Mais uma vez meus parabéns pelas excelentes matérias e pela qualidade Impar da Revista ,diria ,a única a nos mostrar a história da aviação em um conteúdo repleto de detalhes,e qualidade ,e acima de tudo ao respeito a aviação ,coisa ,que não se encontra em nosso país.
realmente a Venezuela com sua diversidade operacional aérea é de certa forma ,duvidosa ,principalmente no que se refere a manutenção vs segurança de voo ,quanto a reposição sem duvida estão rebolando para conseguir continuidade .
Parabéns sr. Claudio Luchesi, e sr. J P Moralez , lidar com cultura neste país é dose(de matar). Qto. aos Su-30 da FAV não duvido que sejam aeronaves extremamente capazes. No entanto, a operacionalidade dos Flankers venezuelanos é constantemente posta em cheque pela própria seção de inteligência da FAB. Haveria peças de reposição em qte. suficiente em território venezuelano? Algumas das peças de alta rotatividade poderiam ser fabricadas localmente?
Excelente Trabalho
Cmte Mario Queiroz(Voar News)
dumontmc 7 months ago
Mais uma vez meus parabéns pelas excelentes matérias e pela qualidade Impar da Revista ,diria ,a única a nos mostrar a história da aviação em um conteúdo repleto de detalhes,e qualidade ,e acima de tudo ao respeito a aviação ,coisa ,que não se encontra em nosso país.
realmente a Venezuela com sua diversidade operacional aérea é de certa forma ,duvidosa ,principalmente no que se refere a manutenção vs segurança de voo ,quanto a reposição sem duvida estão rebolando para conseguir continuidade .
dumontmc 7 months ago
Parabéns sr. Claudio Luchesi, e sr. J P Moralez , lidar com cultura neste país é dose(de matar). Qto. aos Su-30 da FAV não duvido que sejam aeronaves extremamente capazes. No entanto, a operacionalidade dos Flankers venezuelanos é constantemente posta em cheque pela própria seção de inteligência da FAB. Haveria peças de reposição em qte. suficiente em território venezuelano? Algumas das peças de alta rotatividade poderiam ser fabricadas localmente?
projetociclone 9 months ago