Added: 5 months ago
From: crockxy
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All Comments (39)

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  • Lol " não percebo de onde é que vem essa imagem draconiana das empresas" a sério?? Não percebes mesmo?? Não estou a falar no caso português mas no caso americano e japonês, por exemplo, há empresas que têm lucro com base na exploração do trabalhador.

  • nao preciso que venha um labrego dizer-me aquilo que eu ja sei. Incrivel a importância que as pessoas dão a este tipo, como se ele fosse algum génio revolucionador

  • Sou melhor jornalista que essa triste gaja que só empata o gajo e diz lixo em cada intervenção. A sério, o gajo é o maior e aumenta estupidamente a confianca de um ser humano em tentar concretizar os seus sonhos e cagar naquilo que não quero para si, mas ao menos o estado que meta na sua televisão uma apresentadora de jeito que deixe falar quem sabe e não empate.

  • Concordo com ele. chapeauuuuuuuuuu

  • What's going on? Looks interesting, but don't understand a word.

  • raistapartisse.blogspot.com/

  • Este é mais um imbecil, palrador, que não trás vantagem para o país. Queremos produzir! Realizar! Este estafermo fala, e fala, e fala...

  • @crockxy "Só precisa de uns "toquezitos" no uso de calão e na postura corporal ;) "

    Isso é uma ideia pré-concebida... formalismos e burocracia só enterram ideias originais e criativas...

    SER COMO ÉS MOSTRA COMO ÉS, NÃO ESCONDE...

    "olha para o que eu digo e não para o que eu faço"

  • As palavras gestão, inovação, criatividade e empreendedorismo, incluídas no contexto neoliberal capitalista e seu discurso corrente, são das que mais me irritam. Porque estão todas ligadas a uma concepção gestionária do mundo (conjunto de "recursos" exploráveis), que o valoriza não do ponto de vista da VIDA, mas do ponto de vista do LUCRO, ou seja, da produtividade e da extracção de mais-valias a curto prazo (...)

  • @MrMiguel88 como se o mundo fosse um fruto gigantesco sobre o qual os "empreendedores criativos e inovadores, bons gestores" se precipitassem avidamente, por forma a rentabilizá-lo (a palavra diz tudo) exclusivamente em função do capital. Não em função da felicidade. A esse mundo de empreendedorismo eu, graças aos deuses, não pertenço nem quero nunca pertencer. Nessa medonha "racionalidade" irracional eu não estou. Muito medo ver como as pessoas não reflexionam e logo aderem ao minimo movimento

  • Façam assim para quem não acredita na mensagem do Miguel: Continuem a ver mais Casas dos Segredos, BigBrothers, telenovelas, noticias dramáticas e essas porcarias todas que passam na televisao, depois no outro dia gastem o vosso tempo a falar disso com o resto da malta que também viu que assim vamos longe!

  • @MiguelSalvadorSilva Esse argumento não se contrapõe ao que tem sido dito. É mais um a ajudar. A televisão revela a falta de desenvolvimento intelectual dos países, porque não é só cá. Estamos a falar de formatos importados. O problema é, para já, europeu! Estamos a falar de uma Europa com um rácio de importações/exportações que lhe é desfavorável!

  • @MiguelSalvadorSilva Temos de produzir, fundamentalmente para consumo interno e para exportarmos mais do que importamos! É esta a fórmula para sairmos da crise e termos mais emprego. E isto não sou eu que o digo, mas sim os mais conceituados economistas (estes sim, deveriam estar no governo).

  • @MrMiguel88 Gosto do pensamento... mas se as empresas não fizerem dinheiro, não podem meter mais gente e não conseguem dar rendimento as pessoas para estas terem mais condições, tanto dentro como fora da empresa. Temos de trabalhar de todos para todos e não de 1 para 1. Eu como dono de uma empresa não posso pensar em dar um ordenado de 6000€ a cada trabalhador, quando nesta fase não consigo dar mais de 1000€ se não o lucro é 0€ se não for -100€, e acho que trabalhar para aquecer não faz sentido.

  • PS: Não sou dono de uma empresa... Sou Trabalhador por conta de outrém

  • @MrMiguel88 atina, vai la então nao querer gerir, nao querer inovar, nao criar e nao empreender, que ai nem VIDA tens, porque nao vais passar de um gajo que passou a infancia colado a livro a gramar com coisas inuteis para depois entrar numa universidade, nao aprenderes la nada de pratico a nao ser umas quantas inuteis bases, mas como continuas-te a estudar o que tava nos livrinhos que te deram sabes la tu porque, safaste-te mais ou menos e agora es empregado e um gajo manda em ti.

  • @MrMiguel88 Nem todos os gestores são neo - liberais. Eu por exemplo estou a estudar para seguir o curso de gestão e sou de esquerda. Depende é das empresas tb.

  • esta termina o discurso a falar de derrotas em vez de falar de vitorias, mudem os locutores!!!

  • Miguel, conheci-te hoje e brevemente tenciono conhecer-te pessoalmente. A tua mensagem é fundamental para kk jovem.

    valorizar aquilo que temos,apoia-mo-nos uns nos outros, trabalhar em equipa, dar o litro, inovar...

    Vamos procurar pelos vários Miguel Gonçalves que Portugal. Não somos a geração à rasca, somos o contrário disso, somos uma geração muito forte com criatividade, inteligência, garra etc, muitas vezes o que nos falta é apenas assumir o risco, ter iniciativa e não ter medo de falhar.

  • Confiança caralho! Vamos pôr isto tudo a andar pra frente, sempre a fundo sem desistir, PORTUGAL AO ATAQUE FODE TUDO!

  • SE QUER SER MELHOR TEM QUE APRENDER!

