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All Comments (130)

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  • ... E reflitam um pouco sobre a Grandeza de seu Povo!

  • Agora, em relação a Portugal, quem sou eu para falar alguma coisa, mas como descendente de portugueses (sou brasileiro), acho que posso expressar alguma coisa, mesmo que seja mínimo em relação a Portugal. Lutem pela melhoria de seu país, estando o país ou não na União Européia, pensem primeiro em vocês, depois na UE. Vocês são um povo que possui história, valorizem a sua história e seus grandes feitos. Uma dica: Quem estiver em Lisboa, olhem lá o mapa próximo ao Monumento dos Descobrimentos.

  • Eu ao ler a descrição do vídeo, já tinha achado um absurdo a possível entrada da Servia na UE, dado que é, historicamente falando, ainda recente o termino dos conflitos desse país, a antiga Iuguslavia com a Croácia, portanto, ainda não há um claro perfil de um país que seja realmente democrático. Em relação EU, eu vejo que o modelo atual que esta conduzindo a união é, por justamente o nacionalismo e as culturas próprias serem fatos marcantes dos países da UE, insustentável.

  • Este senhor acertou na mouche! Claro que é Britânico e que, por esse facto, tem sempre uma certa aversão à Europa, mas no essencial tem toda a razão. Temos que sair do Euro e depressa!

  • Se Portugal quiser entrar na Zona do Real, apesar da distância, o Brasil aceita. Temos moeda forte, economia forte e falamos a mesma língua.

  • O primeiro a falir será o estado, depois o que é acontece aos milhares de funcionários públicos e pensionistas?!Precisamos de médicos, juízes, professores, polícias, bombeiros, são tds FP!Neste momento precisamos do tal balão de oxigénio para podermos reestruturar a justiça, criar mercado de arrendamento, fomentar a produção nacional.Apostar na formação na área da tecnologia.Para sermos a concorrência da Alemanha em vez da China. Não percebi se queres limitar o tamanho das empresas?!

  • @LilacStalker Deixar falir os casinos (bancos) que tenham de falir - mercado livre - e limitar o tamanho dos grandes aglomerados de capital de forma a não se tornarem num para um sistema económico que terá de contrair... talvez até mais que uma década...

  • O Sr Barroso não manda absolutamente nada...toda a gente sabe isso. Até ele próprio já se apercebeu que está perto da nulidade. Depois acho brilhante desejar um primeiro ministro britânico, consta que a história já nos mostrou que esse tipo de misturas são más. Finalmente, se voltássemos ao escudo e houvesse uma desvalorização da moeda na ordem dos 50/60% a nossa dívida aumentava, ou acha mesmo que os empréstimos deixavam de ser pagos em euros?!

  • @LilacStalker A dívida ficaria mais alta? (Googlar: 'It's in Greece's Interest to Reintroduce the Drachma'). Já por aqui deixei esta "imagem": /watch?v=mHKWoE8qyu0&feature=e­­mail - Será esse o Portugal que todos almejamos?! (Googlar: Key lesson from Iceland crisis is 'let banks fail' e Repetem-se os erros económicos que levaram Hitler ao poder)

  • @minhamosca Obrigada pelos artigos. Não acredito que sair do euro resolva os nossos problemas, aliás acho que só os agravaria, apesar de termos a hipótese da desvalorização. Infelizmente, julgo que também não nos podemos comparar com a Islândia até porque lá o problema foram os bancos, aqui foi a desindustrialização. Também não concordo com as privatizações, muito menos com o desmantelamento do estado social. Precisávamos de políticos (portugueses) com visão, legitimados por eleições!

  • @LilacStalker É correcto que não resolva nenhum dos problemas estruturais de Portugal, nem um. Mas dentro deste sistema económico a desvalorização é a única saída(?) para embrulhada onde Portugal está. O problema é que uma desvalorização no euro representará também uma desvalorização da moeda dos países mais fortes da Europa, ou seja ficamos quase na mesma. Então o único caminho que restará a Portugal serão as privatizações e o desmantelamento do estado social, se continuarmos no euro...

  • @LilacStalker (Googlar: Análise: na prática, euro subsidia exportações da Alemanha). E a desindustrialização não começou a acontecer principalmente desde 1996, acelerando a partir de 2001? Banca e Islândia -  muita água está a correr debaixo da ponte e a maioria das decisões políticas nos últimos anos saíram em defesa dos casinos - salvando uns em desprimor da maioria. Será o sistema económico o problema? (Googlar: The Destructive Power of the Financial Markets e Os Esqueletos no Armário Alemão)

  • @minhamosca Sem dúvida que o problema neste momento é financeiro, é o resultado de anos de desregulamentação dos mercados, parece que toda a gente se esqueceu do que aconteceu em 1929. Portugal foi dos primeiros a cair, porque somos o elo mais fraco. Nos últimos 10 anos o crescimento económico foi nulo e houve défices brutais.O euro é alemão, é uma moeda demasiado forte para nós e favorece as exportações alemãs, porque tem países como Portugal, Grécia, Espanha atrelados que o desvalorizam.

  • @minhamosca A Grécia será a 1ª a sair do euro, nós somos os próximos.Quando isso acontecer, eu vou a correr para o banco levantar os meus euros. Assim como todos os portugueses, será o descalabro!Por outro lado a Alemanha que ainda não percebeu que precisa dos PIGS, está a começar a ter problemas de financiamento, o que me dá esperança. Acho que a solução são os Estados Unidos da Europa em vez dos prováveis Estados Unidos Vassalos da Alemanha, com uma politíca económica comum!

  • @LilacStalker Estados Unidos da Europa com o poder de decisão ainda mais longe dos nós os já Zé Esquecidos? Quanto mais longe eles estiverem mais longe estaremos nós da solução. A solução que avanças poderá fornecer um balão para mais uns anos mas não resolve nenhum problema estrutural do sistema. E se não resolve nenhum problema estrutural de um sistema que baseia o seu bom funcionamento no crescimento exponencial eterno quando vivemos num planeta esférico e com limites físicos... resultado?

  • @LilacStalker A solução é deixar falir quem tem de falir - limpar o sistema, potenciar o regional e não o comércio desregulamentado que só beneficia os interesses dos grandes grupos, o que destrói os mesmos fundamentos que diz defender, e diminuir porque quanto maior é o tamanho maior é a desconexão e maior é a queda. Em relação à corrida aos bancos - no dia em que Portugal cair só provavelmente se salvará quem já se tenha antecipado à queda - diversificando o seu portfólio de poupanças.

