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  • vey... deixa pra lá

  • Há um artigo é interessante que fala sobre a retroalimentação entre música erudita e música popular. Procure por 'full of noises' em stevenpoole ponto net.

  • Quando falo do acaso me refiro à contribuição em termos de insight. Ele mesmo fala no vídeo que algumas músicas ficam no forno por até dois ou três anos, ou seja, como que sendo apuradas por esparsos e iluminados momentos de percepções simbólicas.

  • Que bom que pode ler mentes.

  • Again... eu não estou falando em termos de execução, de um exame técnico da piece, mas de uma impressão intuitiva. Malcomparando é como o ipod, complexidade travestida na simplicidade interfacial.

  • Nem todos são intimistas. Quem rebola ao som de Salvador o faz por que vê sentido nisso. A cadeia de símbolos ali ressoa com o ser da pessoa, coisa de que introspectos como nós provavelmente carecem. Então talvez seja melhor não criticar e em vez disso aproveitar o rebolado das meninas extrovertidas. hehe.

  • @openharms. Sabe o que é mais engraçado? Você começou a discussão me falando que algo não precisa ser complexo para ser belo, mas em seguida trouxe uma música com 30 acordes como exemplo... Essa é a contradição! O sujeito simples quer fazer uma música, mas esconde seus complexos debaixo de uma camada de complexidade harmônica e malabarismo "pirotécnicos", forçando um exotismo que não existe. "Anna Júlia é uma merda", então eu vou mostrar como eu posso ser complexo e colocar 30 acordes nessa!

  • A música talvez não seja simples em termos de execução, mas expressa simplicidade. São coisas diferentes.

  • É que soa simples. Como disse, não é questão de técnica, mas de feeling, coisa feita com o lado direito do cérebro e com o respeito pelo acaso. Os acordes, sejam quantos ou quais forem estão a serviço da melodia, e não o contrário. No caso de Dois Barcos, aos meus ouvidos, eles não soam propositadamente rebuscados, mas formam unidades de uma amarra de som e sentido que soa simples e intimista. A letra faz parte dessa mesma estética.

  • @openharms. O seu testemunho atesta o que eu falo. Pergunte a qualquer músico honesto qual a possibilidade da harmonia de "Dois Barcos" ter dado espaço ao acaso, por favor, PERGUNTE! Essa possibilidade não existe, ninguém combina 30 acordes em 3 minutos recorrendo ao acaso, nem Mozart! Além disso, quem visa a simplicidade NÃO coloca 30 acordes em uma música, é como colocar 30 cores (!) em um quadro buscando ser simples, é contraditório! A sensação de simplicidade vem de outro lugar...

  • Comment removed

  • @openharms. Se fosse só em "Dois Barcos" eu poderia concordar que não são propositadamente rebuscados, mas não, é generalizado em Los Hermanos, raras exceções. Não existe ali, OBJETIVAMENTE, qualquer traço de simplicidade e você é prova disso, pois não trás nenhuma demonstração objetiva de simplicidade! Você vê uma verdade que não está ali! Essa "simplicidade" vem da voz suave, frágil, convalescente, do visual "grilado" e das banalidades de um "intelectual" que se relaciona com uma criança.

  • adoro ele

  • baita puto

    ñ é atoa q o chorão sento a mão na cara dessa bixa

  • baita puto

  • meu.. é muito bom esse cd.... ele está tão estiloso....legalll

  • Ele disse FRED FRITH

  • Terminaram mau essa entrevista, logo na hora da música!! Mais valeu...

  • watch?v=mcvMPWhUpsU

  • Fred Flintstone?

    Queria pesquisar o som do cara mas não consegui sacar como é que se escreve o nome do sujeito

  • o que está escrito abaixo é óbvio pra mim, mas pra algumas pessoas ñ são e neste caso achei bom frisar com o intuito de deixar o mais claro possível.

  • o marcelo é o máximo

  • VEio,... e as influencias dele entao... QUEM QUE É FRENCH FRIES, mano!!!

  • Ele é foda!

  • Foda.

  • poeta gentileza seria mais claro, ahahhaha, o cara é um merda

  • 9:30 VERGONHA ALHEIA

  • Leonardo Boff da música, haja saco.

  • 2 complexados.

  • Como que os anos 90 foi uma década que n aconteceu nada ?? haha

  • Camelo Pedofilo....

  • Já foi são... Enloqueceu de vez....