    Se queres algo da vida e começar aos poucos a ter sucesso posso te ajudar

  • 5:00. . . 5:30!?!?!CV não é Curriculum Vitae é Canal de Vendas!?!?!

  • 3:00. . . 3:50!?!?!?!4:00. . . 4:10

  • Este Miguel Gonçalves põe a malta a pensar. Depois de ver e ouvir cada intervenção dele é impossivel ficar parado e esperar que algo nos caia nas mãos! Como a outra que há 7 anos não consegue um emprego na área... só mesmo à chapada!

    Obrigado Miguel Gonçalves por despertares a consciência adormecida dos portugueses!

    Bem haja!

  • não precisamos de licenciaturas? podemos ser bons sem o canudo ( sim é verdade ), mas atenção, se não tivermos canudo somos explorados até ao limite fazendo o trabalho dos engenheiros e doutores, e as vezes bem melhor, e levamos o ordenado mínimo ao fim do mês. A entidade patronal de hoje em dia pouco ou quase nada liga a isso. Querem é o trabalho feito.

  • muito inspirador

  • concordo com o senhor. e o facto de usar linguagem simples torna até compreensivel para quem chega cansado ao fim do dia :P

    e a mim interessa-me mais quem faz e não quem diz que sabe fazer :P

  • ora aí está um verdadedeiro azeiteiro...

    o classico vendedor de banha da cobra... o que este país precisa nao é de vendedores de automoveis, mas de uma revolução

  • Portanto e resumindo o que comentei ao video, e a todos os que estão a ler esta mensagem,realmente as empresas querem novos empreendedores, mais do que CV e Licenciaturas, mas no final, e mesmo sabendo o vosso valor, nunca o terão reconhecido no nosso país. Isto porque as empresas e afins, tornaram-se em maquinas que alimentam precariedade a uma juventude adormecida, mas com capacidade.

    Saudações a todos

  • constituo eu e tanto outros a mais um numero. E acredite que esta visão não provem de um pessimista que não pretende fazer e criar como tanto fala. Aliás posso dizer que sou um jovem com alguns prémios na bagagem, com alguns projectos na rua, com uma vontade colossal de fazer e criar, mas que isso no final e a resposta que me é dada pela minha entidade patronal, não é igual aquilo que represento na empresa. E esta realidade vive-se de igual modo em todo o nosso país.

  • não convencional, e criativa, dando direito a a um posto onde estou. Já dei resultados que deram a ganhar á minha empresa, e posso dizer que já “vendi” e continuo a “vender”. No entanto e sobre a realidade que fala, posso lhe dizer que nem o ordenado mínimo ganho. E isto só representa uma coisa As agencias, as empresas CEO e etc, realmente querem ser a pixar do amanha, mas com uma mão de obra barata, pois mesmo que não sendo eu um CV, no mercado de trabalho,

  • com maior capacidade técnica e intelectualmente, que alguma vez o nosso país teve até hoje. Ao contrario do que se fala, estamos a emergir em uma geração com uma grande capacidade, mas que anda adormecida e apaziguada. No entanto isso não representa que esses jovens não querem trabalhar, mas sim porque as vezes que “se bate punho”, representa mais fazer músculo, de que o resultado que provem dele. Por exemplo, eu consegui emprego na minha agencia, pois consegui apresentar-me de uma forma

  • Programação que representa exactamente o que o rapaz faz - Programar á mão-, saber os códigos e como processa-los programaticamente.

    Uma coisa devo concordar, eu não sou um CV, nem uma licenciatura. Sou o reflexo de toda uma aprendizagem posta em prática, quando me apresento a uma empresa, e do que posso oferecer. Sei exactamente o meu valor, mas posso dizer que não sou pago actualmente, sobre aquilo que faço e sei. Pois apesar de saber o meu valor, as empresas não têm capacidade para pagar

  • porque têm referencias de amigos etc. Ou seja, excluem logo a hipótese de bons trabalhadores se poderem mostrar ao mercado de trabalho. Se calhar as portas no norte estão bem mais disponíveis de que em Lisboa não sei. E se calhar é essa realidade de que fala. Quando fala que no projecto “So you think you can pitch”, existia um rapaz que programava em papel, caso não saiba, e provavelmente não deve saber, nos cursos de programação existe uma disciplina que se chama Técnicas á Introdução de

  • “bater muito punho”, que nada consegue se não tiver uma entrevista marcada, ou que de alguma forma tenha algum vinculo estabelecido com essa empresa que lhe leve a ter direito a uns minutos de entrevista para mostrar uma boa proposta de trabalho. Ou seja quero eu dizer com isto, que as empresas estão feitas e estruturadas para quem lá trabalha, e para os deles. E posso dar muitos bons exemplos. Onde trabalho todas as pessoas que aqui entram, são amigos de A B e C,

  • Antes de mais gostaria de perguntar em que realidade é que vive, pois essa sua expressão de “bater punho”, sendo uma expressão muito própria e romântica para expressar uma realidade, venho a constatar que essa realidade não é reflexo da verdade que se vive hoje em dia. Sou Designer, encontro-me a trabalhar em uma agencia de publicidade, e acredite que não foi a bater punho que consegui este meu lugar. Aliás, faço a conhecer, visto viver uma realidade bem diferente, que bem pode

  • Boas senhor Miguel Gonçalves

    Dirijo-me a si, por encontrar várias arestas por limar no seu discurso no programa prós e contras da RTP1.

    Antes de mais devo informa-lo que quando se discursa para um publico, não devemos falar em pressupostos, sem saber a veracidade e realidade das coisas. Sendo que analisando o começo do seu discurso que “não sabe”, demonstra muito bem o resultado de tudo o que disse, no programa e o que me leva a fazer este seguinte reparo.

  • Este Individuo é Bom !

    E é Meu Clinte ahah

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