  • @minhamosca Já perdemos a nossa soberania.Não elegi a Merkel, nem o Sarkozy! Por isso acho bem que haja mais UE com união fiscal e económica, q o parlamento europeu comece realmente a ter utilidade e que se invente uma maneira de chegar mais perto do europeu comum. Nunca houve tanta prosperidade e paz como nos últimos anos e devemos tudo isto à UE. É preciso não esquecer que no sec passado houve 2as guerras mundiais que começaram na Europa.Também acho q o BPN NUNCA devia ter sido nacionalizado.

  • @LilacStalker Derrotista e aceitador? Eu não aceito ter perdido a soberania, muito menos de forma tão ligeira! O que serviu de colchão a essa "prosperidade" e paz? Será que devemos isso TUDO(?) à UE ou a um sistema que durante a última década viveu da acumulação de mais dívida para fazer crescer essa "prosperidade"? (Googlar: Os Limites do Crescimento - minhamosca)

  • @LilacStalker Eu sou um amante de História, e a História serve de balizamento aos erros cometidos no passado, por isso talvez te seja fácil de constatar as vívidas semelhanças entre as políticas de hoje na Europa e as políticas da década de 1930... que por sinal conduziram à Segunda Guerra Mundial.

  • VALE MAIS ORGULHOSAMENTE SOS DO QUE DESGRACADAMENTE ACOMPANHADOS E ENTERRADOS. E VENHA O ESCUDO. E DEIXEM DE COMPRAR CARROS DE LUXO SEUS PAROLOS.

  • Tenho para mim que quem pagou todo o nível de vida ocidental do sec. XX, com estado social, foi o baixo câmbio de matérias primas no 3º Mundo, ou por outro dizer, a miséria em África.

    Não critico o estado social em si, mas a maneira de ele se fianciar até ao momento. Nisso, sou pelo modelo australiano. Cada cidadão, é responsável pelo seu próprio fundo pessoal. Os impostos acudem aos menos produtivos.

  • Quanto a mim, racional seria uma de 2:

    1) Aceitar o que se perdeu e contrair o estado a um superavit imediato (sim, milhares de fp's na rua, fim do poder autarquico e estado social nos mínimos dos mínimos) e pagar a dívida, mantendo mercados abertos e mais competividade no espaço europeu, por desvalorização laboral contínua;

    2)Sair do Euro e da UE, obrigatoriamente da última, jogando com o poder alfandegário, e diferencial fiscal, tentando criar aqui uma 2ª Suíça. Mas ia doer, a princípio.

  • @JorgeMPRS Tenho compreendido todas as noções económicas e a forma como têm sido defendidas, e a qualidade com que têm sido feitas, sendo essa a visão mais prevalente actualmente em Portugal pela maioria dos portugueses, mesmo que não se consigam justificar tão bem. Mas isso comporta um problema. Mesmo que o euro sofra uma desvalorização de 30% para ajudar os periféricos, o problema estrutural mantém-se pois a unidade de trabalho na alemanha também seria desvalorizada. O mercado preferencial...

  • @JorgeMPRS português é a Europa e é em relação à Europa que Portugal tem de se tornar competitivo. As soluções dentro do euro são invariavelmente reduzidíssimas para Portugal, infelizmente. O estado social não tem culpa quase nenhuma nesta questão, exceptuando o grande facto de serem responsáveis por gastos que o estado tem de assumir. Não devemos, sobre pretexto algum, culpar o maior desenvolvimento social do último século porque um estado se perdeu nas suas contas e está perdido dentro...

  • @minhamosca Eu não digo que seja o responsável. Digo é q já estamos sem muito sítio por onde cortar. Impostos, matam a economia. Despedir fp's é limitado. Cortar na Justiça e Segurança, impossível. Resta Militares e Estado Social. Com o problema da falta de crescimento e da balança comercial, é impossível não sair afectado.

    Aliás, o modelo social europeu tem os dias contados, se não houver proteccionismo frente a países como a China ou os próprios EUA.

  • @JorgeMPRS de um sistema económico que dá razão de previlégio aos grandes aglomerados de capital e suas subsidiárias e não ao social. Existem formas mais equitativas para se tentar resolver a questão, porque de outra forma iremos quase certamente retornar para a década de 1930 e enfrentaremos grande parte dos problemas que a sociedade de então teve de enfrentar.

  • @minhamosca Tentar o Socialismo, é inviável, já se viu q a longo prazo empobrece os povos (a menos nas formas deturpadas, como a abertura de Lenine ou o Chinês actual).

    O mercantilismo corporativo do Estado Novo foi muito eficaz em Portugal, mas carece de apoio popular e de Ultramar para matéria prima.

    Podia-se tentar algo completamente novo, mas ao contrário de 1930 em q todos tinham ideias e as defendiam até à morte, hoje nngm as têm e não se mexe para defender as d outros.

  • @JorgeMPRS Socialismo é o preço que se paga pela paz, é o "custo" da democracia. A falta de socialismo conduz ao confronto, conflitos e guerras. Ficar mais pobres com uma distribuição mais equitativa da riqueza, ou ficar mais pobres por confrontos, conflitos ou guerras?

  • @minhamosca Creio que depende muito do povo. Pessoalmente, sou favorável a regimes socialistas mais que a liberais. Porque permitem o progresso do indivíduo. Uns no sentido racial, outros no sentido social, outros em desafios concretos da história...

    O Socialismo é um ideal, na vera acepção. Contudo, ao jogar com pessoas q o corrompem, acaba por se perder de todo. Daí, que regimes q se apelidam e formalizam socialistas sejam elitistas e marciais, como a CoreiaN.

  • Claro é q o meu regime de sonho seria um merito-socialismo, ou socialismo competitivista. Nunca foi teorizado, e é pena. E custa-me a pô-lo no espectro actual, porque quanto a equitatividade seria de esquerda, quanto a exigência do cidadão seria de direita. Democrático não seria mais q pela rama.

    Mas isto no ideal, pq continuo desconfiado qt à legítima aplicação do q se enforma bem no papel e se enlameia no quotidiano em pouco tempo. E duvido q os Portugueses suportassem tal regime,

  • What does not shirk the short term to the level of equipment for the production of renewable energy, we save in the long term, given that a large part of our trade deficit is due to the import of fossil fuels which obviously cannot exist in Portugal. AND the producer of 47% of wind turbines in Portugal, which is the ENEOP HAVE ALREADY ADOPTED, a subsidiary of the Enercon (german), has already 9 factories and4 specialized centers in Viana do Castelo, more 2 factories and 11 extended in Portugal!

