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A vocalista Ale Chris, o baterista Markão e o baixista Bruno estão juntos para o projeto "MBA Acoustic" - Musica boa tocada com qualidade You Oughta Know - Alanis Morissette
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Comercial com o ex-piloto de F-1 Michael Schumacher para promover o Fiat Linea T-Jet, versão lançada no Brasil no início de 2009.
# Linea serve de l...
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Comercial com o ex-piloto de F-1 Michael Schumacher para promover o Fiat Linea T-Jet, versão lançada no Brasil no início de 2009.
# Linea serve de laboratório para o motor T-Jet, que equipará o Punto - 02/01/2009 #
O Fiat Linea chegou ao mercado brasileiro num momento difícil. Bateu de frente com outros lançamentos importantes, e poucas semanas depois de anunciado estourou a crise financeira mundial. Também é um carro que tem de lutar para se afirmar em meio a concorrentes fortíssimos -- Honda Civic, Toyota Corolla, Chevrolet Vectra -- e contra um passado controverso da Fiat no segmento dos sedãs médios. Basta lembrar do Marea. A expectativa da marca italiana era vender 2.500 unidades do Linea por mês. Até agora, emplacou 2.169 em dois meses e meio, segundo dados da federação dos distribuidores.
O sedã da Fiat tem quatro versões: 1.9 (manual), 1.9 Dualogic, Absolute (top de linha) e T-Jet, esta última equipada com o propulsor homônimo, um 1.4 a gasolina com turbocompressor capaz de entregar 152 cavalos (a 5.500 rpm) e uma curva de torque bastante plana: 21,1 kgfm, entre 2.250 e 4.500 rpm (veja na imagem nesta página). São números típicos de carros com motor de capacidade maior do que um "mero" 1,4 litro. É essa a leitura que faz a Fiat do conceito de "downsizing", que preconiza motores menores com desempenho superior -- eles seriam vantajosos quanto ao consumo e a emissão de poluentes, mas sem transformar a condução do carro num exercício de tédio.
UOL Carros rodou com o Linea T-Jet por dez dias, priorizando seu uso na cidade. Nas ruas, e durante esse contato mais longo, sabíamos que as virtudes e os vícios do carro apareceriam com mais clareza do que no ligeiro test-drive que fizemos no lançamento oficial, em setembro último, quase todo em estrada.
Por fora, o Linea é um carro bonito. O mérito principal é da vistosa grade dianteira, que acompanha em primeiro plano a curva da carroceria (a rigor, é como se não houvesse pára-choque), e também do conjunto óptico em formato oblongo, posicionado para ficar em destaque quando o carro é visto de lado.
As rodas esportivas de 17 polegadas, calçadas por pneus 205/50, têm acabamento escurecido e são bem agressivas. Tudo isso aumenta a impressão de tamanho do Linea (o carro tem 4,56 metros), e compensa um pouco a traseira algo genérica, que lembra o Vectra e até mesmo o Volkswagen Voyage -- nesse último caso, uma ironia, pois os carros chegaram ao mercado quase simultaneamente.
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