@Rotebuehl1 É Verdadeira, frases e palavra por palavra, pelo famoso Cronista Fernão Lopes que escreveu a Crónica de D. João I de Boa Memória - e que conheceu D. Nuno em vida e o Rei e muitos outros entre o povo - presentes aos acontecimentos e filhos destes como o amigo sabe. E há umas exortações discursos mais nas Crónicas e até citações de antologia em momentos dificeis e pré-batalha como a de D. Nuno em Aljubarrota - também a Crónica do Condestable é uma fonte(entre outras).
Espantoso! Quer dizer, àparte da pronúncia, que decerto sofreu alterações ao longo dos séculos, o português de então já era practicamente o português actual!
@Rotebuehl1 A escrita de Fernão Lopes e do seu tempo é obviamente diferente da actual -(mas não é tão diferente de hoje assim) mas o léxico etc. é semelhante. Tenho volumes publicados pela casa da Moeda das Crónicas de João de Barros, que comprei na feira do livro(as páginas são cópias a impressão original) - século XVI, mais de 100 anos depois de Fernão Lopes, é praticamente o português moderno) embora só no século seguinte (17) o "am" por ex. passou a "ão" (mas a mesma fonética).
"Décadas da Ásia" de João de Barros(História dos Descobrimentos, viagens conquistas, aventuras e governos ultramarinos) publicada a meio do Século XVI, com páginas (cópias fact-similes) da impressão original. Aí é já um Português muito semelhante e indentico ao actual que usamos e escrevemos (curioso por exemplo como se imprimia os "s" parecidos com os "f" etc., - sem nenhuma dificuldade de leitura em praticamente tudo) Adquiri na Banca da Casa na Feira do livro de Lisboa há uns anos.
@Rotebuehl1 Este discurso por exemplo (no Youtube podes vê-lo também nos videos de EspadaLusitana ou Reportech(se não me engano(?)) com a recriação da Batalha de Atoleiros pelo Concelho de Fronteira (se não me engano) Aliás àparte a adaptação inevitável e necessária do português longínquo medieval(mas já muito nacional e distinto de outras línguas) para o contemporâneo do ponto de vista ortográfico, o discurso(como todos os outros e frases) não necessitam de qualquer mudança. São iguais.
@Rotebuehl1 Concluindo: tendo em conta o que vi e li: é necessária a considerável adaptação ortográfica nas publicações e na pronunciação nestas recriações e filmes - mas o vocabulário, palavra por palavra e fraseologia não precisam de qualquer adaptação(deturpação) felizmente. É a mesma língua, aparte a saudável relembrança de modos antigos de frasear que só fazem bem lembrar e praticar, as frases e o vocabulário é 99% - 100% igual quando dito ou escrito no Português contemporâneo.
Só tenho a dizer: a nossa desgraça material, financeira, oportunista, só pode trazer a este nosso povo, a esta nossa nação, a esta nossa pátria uma corecção! Há gerações e gerações, que os nossos mandões de Lisboa nos dizem, que não prestamos, que temos de nos tornar modernos e não sei mais o quê! Pode ser, que seja verdade, mas decerto, que sermos "modernos" terá que ser à portuguesa! Podemos inspirar-nos no mundo, vivemos no mundo, não somos excepção! Mas somos singulares!
Esta exortação é histórica, históricamente inspirada ou é criação artística? Parece tão hodierna...
Rotebuehl1 6 months ago
@Rotebuehl1 É Verdadeira, frases e palavra por palavra, pelo famoso Cronista Fernão Lopes que escreveu a Crónica de D. João I de Boa Memória - e que conheceu D. Nuno em vida e o Rei e muitos outros entre o povo - presentes aos acontecimentos e filhos destes como o amigo sabe. E há umas exortações discursos mais nas Crónicas e até citações de antologia em momentos dificeis e pré-batalha como a de D. Nuno em Aljubarrota - também a Crónica do Condestable é uma fonte(entre outras).
Luso515PorTuoGraal 6 months ago
@Luso515PorTuoGraal
Espantoso! Quer dizer, àparte da pronúncia, que decerto sofreu alterações ao longo dos séculos, o português de então já era practicamente o português actual!
Rotebuehl1 6 months ago
@Rotebuehl1 A escrita de Fernão Lopes e do seu tempo é obviamente diferente da actual -(mas não é tão diferente de hoje assim) mas o léxico etc. é semelhante. Tenho volumes publicados pela casa da Moeda das Crónicas de João de Barros, que comprei na feira do livro(as páginas são cópias a impressão original) - século XVI, mais de 100 anos depois de Fernão Lopes, é praticamente o português moderno) embora só no século seguinte (17) o "am" por ex. passou a "ão" (mas a mesma fonética).
Luso515PorTuoGraal 6 months ago
"Décadas da Ásia" de João de Barros(História dos Descobrimentos, viagens conquistas, aventuras e governos ultramarinos) publicada a meio do Século XVI, com páginas (cópias fact-similes) da impressão original. Aí é já um Português muito semelhante e indentico ao actual que usamos e escrevemos (curioso por exemplo como se imprimia os "s" parecidos com os "f" etc., - sem nenhuma dificuldade de leitura em praticamente tudo) Adquiri na Banca da Casa na Feira do livro de Lisboa há uns anos.
Luso515PorTuoGraal 6 months ago
@Rotebuehl1 Este discurso por exemplo (no Youtube podes vê-lo também nos videos de EspadaLusitana ou Reportech(se não me engano(?)) com a recriação da Batalha de Atoleiros pelo Concelho de Fronteira (se não me engano) Aliás àparte a adaptação inevitável e necessária do português longínquo medieval(mas já muito nacional e distinto de outras línguas) para o contemporâneo do ponto de vista ortográfico, o discurso(como todos os outros e frases) não necessitam de qualquer mudança. São iguais.
Luso515PorTuoGraal 6 months ago
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@Rotebuehl1 Concluindo: tendo em conta o que vi e li: é necessária a considerável adaptação ortográfica nas publicações e na pronunciação nestas recriações e filmes - mas o vocabulário, palavra por palavra e fraseologia não precisam de qualquer adaptação(deturpação) felizmente. É a mesma língua, aparte a saudável relembrança de modos antigos de frasear que só fazem bem lembrar e praticar, as frases e o vocabulário é 99% - 100% igual quando dito ou escrito no Português contemporâneo.
Luso515PorTuoGraal 6 months ago
@Luso515PorTuoGraal
Só tenho a dizer: a nossa desgraça material, financeira, oportunista, só pode trazer a este nosso povo, a esta nossa nação, a esta nossa pátria uma corecção! Há gerações e gerações, que os nossos mandões de Lisboa nos dizem, que não prestamos, que temos de nos tornar modernos e não sei mais o quê! Pode ser, que seja verdade, mas decerto, que sermos "modernos" terá que ser à portuguesa! Podemos inspirar-nos no mundo, vivemos no mundo, não somos excepção! Mas somos singulares!
Rotebuehl1 6 months ago
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@Rotebuehl1 Caro amigo, completamente de acordo.
Luso515PorTuoGraal 5 months ago
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Luso515PorTuoGraal 6 months ago
Grande Nuno Alvares Pereira. Grande lider e estrategista notável.
Stalinjosef1941 1 year ago