  • 2): You also forgot all the benefits that can accrue to Portugal for the simple fact of Portugal (up to now, from now on, because this ridiculous currency that is official in Portugal and is called Euro) is one of the main producers of alternative energies and i give you facts: renewable energies were responsible for the production of up to 52% of the energy in Portugal in 2010 ....

  • Now in English: My dear or my face: Portugal already and producer of wind turbines, through the subsidiary of the Enercon (German) in Portugal, through its subsidiary ENEOP HAVE ALREADY ADOPTED! Therefore, it is not impossible. If the Sr.or Mrs. spoke on the costs involved in the importation of equipment for the production of renewable energy in Portugal, he forgot or was entirely mistaken, 1): costs of imported fossil fuels; ...

  • Pagar no euro ou fora, só leva a um resultado: empobrecimento. Dentro, empobrecemos a pagar a dívida e continuamos com prestígio para contrair mais dívida (e aligeirar a pobreza paliativamente), para além de beneficiarmos dos fundos de coesão. Fora, empobrecemos desvalorizando moeda para evitar a dívida. Perdemos é a capacidade de recorrer ao crédito e os fundos. A corda já está no pescoço, agora só falta saber como apertá-la melhor.

  • @JorgeMPRS Soon, i will not let you to talk about the cost of imports of inputs related to alternative energy! Certain imports may become more expensive if Portugal leave the Euro (i hope Portugal returns to the Escudo, as well as i hope that Greece returns to the Dracma, that Italy will return to the Italian Lira, Belgium returns to the Belgian Franc and that Ireland returns to the Irish Pound) .... Exports become cheaper!.

  • @JorgeMPRS Empobrecimente é invitável. No euro será deflação tipo pescadinha de rabo na boca porque a fonte principal do problema, a moeda, irá continuar sobrevalorizada e exigirá constantes reduções no valor da unidade de trabalho - austeridade- de forma a que Portugal tente continuar competitivo, e como a austeridade contrai ainda mais a economia. A desvalorização é um choque tremendo que alcança os resultados desejados num curto espaço de tempo e impulsiona "instananeamente" a economia (...)

  • @minhamosca Quanto à rapidez, a manutenção na zona euro pode levar a desvalorizações salariais de 50-60% por imposição externa (o mesmo q a desvalorização da moeda, que também é redução da unidade de trabalho, mas mais "popular", por as pessoas não terem noção do que perdem). Isto é uma crença minha, por ver o q já se vai passando na Grécia.

    Não diga ao nmgscp, que ele se calhar ainda pensa q há dinheiro para Magalhães, renováveis, aeroportos, tgvs, etc.

  • desvalorizações de 50-60%->nos próximos 5 anos se não menos. Daí q o sr Cavaco Silva me tenha soado ridículo esta semana + q nas outras.

    E apoios sociais como subsídio de desemprego, ou de reintegração social, assim como transportes públicos e muito do estado social q temos, sem dúvida, está por mais ano menos ano. Tb, com esta estrutura etária, já se estava mesmo a ver q um país deficitário na balança comercial não ia longe.

  • @JorgeMPRS Sofrimento de uma vez, ou sofrimento durante "décadas"? Fundos? Os mesmos fundos que recebemos para não plantar e para não pescar, para não produzir, ou para construir rotundas um pouco por todo o lado? Esses fundos são dívida - mais barata - que têm direccionado a nossa economia para o ritmo desejado por Bruxelas, sejam eles positivos ou negativos para a especificidade da economia portuguesa - uma quase pura insanidade económica de destabilização do núcleo produtivo de Portugal(...)

  • @minhamosca eu creio q será mt rápido, dentro ou fora do euro. Penso é q a maioria das pessoas nem faz ideia da magnitude do que perderá.

    E estou a fazer de advogado do diabo nesta questão, porque até concordo consigo, mas acho muito precoce para se ver para onde tomba a barca e ainda tenho as perspectivas todas em aberto. O determinante será a Espanha. Se a Espanha afunda, Portugal sai de certeza. Se escapar, pode ser que não. A 1ª é + provável.

  • @JorgeMPRS Portugal tem de reduzir a dívida e não contrair mais dívida. A noção dos 7% é aqui muito importante para ajudar a entender o problema. Entre 5% e 5,5% é o valor que Portugal está a pagar pela ajuda(?) para continuar a poder endividar-se. Quanto é isso na realidade? Uma taxa de juro média de 7% durante 10 anos é sempre igual ao DOBRO do valor inicial em dívida! Convém relembrar que a taxa que está a ser cobrada a Portugal fica dependente do valor que está a ser cobrado pelo mercado ...

  • @minhamosca Portugal só podia estar com juros de 5,5% se tivesse crecimento nessa escala. Porque muitos se esquecem, que a dívida só se paga em superavit. E Portugal tem défice comercial crónico.

    Isto vai rebentar sem dúvida. A única dúvida é se se pagará já com muita agitação social e miséria ou se se pagará nas próximas gerações.

    (então e a loucura de um país dependente de remessas de emigrantes aceitar 1000s de imigrantes a exportar divisas, nos ultimos 20 anos?)

  • @JorgeMPRS podendo então ser superior aos 5,5%. 30 mil milhões é o valor que Portugal terá de pagar de juros no pacote de ajuda(?). A receita de impostos em 2010 foi de 15.879,1 milhões. Pagar os juros da ajuda(?) mais os juros das dívidas que saldam, mais o somatório do dinheiro emprestado... entrámos na pescadinha de rabo na boca. Ou mais pacotes de ajuda e os seus juros, ou então um choque de desvalorização para ajudar a reduzir a dívida e não continuar a aumentá-la.

  • @minhamosca Qt à pescadinha de rabo na boca, isso já se vê a km's, mas como os Portugueses são falhos de cabeça, continuam a dar espaço de manobra aos políticos para que eles se vão amanhando e enterrando isto ainda mais... até que o último bate com a porta.

    Bem diz este Nigel, esse Otelo e outros q vai haver revolução. É impossível gerir eficazmente um barco a afundar e querer votos, agradando à maioria.

  • Em conclusão, sendo desejável q o país procure ter fontes internas de energia e menos dependentes de floats de mercado como os fosseis, Portugal só pode investir na função do que é rentável. Dar o passo para o "pioneirismo" é loucura: dá para marketing, mas em poucos anos, como diz o minhamosca mt bem, terão de se desligar os pobres elefantes, tão parcos de marfim.