    Fico impressionado como tem gente que ainda tenta achar legal o que ele ta falando...

    Não tem nada pra se entender, é so um monte de palavras sem nexo e nomes que ele fala pra dar a impressão de que tem sentido...

    E a parte do gravador? Lamentável...

  • Comment removed

  • Comment removed

  • refutando @gmcmestre O que ele disse tem sentido e nexo sim. Nem sempre quando não se entende algo é por que não tem o que se entender, ou seja, não tem sentido; há algumas possibilidades e uma delas é a seguinte: pode ser que aquilo que ñ foi entendido tenha todo o nexo e sentido, mas tenha faltado sentido na compreensão de quem ñ entendeu, em outras palavras, faltado interesse, inteligência, entre outras qualidades.

    Quanto à parte do gravador, achei tosca, mas o resto, sensato.

  • @homempengue Você achou tosca só a parte do gravador? Mas aquilo foi a síntese de toda a entrevista! "Pode algo nascer do seu contrário?", perguntava Nietzsche. Pode a imbecilidade nascer do brilhantismo? Pergunto eu. A entrevista toda é um grande esforço em parecer intelectual vomitando lixo. "Experiência sonora", isso foi experimentado no final do século XIX, quando Wagner jogou a música no "atonal", tendo ainda remanescências por todo o século XX, com o dodecafonismo (1920!), por exemplo.

  • @homempengue Agora, depois de mais de um século de tentativas de romper com o tonalismo, incluindo nomes do mais alto gabarito (Schoenberg, para citar um), eu sou obrigado a "engolir" o que esse simplório universitário "descobriu" lá na Europa oriental com seu gravadorzinho? E se alguém critica é porque não entendeu? Ora, o rapaz primeiro fala que não escolhe muitos as palavras de suas letras, zelando pela "forma" de sua música. E em seguida mostra a "brilhante" forma de sua música! Sobra algo?

  • @133839297 Não é preciso ir à lua para inovar e produzir algo belo. E há ainda outra questão. De que adiantou Wagner ter garimpado outra dimensão da música se hoje, dois séculos após a descoberta, apenas uma porção muito reduzida da população absorve a mesma?

  • @openharms. Isto é algum tipo de piada? Você sabe quem foi Wagner? Dizer que a música dele é apreciada por uma porção reduzida da população é no mínimo um ELOGIO para quem em vida se recusou a tocar em Paris para não tocar em uma nação democrática! Quando foi que Wagner se propôs a ser popular, amigo? Se gosta de popularidade e divulgação vai ouvir É o tchan e Ivete Sangalo, deixa Wagner em paz! Tem que ser muito cretino para avaliar um gênio da música por critérios mercadológicos hodiernos!

  • @133839297 Você deve ser uma beleza discutindo religião.

  • @openharms. Chega a ser medonho! Wagner era um aristocrata, passou a vida vestindo seda, amigo íntimo de reis e príncipes, inventou seus próprios instrumentos (!), fez seu próprio e exclusivo teatro (onde até hoje não se tocou outra coisa além de suas obras) é o maior compositor do século XIX, revolucionou a música... Para agora aparecer um zé ninguém e indagar de que vale isso se a população não o escuta. Ora, de que importa a população? Que escute Claudia Leitte, Ivete e Los Hermanos!

  • @133839297 Tenho certeza que o fato de ele ter sido um aristocrata e ter vestido seda foram irrelevantes para as suas conquistas musicais, mas a idéia não é nem a de rebaixá-lo ou tampouco se curvar diante dele. A idéia é que não é necessário fazer uma revolução para se produzir algo bonito. Não é uma questão de técnica, mas de feeling. É o espaço estético evocado por uma música simple e expressiva, como Dois Barcos, por exemplo.

  • @openharms. Você não sabe o que está falando. Só um ex: se Wagner não fosse aristocrata, por necessitar de dinheiro, teria de produzir e não gastaria 26 anos compondo o ciclo do anel, pq morreria de fome! Ser um aristocrata foi condição de possibilidade para suas conquistas musicais! Não é preciso muito para ser belo, diga isso ao Marcelo, é ele quem busca na Europa oriental o que qualquer criança de 3 anos, ou mesmo um macaco, faz no violão!

  • @133839297 Eu imagino que a seda tenha um propósito também.

  • @openharms. Foi uma reles evidência do tipo de vida que ele levou, a qual você se apega para se evadir da questão principal. Você dizia que ele não é popular, um sujeito que passa sua vida em seda quer tudo, mesmo parecer popular, não te parece? Até no modo de vestir se distanciava do povo!

