.

    Não entendo a seriedade como algo relativo. Para mim ela não está presente sem boas intenções. Temos de ser sérios connosco próprios e com os outros e isso traduz-se na procura do melhor para todos.

  • @Bulhakas Bravo.

  • @sandokas Obrigado. É tão raro encontrar alguém que saiba apreciar...

  • A verdade é que continuamos aquem, mas muito aquem dos nossos vizinhos europeus. Apenas 0,8% do nosso PIB é gasto em investigação! Na França o valor passa os 2,2% e nos países nórdicos ultrapassa os 3,5%. E nosso PIB é muito inferior ao deles. A verdade é que as melhorias são fracas e continuamos a desprezar a investigação científica e tecnológica.

  • A primeira intervenção do professor Nuno Crato foi completamente ridícula, e desculpem-me a expressão. Parecia o Sócrates a falar lá do novo curso de medicina na Universidade de Aveiro (que supostamente resolverá todos os nossos problemas relativamente à falta de médicos). De facto, temos um dos maiores crescimentos da Europa no que respeita a despesas em I&D; mas e valores concretos??

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