    Cumprimentos a ambos.

  • Para um país da dimensão de Portugal, estar fora teria sido sempre mais vantajoso. Caramba, comparem o potencial turístico, agrícola, estratégico (rotas marítimas) deste país com a Suíça! (claro que para o Benelux é vantajoso abrir à França e Alemanha, mas só a geografia o justifica)Entretanto, entrámos e agora estamos presos por uma dívida que será impossível de pagar fora do euro e entretanto alienámos a capacidade produtiva (pesca, indústrias tradicionais) para concorrentes do espaço europeu.

  • Tanta ignorancia......

  • Há uma coisa que me faz muita confusão! Se o Reino Unido faz parte da UE, porque é que continua a usar a Libra???

  • @lfernandes1959 Ao abrigo da excepção de Copenhaga, Dinamarca e UK recusaram aderir no momento da criação da moeda. Outros países já aderiram à UE sem aderirem ainda ao Euro, entretanto.

  • Nigel Farage é a pessoa mais lúcida naquele parlamento de Bruxelas!

    O Cherne é uma vergonha e é um dos vendilhões, que vendeu Portugal aos banqueiros!

  • Ámen!

  • não disse mentira nenhuma o homem. Alguém alguma vez perguntou se vcs queriam estar no Euro? Se vocês queriam estar na UE? Se vocês queriam o tratado de Lisboa? É impressionante a maneira que vcs continuam a levar no cu sem reclamar e ainda reclamam dos que criticam. Acho que os tugas andam com sindrome de Estocolmo.

  • a chularia europeia "ajuda" Portugal com 78 mil milhoes para depois ao fim de uns anos nos termos que devolver a juros altissimos, somos a lavagem de dinheiro e a mao de obra barata ideal para esses xulos !!!

  • Quem me dera que o 1º Ministro de Portugal fosse Nigel Farage!... Com o Escudo nunca Portugal (nunca mesmo) esteve Portugal durante tanto tempo na estagnação / recessão total em que tem estado nos últimos 10 anos ... O 25 de Abril?... Ah, essa recessão foi uma brincadeira comparável com esta!.... E o senhor que manda nesta grande banhada é o nosso ex-1º ministro que fugiu para Bruxelas por causa da recessão de que ele próprio foi também responsável em 2004. Portugal com o UK, fora da UE já!

  • Líderes europeus (assim como banqueiros e empresários multibilionários) foram com muita ganância ao pote.

    Eles se esqueceram de um detalhe... Existe um limite de até onde a população aguenta sem reação.

    Só queria que esse limite fosse o mesmo no Brasil.

    Aqui, o povo aguenta de tudo calado.

  • @marcelosinico *aguenta [b]ser explorada[/b] sem reação

  • Este gajo fala bem.

  • Os ingleses são adeptos da destruição do Euro, tal como os Estados Unidos. O quererem alargar para mais países, como já quiseram impor no passado, faz parte dessa mesma estratégia: tornar a Europa ingovernável, apenas um mercado comum sem regras.

  • @miguel21op E os países com o Euro, Portugal, Grécia, a Itália ou a Espanha (um pouco menos), estão por acaso mais governáveis agora com esta moeda com notas coloridas de Euros do que estavam com os Escudos, os Dracmas, as Pesetas ou as Liras? Não me parece... E, já agora, há outro país notável que teve a sorte de não deixarem entrar na UE que tem uma moeda que tb se chama Lira e se chama Turquia!... E esse país tem crescido 7-8% ao ano! Que tal? Às malvas a UE!

  • @nmgscp Portugal tem uma Economia - salvo alguns sectores - estagnada e um défice Comercial altamente deficitário, bem como o Financeiro. Sair do Euro significaria: a Dívida e as importações (feitas sobretudo em euros) ficariam muito mais altas, a inflação cresceria brutalmente enquanto as exportações só beneficiariam aquelas baseadas apenas no argumento "preço". É esse país que querem?

    Por exemplo nos EUA há uma moeda para os Estados ricos e outra para os Estados pobres? Não sejamos ingénuos.

  • @miguel21op Sim, é pena que a dívida seja sobretudo em Euros. A nível das importações, a que provavelmente é mais significativa é a do petróleo. Portugal tem um grande potencial energético a nível das energias renováveis, e graças ao Euro, Portugal agora não vai poder evoluir muito nesse sector, onde Portugal poderia de facto vir a estar na liderança, e seria disso que Portugal necessitaria. Mas graças ao Euro, não poderá ser, porque o investimento está a ser desencorajado...

  • @nmgscp O euro, como moeda forte que é, incentiva às importações. Todos os equipamentos das renováveis são importados por Portugal (da Alemanha). Caso Portugal saísse da moeda única, teria uma moeda cada vez mais fraca, sendo incentivadas as exportações e proibitivas as importações. Ergo, game over renováveis (cujo investimento, por Sócrates, está na base da dívida energética do país). Claro q pode dizer q produzíamos antes cá as ventoinhas, mas é hoje IMPOSSÍVEL competir com essas indústrias.

  • @JorgeMPRS Ora, então, pára-se um sector que estava a ser muito promissor em Portugal, por causa da moeda. Solução: Portugal passar a produzir os equipamentos das renováveis em Portugal. Haja mercado, não faltarão investidores interessados! De alto valor acrescentado, passamos a produzir o quê então? Nada, como nos últimos 10 anos de Euro!

  • @nmgscp Meu caro, não se pára, congela. Portugal produtor de eqipamnts: IMPOSSíVEL, como lhe disse; porquê? 1-teríamos de pagar patentes de milhões; 2-não temos know-how nem centros de research; 3-faltarão investidores sempre: economia em recessão->mercado em contracção, isto num campo não competitivo; acresce q investidores nacionais não têm capital e os estrangeiros são... alemães (além d q fontes energéticas convém serem detidas p nacionais, ou tem 1 hara-kiri economico a prazo).

  • @JorgeMPRS Responderei a isto em Português e e, Inglês... Meu caro ou minha cara: Portugal já é produtor de turbinas eólicas, através da subsidiária da Enercon (Alemã) em Portugal, através da sua subsidiária ENEOP! Logo, não é impossível. Se o Sr. ou a Sra. falou nos custos envolvidos na importação de equipamentos para a produção de energias renováveis em Portugal, esqueceu-se ou enganou-se redondamente, 1º: nos custos de importação de combustíveis fósseis;...