  • @openharms. E vir erguer a bandeira de "Los Hermanos música simples" é anacrônico. Los Hermanos não é simples, é simplório. Simples é Raul Seixas, que nunca arvorou uma pretensa intelectualidade atrás de acordes rebuscados e barrocos (!) emprestados da insepulcra Bossa Nova!

  • @133839297 Quando você se arma dessas 'certezas' como "Los Hermanos NÃO É simples, é simplório" e etc, quem é a força por detrás do seu discurso que as sustenta? É como se você tivesse expressando uma opinião que fosse naturalmente sustentada por todos, ou pela grande maioria. Esta discussão pode ser definida de seguitne forma: eu estou certo e você, que está errado, está certo de que eu estou errado. Nós, os humanos...

  • @openharms. Não sei de onde vem sua tara pela "maioria" e acho muito suspeita sua necessidade de aprovação. A minha "certeza" de que Los Hermanos não é simples vem dos fatos e de um pensar livre. Quer um exemplo? Pega essa música que você falou "Dois Barcos", estude a harmonia dela, e depois volta aqui para me dizer como é que uma música com 30 acordes em 3 minutos (!) consegue expressar "simplicidade expressiva". Faça-o comparando com outras músicas "populares e simples". Daí vem a força!

  • Comment removed

  • @openharms A força vem do fato que a maioria não consegue fazer um ó sentando pelado na areia. A maioria abarrota Salvador para ouvir lixo, a maioria é rebolation, a maioria simplesmente não interessa, a maioria está na TV! A maioria é como você, que não vai voltar aqui para me explicar como os 30 acordes de "Dois Barcos" expressa simplicidade. "Simplesmente" repetem esse chavão baseado no visual simples (esse sim!) da banda. A maioria não diferencia originalidade de engodo!

  • @gmcmestre Ele expressa desorganização do pensamento característica dos bipolares, sendo que é essa própria desorganização e aleatoriedade que normalmente geram os insights. Acredite, eu sou bipolar e sinto na pele o que é isso. Às vezes tenho idéias tão grandiosas e involuntárias que não consigo nem registrar, de tão velozes que vêm. O Camelo pode apenas estar sendo ele mesmo, mas as pessoas acabam achando que a pessoa quer pagar de intelectual. Ou talvez ele seja um babaca mesmo. Vai saber.

  • VIAAAAAAAAAAAAAAAGGGGGGGGEEEEE­EEEEEEEMMMMMMMMMMMMM... cara.. esse ai achou a pedra do Genesis que raul falava.

  • Eneias??

  • senti vergonha pelo Camelo na parte do gravador no violão.

  • é um criador da boa música, fato.

  • sinceramente: O cara é fudido!

  • mais o nome do disco é sou.. hahahaha

    19:09

  • por nada não, mas o microfone de mão está desligado, o que está captando é só o da câmera.. Isso é percebebido toda vez que o cameram se afasta do Camelo e o audio fica bem mais baixo em volume.

  • se EUA ver essa entrevista o camelo ta lascado, esse pano no pescoço dele deixou ele parecido com OSAMA BIN LANDEM se ligaaaa MANE tu é cover de bin landem?

  • "Pois é, 'Ventura' é o quarto... er... o quarto é o 'Quatro'."

    Prova de que o sujeito, apesar de ter se confundindo um pouco, conhecia a discografia do Camelo.

    Quase a mesma coisa que perguntar à Maria Rita se o disco dela intitulado "Segundo" é o primeiro da carreira.

    Ah, esses portugueses...!

    =D

  • Ótima entrevista só achei meio viajem o lance do gravador no violão.

  • de burro esse portuga num tem nada cosenguiu extrair

    um pouco de camelo em sua forma quase relax o

    cara nunca se abre

  • Esse cara é o melhor!!!

  • incrível!

  • Que óculos é esse?

  • Aquele que as pessoas usam quando tem um problema de visão, sabe?

  • na melhor hora acabou

    hora da musica

    Marcelo e um cara muito surpreendente, incomum e incomparavel.

  • o Marcelo é muito doido mesmo cara!...

    Esse lance de gravar os sons é genial!...

    haha muito massa!,....

  • Eu sabia que uma hora ele ia falar de josé pacheco! Viva a p(P)onte!

  • pô... faltou a música do final.

    =/

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