E por último, na reprodução um vinil ainda é beneficiado pela lei de Lenz, característica das cápsulas fonocaptoras, que irão permitir a liberdade de freqüências como já falei muito acima dos 100kHZ, com uma simples cápsula MM, uma cápsula marca grado, por exemplo.
... para que possamos ouvir. E o vinil ultrapassa tanto as freqüências de 48 kHz, indo até mais de 100 khz (Transientes ultra-sônicos), quanto não se limita ao corte de 0dB FS do CD e SACD, na gravação indo até +6dB, se a gravação permitir. A média são +3dB SPL. E não é possível aumentar mais a amostragem nos digitais por impossibilidade da criação de algoritmos de interpolação, o que gerariam enormes erros de dither. (cont.)
(Limite do CD) para o CD ou 48 kHz para o SACD (Limite do SACD) e outras mídias que só tocam via Codec e essas freqüências que passaram são importantes para a formação dos harmônicos das notas. Há ainda o limite de intensidade em decibel FS: Qualquer disco digital é limitado a 0dB Full Scale... No vinil, o processo analógico da gravação apenas transforma, não cria e nem recria, não interfere no sinal original. Apenas transforma energia mecânica em em elétrica e depois em mecânica de novo (cont.)
Claro que há perda de som! Num disco digital (CD ou SACD, etc.), elas são registradas imperfeitamente, em função da digitalização não poder armazenar informações de números “quebrados”; somente inteiros, como 1, 2, 4, 10, 25 milivolts e assim por diante. A digitalização não armazena valores, por exemplo, como 1,54; 2,31; 4,78; 10,05 e 25,98 milivolts independentemente da taxa de amostragem! E isso é essencial na hora da reprodução. Mais: Na gravação de um disco digital há um corte em 20.05 Khz..
Postei um comentário nesta versão ao lado deste vídeo:
(João Augusto e Rafael)
O som tá melhor, dá pra perceber nitidamente o vinil detonando o CD e o mp3. Existem sim formatos digitais que se equiparam com o vinil, mas são comercialmente inviáveis (ainda). Com taxas de amostragem 69k ou 192k, 24 bit ou 32 bit float, vc não tem absolutamente nenhuma perda do som, agora, o CD são 44k e 16 bit. Tolerável. Com mídias cada vez maiores, os arquivos dig. tão melhorando...
E por último, na reprodução um vinil ainda é beneficiado pela lei de Lenz, característica das cápsulas fonocaptoras, que irão permitir a liberdade de freqüências como já falei muito acima dos 100kHZ, com uma simples cápsula MM, uma cápsula marca grado, por exemplo.
Joaquimusical 2 months ago
... para que possamos ouvir. E o vinil ultrapassa tanto as freqüências de 48 kHz, indo até mais de 100 khz (Transientes ultra-sônicos), quanto não se limita ao corte de 0dB FS do CD e SACD, na gravação indo até +6dB, se a gravação permitir. A média são +3dB SPL. E não é possível aumentar mais a amostragem nos digitais por impossibilidade da criação de algoritmos de interpolação, o que gerariam enormes erros de dither. (cont.)
Joaquimusical 2 months ago
(Limite do CD) para o CD ou 48 kHz para o SACD (Limite do SACD) e outras mídias que só tocam via Codec e essas freqüências que passaram são importantes para a formação dos harmônicos das notas. Há ainda o limite de intensidade em decibel FS: Qualquer disco digital é limitado a 0dB Full Scale... No vinil, o processo analógico da gravação apenas transforma, não cria e nem recria, não interfere no sinal original. Apenas transforma energia mecânica em em elétrica e depois em mecânica de novo (cont.)
Joaquimusical 2 months ago
Claro que há perda de som! Num disco digital (CD ou SACD, etc.), elas são registradas imperfeitamente, em função da digitalização não poder armazenar informações de números “quebrados”; somente inteiros, como 1, 2, 4, 10, 25 milivolts e assim por diante. A digitalização não armazena valores, por exemplo, como 1,54; 2,31; 4,78; 10,05 e 25,98 milivolts independentemente da taxa de amostragem! E isso é essencial na hora da reprodução. Mais: Na gravação de um disco digital há um corte em 20.05 Khz..
Joaquimusical 2 months ago
Postei um comentário nesta versão ao lado deste vídeo:
(João Augusto e Rafael)
O som tá melhor, dá pra perceber nitidamente o vinil detonando o CD e o mp3. Existem sim formatos digitais que se equiparam com o vinil, mas são comercialmente inviáveis (ainda). Com taxas de amostragem 69k ou 192k, 24 bit ou 32 bit float, vc não tem absolutamente nenhuma perda do som, agora, o CD são 44k e 16 bit. Tolerável. Com mídias cada vez maiores, os arquivos dig. tão melhorando...
getulioprates 1 year ago
esse careca tem cara q não sabe nada de qualidade de som ..... ele é q nem a maioria dos babacas q preferem quantidade à qualidade!!!!
renatoemanuel7 1 year ago
Muito obrigado por postar, eu assisti essa entrevista e achei fantástica, e queria que meus amigos assistissem. vlw mesmo!
saulomusic 1 year ago