  • @JorgeMPRS 2º: Esqueceu-se também nos benefícios que para Portugal podem advir pelo simples facto de Portugal (até agora, de agora em diante, por causa desta moeda ridícula que é oficial em Portugal e que se chama Euro) ser um dos principais produtores de energias alternativas e eu dou-lhe factos: As energias renováveis foram responsáveis pela produção de 52% da energia em Portugal em 2010....

  • @JorgeMPRS O que não poupamos a curto prazo a nível de equipamentos para produção de energia renovável, poupamos no longo prazo, dado que uma grande parte do nosso deficit comercial se deve à importação de combustíveis fósseis que obviamente não existem em Portugal. E o produtor de 47% de turbinas eólicas em Portugal, que é a ENEOP, subsidiária da Enercon (alemã), tem já 9 fábricas e4 centros especializados em Viana do Castelo, mais 2 fábricas e 11 ampliadas em Portugal!...

  • @JorgeMPRS Logo, não me venha o senhor ou a senhora a falar sobre o custo das importações de factores de produção relacionados com as energias alternativas! Certas importações podem tornar-se mais caras se Portugal abandonar o Euro (eu espero que Portugal regresse ao Escudo, assim como espero que a Grécia regresse ao Drachma, que a Itália regresse à Lira Italiana, que a Bélgica regresse ao Franco Belga e que a Irlanda regresse à Libra Irlandesa).... Mas as exportações tornar-se-ão mais baratas!.

  • @JorgeMPRS Mas o Sr. tem uma mentalidade muito Portuguesa actualmente (eu escreveria, neste caso "Portuguesa" completamente com letras minúsculas, mas vá)... Portugal dentro da UE perdeu completamente a sua política externa própria (obedece às ordens da Sra. Ashton), Portugal exportou um dos maiores falhanços nacionais (José Manuel Durão Barroso) para presidente da Comissão Europeia (e ele, como começou a dar cabo de Portugal, está agora a dar cabo da UE), etc.

    Portugal não é escravo da UE, OK?

  • @JorgeMPRS Excelente participação! Mas, culpar directamente o Sócrates pelo défice energético com as renováveis é um pouco simplista. As renováveis são inerentemente deficitárias, independentemente do país que as produza. O seu EROEI é infímo para as necessidades do sistema actual. Arrisco-me a escrever que daqui a 10 anos andaremos a desligar da rede grande parte dos elefantes brancos a que chamamos de renováveis. As renováveis estão com décadas de atraso no desenvolvimente e até se conseguir..

  • @JorgeMPRS desenvolver tecnologia REALMENTE capaz, todo o investimento que está a ser feito na implementação destas soluções de vista curta irão gerar défice energético. O investimento nas renováveis devia estar a ser canalizado, na sua grande maioria, para um mais rapido desenvolvimento e não já para uma implementação em massa no terreno - insanidade deficitária. A dívida não é impossível pagar fora do euro! O nível de desvalorização do "escudo" terá é de comportar essa dívida, tornando-a menor

  • @minhamosca Quanto ao euro e à possibilidade de pagarmos, terei de dizer "veremos...". Quanto ao desenvolvimento económico e energético serem complementares e integrados, é o q defendo, claro. Devo acrescentar q as eólicas já são rentáveis à razão das hídricas, sendo uma excepção. Solar, ondas, etc->ficção científica, pelo menos ao momento.

  • @JorgeMPRS Impagável será dentro do euro :P Em relação à rentabilidade das hídricas e das eólicas, aconselho a visualização de: /watch?v=gvcYy7RP0Bk&feature=f­eedf . 20 minutos de informação essencial sobre a nova barragem do Tua e sua real rentabilidade, barragem que irá utilizar uma interligação de energias eólica e hídrica. Deixo uma dica, EROEI = zero (Biosfera 331: O LOBBIE DA ENERGIA (2011) RTP2 - para facilitar caso seja necessário uma pesquisa)

  • @minhamosca Do pouco q sei sobre o tecnicismo da energia, sei q o EROEI é uma medida frágil, devido a variáveis ambientais e de resiliência estrutural como base à duração do equipamento e sua laboração eficaz. Também é difícil generalizar dados nas renováveis, porque num ano de seca, temos produção 0, num ano de chuvas, vamos ao topo... e cada investimento vale pelo sítio em q está, q é único...+ fácil de fazer contas em fósseis :)

  • @JorgeMPRS O EROEI tem tendência a criar médias gerais. Mas a fragilidade que mencionas está intimamente ligada à mesma instabilidade das renováveis e não com a equação em si. Um dos problemas que tem de ser resolvido nas renováveis é como armazenar o excesso de produção em dias bons para compensar a falta em dias maus. As soluções existentes comportam um EROEI negativo para as energias renováveis. A instabilidade não é solução para este sistema social e económico e isso não é culpa do "EROEI".

  • @minhamosca De acordo. Com tudo.

  • @minhamosca Eu dou-lhe a palma na questão, não sou teimoso com isso. Agora, os EROEI são mais eficazes por bunches do que por cases (dado o efeito estatístico). E se for ver "Murphy & Hall (2010) Ann NY Acad Sci 1185:102-118", já temos hídricas e eólicas em geral (q era o q me referia) entre carvão e petróleo. E o biodiesel e as solares como loucuras que são (neste momento).

  • @JorgeMPRS But you have a mindset very traditional Portuguese currently (i write, in this case "Portuguese" completely with lower case letters, but veah) ... Portugal within the EU completely lost its own foreign policy (obeys the orders of Mrs. Ashton), Portugal exported one of its largest national failures (José Manuel Durão Barroso) for president of the European Commission (and he, as he began to give out of Portugal, is now to give out the EU), etc.... HE WILL DESTROY THE EU!

  • @JorgeMPRS São loucuras para quem não tem visão de longo prazo. infelizmente, enquanto houve os fundos comunitários, Portugal só se preocupou em gastá-los logo em investimentos inúteis, enchendo os bolsos a muita gente, e depois disso, Portugal, não tendo reconhecido os seus próprios falhanços, continuou a ser o bobo da corte da UE. Os países europeus fora do Euro, e inclusivamente fora da UE, estão muito melhor que os países do Euro, incluindo a Hungria q felizmente para ela, manteve o Forint!

  • @nmgscp Como disse e bem, a ENEOP é alemã e produzir em Portugal é uma maneira de dizer, porque se continua a trabalhar com patentes, capital e know-how estrangeiro, só os postos de trabalho são portugueses. Acho muito interessante (e datada) a sua exposição. Uma coisa é a doutrina, outra é a prática. Doutrinariamente, todos adoramos ventoinhas e paineis. Na prática, nenhum de nós tem capacidade de as produzir. No momento em que abrir uma empresa portuguesa desse ramo, vamos ver até onde vai

  • @nmgscp Mais: se tornar os preços da energia minimamente racionais e não a enormidade q são hoje em dia (ou seja, se eliminar o vampirismo social em que se tornaram os apoios à cogeração e renováveis em geral) vai ver qual o futuro da capacidade instalada para além dos 25 anos de vida útil dos aparelhos.

    Não sei se costuma pagar a factura da EDP. Eu costumo, e não me agrada.

    De qualquer forma, é por causa de pessoas como o senhor q este país está na miséria. Eu não sou contra os sonhos

  • @nmgscp dos outros, sou é contra o facto de esses sonhos, não sendo benéficos para o todo do povo, sejam pagos a crédito e concretizados sem o devido escrutínio democrático prévio. Outra que gostava q me esclarecesse: a nuclear é renovável para si? É q ela vem "dada" de Espanha, a única coisa q tem amortizado o preço energetico em Portugal.

    Sinceramente, se o País tivesse fundos, avançávamos já para isso td, não me opunha. Agora, estando na miséria, sou por irmos pelo q sair mais barato

  • @nmgscp

    E deixemos as preocupações de mais uma ou outra tonelada a países q são milhões de vezes mais poluentes q nós (EUA) e que em alguns casos nem Kyoto assinaram. Pergunte-se porquê.

    Mais: acha q os BRICs se desenvolvem com renováveis?

    Esta é uma discussão sem pés nem cabeça, porque defendemos o mesmo. A diferença é que eu penso q há 1 momento para tudo, e q aos preços actuais dos fósseis, temos de ser racionais. E q chega de drenar finança útil à produção em projectos infantis.

  • @nmgscp Se quiser falamos em Inglês, Francês, Alemão, Castelhano, o que quiser. Entre portugueses, parece-me melhor a Língua de Camões.

  • @JorgeMPRS Desculpe, eu tentei dizer em inglês (porque boa parte das pessoas que vêem este video não são portugueses), mas infelizmente também reparei posteriormente que a tradução do que eu disse em português é horrível em inglês (porque o site que usei para fazer a tradução é péssimo para isso, pelo que reparei). Em relação a falar em inglês, francês, castelhano ou em português, a minha língua é o português, logo prefiro esta...

  • @JorgeMPRS E como português que sou, após 25 anos de permanência na UE e tendo constatado que a UE só nos deu uns rebuçados durante os anos 90 e depois foi o descalabro, acho estrondoso que um português orgulhoso da língua de Camões fique tão horrorizado com a minha tradução para um inglês (muito horroroso) do que eu disse em português. Meu caro, nenhum país europeu fora do Euro está numa situação tão má como Portugal! O que me horroriza é esta flagrante subserviência de Portugal em relação à UE

  • @JorgeMPRS Já agora, aposto que o Senhor Jorge, como defensor da língua de Camões, já está a escrever à maneira brasileira (como subserviente que o senhor é) por causa do acordo ortográfico, que obriga os portugueses a mudar a sua ortografia mais de 3 vezes do que os brasileiros são obrigados a mudar. O Senhor, que reclama ser tão bom patriota, provavelmente não só é subserviente em relação à UE como provavelmente (penso eu) é subserviente em relação ao Brasil....

  • @JorgeMPRS Ainda não reparei se o Senhor Jorge agora fala em português do Brasil ou no português de Portugal... Se eu fui injusto queira desculpar-me... Peço-lhe apenas que quando o Senhor me responder, se me responder, me responda na ortografia do seu país, ou numa ortografia inventada como a do acordo ortográfico! de FACTO!

  • @nmgscp Senhor (Nuno Miguel, penso?), a minha gramática é a de Celso Cunha e Lindley Cintra. Não acredito em Português de Portugal e Português do Brasil. Acredito em Português dos letrados e Português dos analfabetos. E o último acordo é a formalização desse 2º.

    Reconheço que o limite de caracteres me faz escrever de forma diferente da minha usual. Mas tento manter o limite da perceptibilidade, penso.

  • @nmgscp Peço-lhe perdão se me vê como subserviente. Asseguro-lhe que não o sou. Nem gosto de ver o meu país em tal estado. Nunca por mim um Português se curvaria ao cego Germano ou ao indigno Galo ou ao fero Inglês (Camões dixit). Mas se aqui chegámos, é com trabalho que teremos de sair, e maneiras há muitas. Resta-nos escolher a melhor.

  • @nmgscp oh amigo então!! conversa boba...

    

  • @MIIGUELFERREIRA Peço-lhe desculpa, Sr. Miguel Ferreira, mas como muitos (a maioria, na verdade) sou contra o acordo ortográfico, porque tal como não acho que Portugal deva ser politicamente subserviente em relação à Europa, também não acho que deva ser culturalmente subserviente em relação ao Brasil, sem nada contra ambos. Portugal é um país independente (ou se não é, devia sê-lo)!

  • @nmgscp Na boa amigo, trate me por miguel...pelo amor de Deus...

    Eu sou contra o acordo ou lá o q é....acho q portugal deve regir seu país assim como sua lingua, assim como os brasileiros ou angolanos devem ter o direito de escolha...infelizmente na democracia q vivemos não escolhemos nada, é tudo imposto...Mas se formos ver tipo os lusiadas, veremos q antigamente falavamos diferente tambem, camões dizia cousas em x de coisas por ex...

    abraço

  • @MIIGUELFERREIRA mas sem margens de duvidas voce tem razão, 2º meu ponto de vista....

    pior pior, são estes bonecos como o barroso, q deveria, assim como se fazia nos tempos dos reis, ser exilado de portugal, nuuuuuuuuuuuuuuunca mais na puta da vida dele voltaria a por os pés em solo português...

    ai sim, gostava de ver se os portugueses voltavam a atacar portugal, ai é q era...

    mas as pessoas são educadas pela tv...

    tristes tempos, a era da estupidez...

  • @miguel21op Quanto aos EUA, eu não gostaria que Portugal se tornasse no Mississippi da Europa, tal como em relação ao Brasil, eu não gostaria que Portugal se tornasse no Maranhão da Europa (e já agora, quanto à Itália, eu não gostaria que Portugal se tornasse na Campania ou na Basilicata da Europa)... Mas é para aí que Portugal está a caminhar.

  • @miguel21op Porque razão está estagnada a economia? Porque razão o défice comercial aumentou exponencialmente de 2001 a 2010? A dívida ficaria mais alta? (Googlar: 'It's in Greece's Interest to Reintroduce the Drachma'). Já por aqui deixei esta "imagem": /watch?v=mHKWoE8qyu0&feature=e­mail - Será esse o Portugal que todos almejamos?! Cuidado a noção de ingenuidade é moldável. (Googlar: Key lesson from Iceland crisis is 'let banks fail' e Repetem-se os erros económicos que levaram Hitler ao poder)

  • @miguel21op E já agora, a Islândia, com a crise que teve, como é que achas que a Islândia estivesse agora se estivesse no Euro? A Islândia estaria agora na miséria!... Felizmente para os islandeses, a Islândia não está nem na UE, e muito menos no Euro!... E a Islândia recuperou!... Portugal e a Grécia, graças a esta m... de Euro, vão estar na miséria durante muitos anos!

  • falas sem saber, a crise da Islândia nada tem haver com a crise de Portugal, da Espanha ou da Irlanda, porque não foi uma crise de divida pública foi despoletada pela entrada do Estado nos bancos islandeses, nacionalizando-os, e por esse facto os Islandeses depois disso fizeram uma nova Constituição e julgaram os responsáveis, coisa que aqui seria impensável.

  • @boyatwork6 E em Portugal, quem julgou os responsáveis? E, já agora, qual é a fatia do défice público português que se deve a injeccões de dinheiro em empresas falidas, sendo a mais óbvia evidência disso, o BPN? A Islândia não salvaria nenhum BPN (como se viu)! Muito do défice português tem a ver com tentar salvar empresas falidas, logo, sim, a crise portuguesa tem em grande parte a ver com a islandesa. Em 1976-77 e 1983-84, Portugal teve uma crise das sérias e saiu depressa delas, com o Escudo!

  • @boyatwork6 Já agora, não sei se sabes que Portugal conseguiu sair das crises de 1976-77 e 1983-84 desvalorizando a nossa moeda!... A Coroa islandesa desvalorizou-se para 1/3 do seu valor anterior e está a recuperar!... Os políticos portugueses não conseguem fazer isso, porque o Euro é uma moeda que representa economias completamente diferentes. E têm terror em sair do Euro!... A Turquia (felizmente para eles) não entrou na UE e depois de 1 ou 2 anos de crise subiu a galope... continuo...

  • @boyatwork6 E a Hungria, mesmo pertencendo à UE e tendo um desequilíbrio orçamental muito sério também, graças em grande parte a ter mantido o Forint como moeda nacional, conseguiu evitar esta crise energúmena que atingiu a Grécia, Portugal, a Irlanda, e sabe-se lá quantos mais se seguirão!

  • russia today.... I don't need to say anything else

  • The pigs just followed the only alternative possible in a global economy to prevent the immediate collapse, the gamble of creating stimulus packages didn't work as anybody with a bit of brains would know, if anybody in the Europe politics has a brain i doubt, unless they are promised a nice job in the private sector by the corporations profiting by the global deregulated economy they are suicidal, the uk is the next, edge funds/ pyramids/casinos fail at the end, that will be the END.

  • Desvalorizar para que? Será que com a desvalorização vamos competir com os chineses?

  • é estupido... Desvalorizar a moeda?!

  • @jmcr412 Uma afirmação dessas deve ser consubstanciada sob pena de se tornar em um comentário meramente infantil.

  • @minhamosca Como deves calcular este não é o lugar para dar lições de economia. Esse Nigel que é inglês devia era estar calado, já que o reino unido nao está no euro. Basicamente o que ele quer é destruir o euro e levar os países expulsos do euro a assistir a uma fuga de capitais para moeda forte, como a libra... Já agora quem está de acordo com as desvalorizações que estude um pouco de escola austríaca, de keynesianos estamos fartos. Aconselho por exemplo: /watch?v=P1Hu4ZBqrPw

  • @jmcr412 @F19500526 Sem dúvida que este não é o sítio mais apropriado, no entanto não é impeditivo, como verificaste. Escola Austríaca - responsável pela liberalização dos mercados financeiros que acabaram por conduzir o mundo ao crescimento exponencial da dívida. Escola Keynesiana, linha que conduziu ao último suspiro da acumulação de dívidas ao salvar instituições falidas por terem seguido as linhas da escola austríaca. Eis o paradozo do nosso mundo, nem é Hayek nem Keynes que reina são ambos.

  • @jmcr412 @F19500526 jmcr, o vídeo que apresentaste não é uma constatação de facto é "apenas" uma opinião de um "alguém" como tu ou eu. Mesmo assim, contrapondo essa noção - /watch?v=mHKWoE8qyu0&feature=e­mail - a imagem dos 10 anos antes de 2001 na Argentina, os anos de paridade do peso argentino com o dólar - sem inflação -, os anos da austeridade. Aconselho tb a leitura de (Googlar por "Análise: na prática, euro subsidia exportações da Alemanha") ...

  • @jmcr412 @F19500526 ...e (googlar por "O que pode a Grécia aprender com o ‘default’ argentino "). Entre o vídeo que aconselho e esses dois textos estão representadas a década antes da Argentina entrar em bancarrota e a década depois da Argentina entrar em bancarrota. Na última década da Argentina cresceu 98% do PIB, tendo baseado esse desenvolvimento na desvalorização da sua moeda - independentemente da verdacidad dos números. Umas respostas abaixo encontrão os porquês de defender essa "solução"

  • Nigel Farage is absolutely right, in my opinion.

  • @ruinobrepinheiro Of course he is

  • Nigel rocks!

  • Pqp a este burro euro-ceptico (como todos os britanicos).Que distorção dos factos. A crise de 2008 foi dos bancos, mas a o défice português e grego não é dos bancos, é dos estados.Défice esse acima do permitido pelo tratado de Maastricht porque os estados membros fizeram a merda que bem lhes apetecia, e com isso entalaram o sistema financeiro europeu todo com dívida soberana. Se a UE realmente tivesse jurisdição para vetar despesa nos estados, esta porcaria nunca teria acontecido.

  • @jceiras - E os derivados são culpa dos estados? E os credit default swaps é culpa dos estados? E estas bolhas são culpa dos estados? (Pesquisa por: The Destructive Power of the Financial Markets - Der Spiegel)

    Infelizmente raramente olhar apenas para a superficie ajuda a entender a real profundidade dos problemas.

    O problema assenta num sistema económico que acredita que o crescimento é eterno (crescimento exponencial) quando vivemos num planeta esférico com fronteiras fisícas...

  • @minhamosca sobre produtos financeiros tóxicos nem me pronuncio, mas isso é sector privado. Especificamente, o problema português e grego é o défice do estado, que durante anos foi ignorado enquanto a dívida acumulou, porque nunca foi muito conveniente cortar um bocadinho aqui e ali, e com isso prejudicar os amigos do partido. E agora leva-se com tudo de uma só vez. Mais uma vez, porque o tratado de Maastrischt não foi respeitado, nem pela própria alemanha, porque faltou supervisão.

  • @minhamosca

    Na mouche

  • A minha opinião é de que se os países cooperarem com medidas de austeridade ninguém os retirará do Euro.

    E outra coisa: Medidas de austeridade ou desvalorização da moeda não é na realidade a mesma coisa?

  • Medidas de austeridade e desvalorização servem o mesmo efeito mas por caminhos diferentes e que obterão resultados substancialmente diferentes. Ao passo que as medidas de austeridade terão de ser aplicadas durante anos a fio a desvalorização poderá ser realizada da noite para o dia. Ao passo que as medidas de austeridade têm sempre um impacto negativo sobre a economia - mais impostos é igual a menos consumo, menos produção e menos exportações - a desvalorização poderá ser catalizador económico.

  • A desvalorização da moeda - opção não possível sob o euro - será sempre uma violência sobre o Zé Esquecido [povo] que verá perder o seu poder de compra da noite para o dia, mas ajudará Portugal em dois factores essenciais - a reduzir a sua dívida e a aumentar exponencialmente a sua capacidade exportadora e por conseguinte a sua economia. O resultado substancialmente diferente é que a austeridade representará para Portugal um ir arrastando-se de morte, talvez durante décadas, (...)

  • (...) e a desvalorização uma resolução extramamente mais rapida e efectiva dentro deste sistema económico.

    P.S: A única forma de austeridade sobre o Zé Esquecido funcionar é que a economia (PIB) cresça acima de 5% ao ano de modo a não estrangular o sistema. Como as prespectivas de crescimento tanto em Portugal como no mundo são de contracção no primeiro caso e de estagnação - na melhor das hipóteses - no segundo, o resultado final só poderá ser um: Mais dívida e menos capacidade da economia.

  • @minhamosca

    Depende da austeridade. Se for do lado de cortar no rendimento de forma a ficar uma sociedade menos desigual seria o mesmo, ou melhor, que desvalorizar a moeda. Agora aumentar os impostos para manter o rendimento é suicídio...

  • A austeridade conduz sempre às mesmas reacções, com sintomas diferentes, seja ela aplicada por cima ou por baixo. As desigualdades devem sempre ser tratadas não com redução mas com aumento. Ou seja, em relação às desigualdades a melhor solução não é cortar por cima é aumentar e distribuir o excedente do topo (através de rendimentos) para baixo até existir novamente um equilíbrio mínimo.

    Plutarco (120 AC) - O maior inimigo das repúblicas é a desigual distribuição de riqueza entre ricos e pobres.

  • @vmfmcp desvalorização é pior que austeridade porque destrói a poupança, os fundos, reduz vencimentos. É uma fraude, e sempre um último recurso usado por políticos incompetentes, como foi amplamente usado em Portugal antes de 1991. A austeridade teria sido completamente evitável se a nossa escumalha política (que entretanto foi estudar filosofia para Paris) tivesse mantido o défice e a dívida públicas abaixo do acordado pelo tratado de Maastricht.

  • @jceiras - Por acaso até temos um exemplo recente e vívido para nos ajudar a entender melhor a austeridade versus desvalorização. Basta analisar a História da Argentina nos 10 anos que antecederam o ano de 2001 e os 10 anos a seguir a 2001, austeridade versus desvalorização. E depois disso colocar uma questão:"O Zé Esquecido sofreu mais com a austeridade ou com a desvalorização?

    O bananal (políticos) tem só uma cor, a cor do pilim no bolso pessoal independentemente da filiação clubista\política

  • @minhamosca desvalorização de moeda e austeridade são duas coisas muito diferentes que se aplicam em situações diferentes. O primeiro para reduzir os custos de produtividade duma economia (salários e poupança) e com isso aumentar a competitividade, o outro para o estado reestruturar as suas contas. Nem todas as desvalorizações de moeda do mundo resolvem problemas estruturais que afectam défice. Vê o plano real do Brasil. E um amigo meu Argentino bem diz que aquilo está a piorar constantemente.

  • @jceiras Dois pontos. Eu não defendo a desvalorização da moeda, defendo o que menos danos causa ao Zé Esquecido dentro deste sistema. Depois, é o sistema económico actual que é o erro principal e não os bananas que se alimentam desse sistema, independentemente da sua filiação clubista. De que vale culpar caras e clubes quando é o sistema que os alimenta?!?! Isso é uma repetição contínua contada pela História e actualmente com um exemplo bem vívido, Egipto. Fizeram a sua revolução, mudaram (...)

  • @jceiras (...) caras e o sistema continuou o mesmo. Resultado?!? O mesmo...

    O Zé Esquecido tem de acordar compreendendo primeiro o que é o sistema económico que o envolve. Para isso aconselho a visualização atenta deste vídeo: (pesquisa por "O Curso do Crash"), pode ser que ajude a entender que não é pelo teu clube não estar em primeiro que as coisas irão ser diferentes. Para fechar, é essencial entender o que são nos tóxicos para se conseguir compreender mais profundamente que males (...)

  • @jceiras (...) envolvem Portugal, sob pena de apenas se andar a tentar entender parte do problema, até mesmo apenas apenas supérfulo do problema.

    Como fiquei com a dúvida de teres lido o texto que aconselhei. Uma citação:

    "1.643.000.000.000.000.000.000 foi o valor do mundo financeiro em circulação no ano de 2010! Um quatrilião e seiscentos e quarenta e três triliões de dólares!!! O valor de todos os bens produzidos no planeta Terra no mesmo ano ascendeu a uns exíguos 63 triliões de dólares!"

  • OS ESCRAVOS (POVO) TEM QUE DAR O SANGUE E A VIDA PARA OS SENHORES DE ENGENHO(BANKEIROS)...TUDO IGUAL A SEMPRE.

    O MUNDO É UM FEUDO NAS MÃOS DE ALGUMAS POUCAS FAMÍLIAS.

    O SENHOR FEUDAL MOR SÃO OS ROTHSCHILDS.

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